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<journal-title><![CDATA[Odontologia Clínico-Científica (Online)]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O enxerto de osso em neoformação na era da Odontologia baseada em evidências]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The newly forming bone autograf t is a periodontal regeneration technique described initially in the 60s and later in the 80s. It purposes to carry forming bone cells still alive and in a large amount of a donor site in a natural or artificial socket to a periodontal bone defect. This work is a literature review of the newly forming bone autograft, which aims, based on scientific evidence, assess the effectiveness of this type of bone graft in the quest for periodontal regeneration. The bibliographic search on the subject, showe d that there are few research studies that look at the newl y forming bone autograft. Man y of this works are about other t y pes of bone grafts, but most do not even quote newl y forming bone autograft. This fact leads us to conclude that this technique still needs scientific proof of its real effectiveness.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Regeneração tecidual guiada periodontal]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b> REVIEW ARTICIE</font></p>     <p>&nbsp; </p>     <p><font size="4" face="verdana"><B><a name="tx"></a>O enxerto de osso em neoforma&ccedil;&atilde;o na era da Odontologia baseada em evid&ecirc;ncias</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The newly forming bone autograft in the age of evidence based Dentistry</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Rafaela Silva Rezende e Lima<Sup>I</Sup>; Fl&aacute;vio Roberto Guerra Seabra<sup>II</sup> </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><Sup>I</Sup>Cirurgi&atilde;&#45;dentista especialista em Periodontia pela Academia Norte&#45;riograndense de Odontologia    <br>   <Sup>II</Sup>Professor Doutor do Curso de Especializa&ccedil;&atilde;o em Periodontia da Academia Norte&#45;riograndense de Odontologia e do Curso de Mestrado em Odontologia da Universidade Potiguar </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#nt">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O enxerto de osso em neoforma&ccedil;&atilde;o &eacute; uma t&eacute;cnica, que visa regenera&ccedil;&atilde;o periodontal, descrita inicialmente, na d&eacute;cada de 60 e posteriormente, na de 80. Tem a inten&ccedil;&atilde;o de transportar, em grande quantidade, c&eacute;lulas vivas capazes de formar osso de um s&iacute;tio doador, em um alv&eacute;olo natural ou artificial, para o defeito &oacute;sseo que se deseja tratar. Este trabalho constitui&#45;se em uma revis&atilde;o da literatura sobre o enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o, que objetiva, baseado em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, avaliar a efic&aacute;cia desse tipo de enxerto &oacute;sseo, na busca pela regenera&ccedil;&atilde;o periodontal. Ao buscar refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas sobre o assunto, p&ocirc;de&#45;se perceber que s&atilde;o escassos os estudos que pesquisam o enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o. In&uacute;meros s&atilde;o os trabalhos sobre o uso de enxertos &oacute;sseos aut&oacute;genos em Periodontia, mas a maioria n&atilde;o chega sequer a citar o enxerto em neoforma&ccedil;&atilde;o. Tal fato nos leva a concluir que esta t&eacute;cnica ainda precisa de comprova&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica acerca de sua real efic&aacute;cia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Descritores: </B>Regenera&ccedil;&atilde;o tecidual guiada periodontal; Transplante &oacute;sseo; Transplante aut&oacute;geno. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The newly  forming bone autograf t is a periodontal regeneration technique described initially in the 60s and later in the 80s. It purposes to carry  forming bone cells still alive and in a large amount of  a donor site in a natural or artificial socket to a periodontal bone defect. This work is a literature review of the newly  forming bone autograft, which aims, based on scientific evidence, assess the effectiveness of this type of bone  graft in the quest  for periodontal regeneration. The bibliographic search on the subject, showe d  that there are few research studies that look at the newl y  forming bone autograft. Man y  of this works are about other t y pes of bone grafts, but most do not even quote newl y  forming bone autograft. This fact  leads us to conclude that this technique still needs scientific  proof of its real effectiveness. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords: </B>Periodontal  guided tissue regeneration;  Bone transplant; Autogenous transplant.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tratamento periodontal regenerativo envolve os procedimentos que buscam restaurar as partes dos tecidos de sustenta&ccedil;&atilde;o dos dentes que foram perdidos devido &agrave; periodontite. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O sucesso do tratamento periodontal regenerativo &eacute; observado clinicamente pela redu&ccedil;&atilde;o da profundidade de sondagem e da perda de inser&ccedil;&atilde;o e radiograficamente pelo ganho &oacute;sseo ou redu&ccedil;&atilde;o da perda &oacute;ssea. No entanto, para que se possa afirmar que uma determinada t&eacute;cnica seja capaz de propiciar verdadeira regenera&ccedil;&atilde;o periodontal, &eacute; necess&aacute;rio que se comprove, histologicamente, a forma&ccedil;&atilde;o de novo osso, novo cemento e novo ligamento periodontal em uma &aacute;rea da raiz previamente afetada pela periodontite. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">S&atilde;o v&aacute;rias as t&eacute;cnicas que buscam a regenera&ccedil;&atilde;o, envolvendo o uso de v&aacute;rios tipos de biomateriais, enxertos &oacute;sseos, biomodifica&ccedil;&atilde;o da superf&iacute;cie radicular, regenera&ccedil;&atilde;o tecidual guiada (RTG), plasma rico em plaquetas (PRP), fatores de crescimento (FC) e bioengenharia de tecidos. Destas, as t&eacute;cnicas mais utilizadas atualmente s&atilde;o as que envolvem enxertos &oacute;sseos associados &agrave; RTG. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os enxertos &oacute;sseos s&atilde;o classificados quanto &agrave; sua origem em aut&oacute;genos, al&oacute;genos, heter&oacute;genos ou alopl&aacute;sticos. O enxerto &oacute;sseo aut&oacute;geno, que &eacute; o removido de um local para ser enxertado em outro no mesmo paciente, pode ser ainda de origem intra ou extraoral. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o &eacute; um enxerto aut&oacute;geno de origem intraoral, removido de um alv&eacute;olo, natural ou artificial, em processo de cicatriza&ccedil;&atilde;o entre 28 e 30 dias. &Eacute; atribu&iacute;do a esse tipo de enxerto o potencial osteog&ecirc;nico devido ao fato de conter osteoblastos em franca atividade de forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este trabalho &eacute; uma revis&atilde;o da literatura que tem como objetivo encontrar evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas que comprovem a efic&aacute;cia do enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o na regenera&ccedil;&atilde;o periodontal. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>REVIS&Atilde;O DA LITERATURA</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O termo regenera&ccedil;&atilde;o &eacute; definido como uma reprodu&ccedil;&atilde;o ou reconstitui&ccedil;&atilde;o de uma parte perdida ou lesada, de tal forma que a arquitetura e a fun&ccedil;&atilde;o dos tecidos dessas &aacute;reas sejam completamente recuperadas. Isso significa que a regenera&ccedil;&atilde;o da inser&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria ocorre quando um novo cemento, com fibras col&aacute;genas inseridas de um novo ligamento periodontal, forma&#45;se na superf&iacute;cie radicular previamente desprovida de sua inser&ccedil;&atilde;o, associado &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de novo osso alveolar<Sup>1; 2</Sup>. Os procedimentos que visam restaurar o suporte periodontal perdido tamb&eacute;m t&ecirc;m sido denominados de nova inser&ccedil;&atilde;o<Sup>3</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A regenera&ccedil;&atilde;o periodontal tem sido relatada ap&oacute;s uma variedade de abordagens terap&ecirc;uticas, que podem ser utiliza das isoladamente ou em associa&ccedil;&atilde;o, como: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Biomodifica&ccedil;&atilde;o da superf&iacute;cie radicular, que envolve </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">o uso de condicionamento &aacute;cido da raiz, que pode ser ou n&atilde;o associado a alguma outra t&eacute;cnica; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">o uso de derivados da matriz do esmalte;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">o uso do pept&iacute;deo P&#45;15; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">uso de estimuladores da fun&ccedil;&atilde;o de reparo &oacute;sseo e periodontal, como os Fatores de Crescimento e a t&eacute;cnica do Plasma Rico em Plaquetas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora as t&eacute;cnicas descritas acima sejam utilizadas com alguns relatos de sucesso na literatura, e as t&eacute;cnicas de Bioengenharia de Tecidos, principalmente com o uso de c&eacute;lulas tronco, fornecerem um campo promissor, a regenera&ccedil;&atilde;o periodontal atualmente &eacute; realizada, principalmente por meio das t&eacute;cnicas de regenera&ccedil;&atilde;o tecidual guiada e enxertos &oacute;sseos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Regenera&ccedil;&atilde;o Tecidual Guiada se baseia no princ&iacute;pio de que somente as c&eacute;lulas do ligamento periodontal possuem o potencial para regenerar o aparato da inser&ccedil;&atilde;o do dente, raz&atilde;o por que &eacute; realizada por meio do uso de uma barreira f&iacute;sica, para cobrir o osso e o ligamento periodontal, isolando&#45;os do epit&eacute;lio e conjuntivo gengivais, impedindo a migra&ccedil;&atilde;o desses dois tecidos para o interior da ferida cir&uacute;rgica e favorecendo o repovoamento da &aacute;rea por c&eacute;lulas origin&aacute;rias do ligamento periodontal e osso<Sup>4</Sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os Enxertos &Oacute;sseos consistem na coloca&ccedil;&atilde;o de materiais de preenchimento &oacute;sseo dentro do defeito periodontal. Esse material pode ser obtido do mesmo indiv&iacute;duo (enxerto aut&oacute;geno); de diferentes indiv&iacute;duos da mesma esp&eacute;cie (aloenxerto); de esp&eacute;cies diferentes (xenoenxerto) ou serem de origem sint&eacute;tica (alopl&aacute;sticos). Os materiais enxertados podem ainda ter potencial de formar novo osso a partir do pr&oacute;prio material devido &agrave; presen&ccedil;a de osteoblastos vivos funcionais no pr&oacute;prio enxerto (osteog&ecirc;nicos); induzir a prolifera&ccedil;&atilde;o e fun&ccedil;&atilde;o celular do osso em volta do enxerto (osteoindutores) ou ter apenas a capacidade de manter um arcabou&ccedil;o f&iacute;sico por onde o novo osso possa crescer (osteocondutores). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">De acordo com trabalhos cl&iacute;nicos e de revis&atilde;o sistem&aacute;tica, os enxertos &oacute;sseos aut&oacute;genos de origem intraoral apresentam bom potencial regenerativo periodontal. Os enxertos &oacute;sseos aut&oacute;genos resultam em ganhos de inser&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, principalmente em defeitos de 3 ou 2 paredes, concomitante a achados histol&oacute;gicos de cemento, ligamento periodontal e osso neoformado6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Aacute;reas doadoras para estes enxertos j&aacute; relatadas na literatura incluem alv&eacute;olos p&oacute;s&#45;extra&ccedil;&atilde;o, osso de rebordos desdentados, osso removido dos maxilares com trefina, osso neoformado em alv&eacute;olos ou em feridas especialmente criadas para este prop&oacute;sito e osso removido durante osteoplastia e osteotomia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">S&atilde;o relatados na literatura melhores resultados do osso aut&oacute;geno do tipo "enxerto de osso medular". Esse tipo de enxerto pode ser obtido da tuberosidade da maxila, de &aacute;reas ed&ecirc;ntulas e de alv&eacute;olos em cicatriza&ccedil;&atilde;o<Sup>5</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">N&atilde;o h&aacute;, na maioria dos trabalhos, distin&ccedil;&atilde;o entre o osso aut&oacute;geno obtido de alv&eacute;olo em cicatriza&ccedil;&atilde;o e o osso aut&oacute;geno obtido de cristas ed&ecirc;ntulas, &aacute;rea retromolar mandibular e tuberosidade maxilar, classificando&#45;se todos eles simplesmente como "enxerto aut&oacute;geno intraoral de osso esponjoso e medular"<Sup>5; 6; 7</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A t&eacute;cnica do enxerto de osso em neoforma&ccedil;&atilde;o foi descrita na d&eacute;cada de 60 e posteriormente, na de 808. Segundo os autores<Sup>8</Sup>, utiliza&#45;se osso jovem (aproximadamente de 4 semanas), obtido de &aacute;reas de cicatriza&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea que, colocado em defeitos periodontais, tem a capacidade de permanecer com sua viabilidade celular, principalmente devido a sua alta celularidade, o que o classificaria como um enxerto do tipo osteog&ecirc;nico. O material &oacute;sseo neoformado pode ser obtido a partir da extra&ccedil;&atilde;o de um dente ou da cria&ccedil;&atilde;o de um alv&eacute;olo cir&uacute;rgico, realizada 4 semanas antes do procedimento de enxerto. Para o enxerto, &eacute; feito um retalho total, a &aacute;rea do defeito &eacute; exposta, remove&#45;se o tecido de granula&ccedil;&atilde;o, a raiz &eacute; raspada, alisada e condicionada com &aacute;cido; a seguir, o material do enxerto &eacute; retirado do alv&eacute;olo em cicatriza&ccedil;&atilde;o, imediatamente colocado e cuidadosamente "condensado" no leito receptor com uma gaze umedecida com soro fisiol&oacute;gico. O retalho &eacute;, ent&atilde;o, posicionado e suturado. Os controles habituais p&oacute;s&#45;operat&oacute;rios devem ser feitos, garantindo, assim, a n&atilde;o ocorr&ecirc;ncia de ac&uacute;mulo significativo de biofilme no local. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outros autores<Sup>9</Sup> citam o enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o como um enxerto de osso medular e tecido reparacional, removido de alv&eacute;olos ou cavidades &oacute;sseas em cicatriza&ccedil;&atilde;o de 2 a 4 semanas, ap&oacute;s a remo&ccedil;&atilde;o do dente ou confec&ccedil;&atilde;o da cavidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apenas um trabalho cl&iacute;nico foi encontrado na literatura<Sup>8</Sup>. Este relata 3 casos cl&iacute;nicos de regenera&ccedil;&atilde;o periodontal, sendo dois deles utilizando a t&eacute;cnica do enxerto de osso em neoforma&ccedil;&atilde;o, associada ao ataque &aacute;cido da raiz. No primeiro caso descrito, foi realizado o enxerto no dente 15, com material obtido de um alv&eacute;olo em cicatriza&ccedil;&atilde;o do dente 18 que se encontrava incluso e foi extra&iacute;do 4 semanas antes do procedimento de enxerto. Os autores relatam que, ap&oacute;s 1 ano, observou&#45;se ganho real de inser&ccedil;&atilde;o &agrave; sondagem e ganho &oacute;sseo radiogr&aacute;fico com a obten&ccedil;&atilde;o de uma l&acirc;mina dura que sugere a forma&ccedil;&atilde;o de um ligamento periodontal entre o novo osso e o novo cemento formados. No segundo caso descrito no mesmo trabalho<Sup>8</Sup>, o osso em neoforma&ccedil;&atilde;o foi obtido de um alv&eacute;olo cir&uacute;rgico artificial, criado em uma &aacute;rea desdentada previamente &agrave; cirurgia de enxerto. Posteriormente, o enxerto foi realizado com o uso de uma membrana de nitrocelulose (Millipore) mantida no local por 4 semanas. N&atilde;o h&aacute; descri&ccedil;&atilde;o sobre o acompanhamento do caso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como a t&eacute;cnica do enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o se baseia no transporte de tecido vivo de um alv&eacute;olo com 2 a 4 semanas de cicatriza&ccedil;&atilde;o<Sup>8; 9</Sup>, faz&#45;se necess&aacute;rio o entendimento do que ocorre no alv&eacute;olo durante o reparo e, principalmente, no exato momento da coleta do material de enxerto, 2 a 4 semanas ap&oacute;s a exodontia ou confec&ccedil;&atilde;o do alv&eacute;olo artificial. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Imediatamente ap&oacute;s a exodontia, o alv&eacute;olo se enche de sangue, e o co&aacute;gulo &eacute; formado. Em bi&oacute;psias realizadas em humanos<Sup>10</Sup>, com 2 a 4 semanas de cicatriza&ccedil;&atilde;o, observou&#45;se a presen&ccedil;a de eritr&oacute;citos, c&eacute;lulas mesenquimais e grande quantidade de tecido de granula&ccedil;&atilde;o, sendo que este tecido foi sendo substitu&iacute;do por matriz provis&oacute;ria e osso prim&aacute;rio no intervalo de 2 a 8 semanas. Com 4 semanas, a matriz provis&oacute;ria inclu&iacute;a c&eacute;lulas mesenquimais, fibras densas, vasculariza&ccedil;&atilde;o e algumas c&eacute;lulas inflamat&oacute;rias. De uma maneira geral, entre 2 e 4 semanas, encontrou&#45;se muito tecido de granula&ccedil;&atilde;o, matriz provis&oacute;ria e pouco osso prim&aacute;rio que se mostrou em proje&ccedil;&otilde;es de tecido mineralizado na matriz de tecido conjuntivo e restrito mais &agrave; periferia do alv&eacute;olo. Apenas no per&iacute;odo de 6 a 8 semanas, observou&#45;se a substitui&ccedil;&atilde;o do tecido de granula&ccedil;&atilde;o por matriz provis&oacute;ria e osso prim&aacute;rio com grande quantidade de osteoblastos, e, no intervalo entre 6 e 24 semanas, o tecido &oacute;sseo j&aacute; estava presente ocupando entre 2 e 73% do tecido examinado. Osso lamelar e medular foi encontrado nas bi&oacute;psias realizadas entre 12 e 24 semanas. An&aacute;lises imuno&#45;histoqu&iacute;micas mostraram que marcadores para c&eacute;lulas endoteliais (CD31) e macr&oacute;fagos (CD68), indicando maior atividade de forma&ccedil;&atilde;o de tecido de granula&ccedil;&atilde;o, tiveram maior express&atilde;o no per&iacute;odo de 2 a 4 semanas, enquanto a maior express&atilde;o de marcadores para osteoblastos (BMP&#45;7 e Osteocalcina), indicando atividade de forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea, estavam presentes em maiores quantidades, no per&iacute;odo de 6 a 8 semanas<Sup>10</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s remo&ccedil;&atilde;o da raiz distal de pr&eacute;&#45;molares de c&atilde;es e acompanhamento do reparo alveolar<Sup>11</Sup>, observou&#45;se que com um dia de cicatriza&ccedil;&atilde;o, o co&aacute;gulo ocupava a maior parte do alv&eacute;olo, com a sua por&ccedil;&atilde;o marginal coberta por uma camada de c&eacute;lulas inflamat&oacute;rias, principalmente de neutr&oacute;filos. Com sete dias de cicatriza&ccedil;&atilde;o, detectou&#45;se uma matriz provis&oacute;ria no centro do alv&eacute;olo com matriz fibrosa, vasos sangu&iacute;neos rec&eacute;m&#45;formados, c&eacute;lulas mesenquimais imaturas, v&aacute;rios tipos de leuc&oacute;citos e fibras col&aacute;genas bem como res&iacute;duos do co&aacute;gulo e tecido de granula&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s 14 dias, a por&ccedil;&atilde;o marginal do alv&eacute;olo foi tomada por tecido conjuntivo rico em vasos e c&eacute;lulas inflamat&oacute;rias, havendo, ainda, a presen&ccedil;a de grandes quantidades de novo tecido duro. O osso prim&aacute;rio observado era rico em c&eacute;lulas e ocorreu junto aos vasos sangu&iacute;neos rec&eacute;m&#45;formados. O tecido conjuntivo provis&oacute;rio estava presente na parte central do alv&eacute;olo. Com 30 dias de cicatriza&ccedil;&atilde;o, observou&#45;se um tecido conjuntivo fibroso bem organizado, revestido de um epit&eacute;lio ceratinizado na superf&iacute;cie. V&aacute;rias partes apresentaram&#45;se com tecido &oacute;sseo rec&eacute;m&#45;formado, sendo este um osso com grande n&uacute;mero de osteons prim&aacute;rios e cont&iacute;nuos com o antigo osso da parede do alv&eacute;olo. Em algumas &aacute;reas, o tecido &oacute;sseo foi reabsorvido por a&ccedil;&atilde;o osteocl&aacute;stica, indicando que o processo modela&ccedil;&atilde;o/remodela&ccedil;&atilde;o do osso rec&eacute;m&#45;formado tinha come&ccedil;ado<Sup>11</Sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>DISCUSS&Atilde;O</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao iniciar a revis&atilde;o de literatura sobre o tema proposto, p&ocirc;de&#45;se observar que o enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o &eacute; pouco pesquisado. In&uacute;meros s&atilde;o os trabalhos que descrevem e classificam os enxertos &oacute;sseos, mas a maioria sequer cita o enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o, e, quando cita, limita&#45;se, apenas, &agrave; cita&ccedil;&atilde;o, sem ao menos descrever a t&eacute;cnica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao se analisar criticamente a t&eacute;cnica, considera&#45;se que devem ser respondidos os seguintes questionamentos: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. O que est&aacute; sendo removido exatamente do alv&eacute;olo em cicatriza&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a quarta semana p&oacute;s&#45;exodontia? </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. H&aacute; evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas histol&oacute;gicas e cl&iacute;nicas que sustentam o uso dessa t&eacute;cnica? </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A an&aacute;lise do reparo alveolar em humanos<Sup>10</Sup> permite concluir que, ao se colher material do alv&eacute;olo ap&oacute;s 4 semanas de cicatriza&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o preconizado por alguns autores<Sup>8 </Sup>ou de 2 a 4 semanas como preconizado por outros autores<Sup>9</Sup>, est&aacute; sendo coletado, basicamente, tecido de granula&ccedil;&atilde;o e matriz provis&oacute;ria, composta de c&eacute;lulas mesenquimais, matriz de tecido conjuntivo rica em col&aacute;geno, abund&acirc;ncia em estruturas vasculares, infiltrado de leuc&oacute;citos e pouco osso prim&aacute;rio. Pouca quantidade de c&eacute;lulas &oacute;sseas est&atilde;o presentes, com forma&ccedil;&atilde;o de osso prim&aacute;rio restrito apenas &agrave;s por&ccedil;&otilde;es apicais e laterais do alv&eacute;olo<Sup>10</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Isso equivale a algum ponto entre a descri&ccedil;&atilde;o de 7 dias e de 14 dias, quando se analisa o reparo alveolar em c&atilde;es, de metabolismo mais acelerado que os humanos. Aos 7 dias, o reparo consiste, basicamente de vasos sangu&iacute;neos neoformados, c&eacute;lulas mesenquimais imaturas, leuc&oacute;citos e fibras col&aacute;genas, sem nenhum osteoblasto em franca atividade de forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea, e, aos 14 dias, j&aacute; existe grande quantidade de osso prim&aacute;rio, depositado de forma centr&iacute;peta, ocupando quase todo o alv&eacute;olo<Sup>11</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Analisando em conjunto esses dados, podemos considerar que a t&eacute;cnica do enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o, de acordo como preconizada atualmente<Sup>8; 9</Sup>, est&aacute; transportando pequena quantidade de c&eacute;lulas &oacute;sseas. Isso ocorre, se for curetado o alv&eacute;olo at&eacute; as suas paredes, considerando&#45;se o padr&atilde;o centr&iacute;peto de forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea<Sup>11</Sup>. Uma maior quantidade de c&eacute;lulas &oacute;sseas e de osso prim&aacute;rio seria transportada, se a curetagem ocorresse no per&iacute;odo de 6 a 8 semanas<Sup>10, 11</Sup>. A an&aacute;lise imuno&#45;histoqu&iacute;mica do reparo alveolar tamb&eacute;m mostra que o material curetado do alv&eacute;olo em cicatriza&ccedil;&atilde;o para ser enxertado em outra &aacute;rea teria melhor qualidade, se a remo&ccedil;&atilde;o fosse feita com 6 a 8 semanas, pois, nesse per&iacute;odo, foi detectada maior quantidade de marcadores para forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea<Sup>10</Sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entanto, mais estudos s&atilde;o necess&aacute;rios para se determinar a viabilidade dessas c&eacute;lulas transportadas ap&oacute;s a coloca&ccedil;&atilde;o destas no leito receptor, para se saber se estas realmente sobrevivem ao transporte. Essa condi&ccedil;&atilde;o &eacute; imprescind&iacute;vel para se atestar realmente que esse tipo de enxerto tem capacidade osteog&ecirc;nica<Sup>12</Sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Ao analisar criticamente a literatura, nota&#45;se que h&aacute; pouca evid&ecirc;ncia cl&iacute;nica e radiogr&aacute;fica8 e n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncia histol&oacute;gica de que o enxerto &oacute;sseo aut&oacute;geno em neoforma&ccedil;&atilde;o promova regenera&ccedil;&atilde;o periodontal (novo osso, novo ligamento periodontal e novo cemento). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de haver relatos de que o uso do enxerto aut&oacute;geno de origem intraoral na regenera&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea, independentemente da origem, tem boa previsibilidade e bons &iacute;ndices de sucesso e de preenchimento &oacute;sseo<Sup>13</Sup>, nenhum trabalho mostra resultados espec&iacute;ficos com o uso do enxerto de osso em neoforma&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em um levantamento sobre as t&eacute;cnicas existentes<Sup>5</Sup>, duas tabelas comparativas foram apresentadas. Numa delas, 7 estudos cl&iacute;nicos em humanos e na outra, 9 estudos histol&oacute;gicos em animais utilizaram o enxerto aut&oacute;geno intraoral de osso esponjoso e medular, sendo que nenhum dos estudos em humanos e apenas um em animais utilizaram o enxerto de osso em neoforma&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em revis&atilde;o sistem&aacute;tica publicada em 2003, os autores<Sup>7 </Sup>chamam a aten&ccedil;&atilde;o, para que, embora haja poucas publica&ccedil;&otilde;es de estudos em humanos com enxertos &oacute;sseos aut&oacute;genos que tenham tido o rigor suficiente para se enquadrar nos seus crit&eacute;rios de inclus&atilde;o (apenas 4 trabalhos), h&aacute; evid&ecirc;ncias histol&oacute;gicas e cl&iacute;nicas que sugerem fortemente que a t&eacute;cnica do enxerto aut&oacute;geno favorece a forma&ccedil;&atilde;o de nova inser&ccedil;&atilde;o periodontal. No entanto, nenhum dos trabalhos avaliados pelos autores utilizou o osso em neoforma&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para recuperar refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas em peri&oacute;dicos indexados sobre o uso do enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o em humanos, a seguinte busca no sistema PubMed foi executada, utilizando&#45;se o seguinte protocolo, de acordo com o quadro 1. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este protocolo de busca inclui todos os artigos em Periodontia que tenham trabalhado com enxertos &oacute;sseos aut&oacute;genos a partir de 1962 (abrang&ecirc;ncia do sistema PubMed), excluindo&#45;se os artigos em que esse enxerto foi voltado para a coloca&ccedil;&atilde;o de implantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram recuperadas, ao final da busca, 160 refer&ecirc;ncias. Ap&oacute;s an&aacute;lise de uma a uma pelo t&iacute;tulo, observou&#45;se que apenas duas se referem ao enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o, sendo as duas de descri&ccedil;&otilde;es originais da t&eacute;cnica n&atilde;o havendo nenhum ensaio cl&iacute;nico randomizado. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>CONCLUS&Atilde;O</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas publicadas ap&oacute;s a descri&ccedil;&atilde;o original da t&eacute;cnica do enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o permitem sugerir que o tempo de 2 a 4 semanas ap&oacute;s a exodontia na qual &eacute; feita a coleta do material para enxerto aut&oacute;geno pode n&atilde;o ser o tempo ideal, para se conseguir maior quantidade e qualidade de c&eacute;lulas &oacute;sseas em franca atividade de forma&ccedil;&atilde;o. O per&iacute;odo de 6 a 8 semanas parece ser mais apropriado, por haver maior quantidade de osteoblastos e de citocinas envolvidas em atividade osteog&ecirc;nica; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Embora tenha sido descrita na d&eacute;cada de 60 e posteriormente na d&eacute;cada de 80 como uma t&eacute;cnica regenerativa promissora para tratamento de defeitos &oacute;sseos periodontais, o enxerto &oacute;sseo em neoforma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi alvo de novos trabalhos cient&iacute;ficos nos anos subsequentes, especialmente em ensaios cl&iacute;nicos randomizados, raz&atilde;o por que n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas publicadas que permitam assegurar que essa t&eacute;cnica resulte em forma&ccedil;&atilde;o detectada histologicamente de novo osso, novo ligamento periodontal e novo cemento. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1. Lindhe, J.; Karring, T.; Lang, N.P. Tratado de Periodontia Cl&iacute;nica e Implantologia Oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. p 630&#45;73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097797&pid=S1677-3888201000030000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 2. Wang, H.L.; Cooke, J. Periodontal regeneration techniques for treatment of periodontal diseases. Dent Clin N Am. 2005; 49: 637&#45;59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097799&pid=S1677-3888201000030000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Pereira, S.L.S.; Mota, O.M.L.; Carlos, M.X. Fundamentos de regenera&ccedil;&atilde;o periodontal. In: Paiva, J.S.; Almeida, R.V. Periodontia: a atua&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica baseada em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas, 2006. p 437&#45;50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097801&pid=S1677-3888201000030000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 4. Newman, M.G.; Takei, H.H.; Carranza, F.A. Periodontia Cl&iacute;nica. 10 edi&ccedil;&atilde;o. Rio de Janeiro: Sounders Elsevier, 2007. p 971&#45;83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097803&pid=S1677-3888201000030000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 5. Mellonig, J.T. Autogenous and allogeneic bone grafts in periodontal therapy. Crit Rev Oral Biol Med, 1992; 3(4): 333&#45;52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097805&pid=S1677-3888201000030000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 6. Novaes Jr., A.B. Tratamento dos defeitos intra&#45;&oacute;sseos. In: Paiva, J.S.; Almeida, R.V. Periodontia: a atua&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica baseada em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas, 2006. p 451&#45;82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097807&pid=S1677-3888201000030000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 7. Reynolds, M.A. et al. The efficacy of bone replacement grafts in the treatment of periodontal osseous defects. A systematic review. Ann Periodontol. 2003; 8(1): 227&#45;65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097809&pid=S1677-3888201000030000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 8. Campos Jr., A.; PassanezI, E.; Nah&aacute;s, D.; Greghi, S.L.A.; Seabra, E.G.; Bosco, A.F. T&eacute;cnicas combinadas para o tratamento regenerativo das les&otilde;es periodontais: associa&ccedil;&atilde;o entre enxerto &oacute;sseo neoformado, ataque &aacute;cido e cicatriza&ccedil;&atilde;o dirigida para les&otilde;es infra&#45;&oacute;sseas e para les&atilde;o de furca classe II. RGO. 1990; 38(4): 287&#45;94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097811&pid=S1677-3888201000030000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 9. Marcantonio Jr. E. et al. Biomateriais em periodontia. In: Paiva, J.S.; Almeida, R.V. Periodontia: a atua&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica baseada em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. 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Cardaropoli, G.; Ara&uacute;jo, M.; Lindhe, J. Dynamics of bone tis&#45;sue formation in tooth extraction sites. An experimental study in dogs. J Clin Periodontol. 2003; 30: 809&#45;18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097817&pid=S1677-3888201000030000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 12. Precheur, H.V. Bone graft materials. Dent Clin N Am. 2007; 51:729&#45;46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097819&pid=S1677-3888201000030000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 13. Rosen, P.S.; Reynolds, M.A.; Bower, G.M. The treatment of intrabony defects with bone grafts. Periodontology 2000. 2000; 22: 88&#45;103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=097821&pid=S1677-3888201000030000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/occ/v9n3/seta.jpg" border="0"></a> <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Fl&aacute;vio Roberto Guerra Seabra    <br>   Av. Amintas Barros, 3678/201 &#45; Bl. 2     <br>   Lagoa Nova     Natal&#45;RN    <br>   CEP: 59075&#45;250 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido para publica&ccedil;&atilde;o: 06/10/09     <br>   Aceito para publica&ccedil;&atilde;o: 25/01/10 </font></p>      ]]></body>
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