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<journal-title><![CDATA[Odontologia Clínico-Científica (Online)]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do índice de placa bacteriana e sua relação com a condição física e o acondicionamento das escovas dentais]]></article-title>
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<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1677-38882010000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1677-38882010000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1677-38882010000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[OBJETIVO: o presente estudo buscou avaliar o índice de placa bacteriana e sua relação com a condição física e o acondicionamento das escovas dentais. MÉTODOS: participaram do estudo 96 crianças em tratamento dentário em uma clínica odontologia de uma universidade privada de Alfenas/MG. Para a coleta de dados, utilizou-se o Índice de Performace em Higiene do Paciente. Os dados foram tabulados no GraphPad Prism e tratados estatisticamente. RESULTADOS: a condição física com grau 0 mostrou significância estatística entre os índices: bom e ruim, predominando o índice bom; com o grau 1, entre os índices bom e ruim, bom e péssimo e regular e ruim, predominando o ruim; com o grau 2, entre os índices muito bom e ruim, bom e péssimo, predominando o ruim e bom e ruim, bom e péssimo, predominando o péssimo. Com relação ao acondicionamento das escovas dentais, observou-se que 67,7% das crianças utilizam armarinho e 32,3%, porta-escovas. CONCLUSÃO: o maior índice de placa se situou entre regular e ruim, e o bom estado das escovas e o acondicionamento em porta-escovas se relacionaram com menores índices de placa.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: This study aimed to assess the rate of plaque and its relation with physical fitness and conditioning of the toothbrushes. METHODS: The study enrolled 96 children in dental treatment in a dental clinic at a private university Alfenas-MG. To collect data we used the Performance Index in Patient Care. Data were plotted in GraphPad Prism and treated statistically. RESULTS: The physical condition with grade 0, showed statistical significance between the indices: good and bad, predominantly good content, with Grade 1, between the indices both good and bad, good and bad and fair and poor, predominantly poor, with grade 2, between the indices very good and bad, good and bad, mainly the bad and good and bad, good and bad, mainly the poor. With respect to packaging of toothbrushes, it was observed that 67.7% of children use haberdashery and 32.3%, brush holders. CONCLUSION: the plaque index was between fair and poor and good condition of the brushes and brush holders in preparation correlated with lower levels of plaque.]]></p></abstract>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Pediatric Dentistry]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b> ORIGINAL  ARTICE</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="4" face="verdana"><B> <a name="tx"></a>Avalia&ccedil;&atilde;o  do &iacute;ndice de placa bacteriana e sua rela&ccedil;&atilde;o com a condi&ccedil;&atilde;o  f&iacute;sica e o acondicionamento das escovas dentais </B></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana"><b>Assessment  of plaque index and its relationship with physical fitness and conditioning of  toothbrushes </b></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Jordana  Aparecida Dias<SUP>I</SUP>; Ana Maria Duarte Dias Costa<SUP>II</SUP>; F&aacute;bio  de Souza Terra<SUP>III</SUP>; Rosane Dias Costa<SUP>IV</SUP>; Marina Dias Costa<SUP>IV</SUP>;  Helo&iacute;sa Helena Vieira Zanetti<SUP>V</SUP></b> </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana"><SUP>I</SUP>Graduada  em Odontologia pela Universidade Jos&eacute; do Ros&aacute;rio Vellano (UNIFENAS)  <SUP>    <br> II</SUP>Professora Doutora do Curso de Odontologia e Medicina da Universidade  Jos&eacute; do Ros&aacute;rio Vellano (UNIFENAS) <SUP>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> III</SUP>Doutorando  em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Ribeir&atilde;o Preto da Universidade  de S&atilde;o Paulo (EERP&#45;USP)    <br> <SUP>IV</SUP>M&eacute;dica e Mestre em  Cl&iacute;nica M&eacute;dica pela Santa Casa de Belo Horizonte    <br> <SUP>V</SUP>Mestre  em Educa&ccedil;&atilde;o e Professora da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG)  </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#nt">Endere&ccedil;o para  correspond&ecirc;ncia</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p><hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>RESUMO  </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana"><b>OBJETIVO:</b> o presente estudo  buscou avaliar o &iacute;ndice de placa bacteriana e sua rela&ccedil;&atilde;o  com a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e o acondicionamento das escovas dentais.      <br> <b>M&Eacute;TODOS:</b> participaram do estudo 96 crian&ccedil;as em tratamento  dent&aacute;rio em uma cl&iacute;nica odontologia de uma universidade privada  de Alfenas/MG. Para a coleta de dados, utilizou&#45;se o &Iacute;ndice de Performace  em Higiene do Paciente. Os dados foram tabulados no GraphPad Prism e tratados  estatisticamente.     <br> <b>RESULTADOS:</b> a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica  com grau 0 mostrou signific&acirc;ncia estat&iacute;stica entre os &iacute;ndices:  bom e ruim, predominando o &iacute;ndice bom; com o grau 1, entre os &iacute;ndices  bom e ruim, bom e p&eacute;ssimo e regular e ruim, predominando o ruim; com o  grau 2, entre os &iacute;ndices muito bom e ruim, bom e p&eacute;ssimo, predominando  o ruim e bom e ruim, bom e p&eacute;ssimo, predominando o p&eacute;ssimo. Com  rela&ccedil;&atilde;o ao acondicionamento das escovas dentais, observou&#45;se  que 67,7% das crian&ccedil;as utilizam armarinho e 32,3%, porta&#45;escovas.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>  <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> o maior &iacute;ndice de placa se situou entre regular  e ruim, e o bom estado das escovas e o acondicionamento em porta&#45;escovas se  relacionaram com menores &iacute;ndices de placa. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana"><B>Descritores:  </B>Placa dent&aacute;ria; Escova&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria; Odontopediatria  </font></p><hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT  </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana"><b>OBJECTIVE:</b> This study aimed  to assess the rate of plaque and its relation with physical fitness and conditioning  of the toothbrushes.     <br> <b>METHODS:</b> The study enrolled 96 children in dental  treatment in a dental clinic at a private university Alfenas&#45;MG. To collect  data we used the Performance Index in Patient Care. Data were plotted in GraphPad  Prism and treated statistically.     <br> <b>RESULTS:</b> The physical condition with  grade 0, showed statistical significance between the indices: good and bad, predominantly  good content, with Grade 1, between the indices both good and bad, good and bad  and fair and poor, predominantly poor, with grade 2, between the indices very  good and bad, good and bad, mainly the bad and good and bad, good and bad, mainly  the poor. With respect to packaging of toothbrushes, it was observed that 67.7%  of children use haberdashery and 32.3%, brush holders.    <br> <b>CONCLUSION:</b>  the plaque index was between fair and poor and good condition of the brushes and  brush holders in preparation correlated with lower levels of plaque.. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords:</B>  Dental plaque; Toothbrushing; Pediatric Dentistry </font></p><hr size="1" noshade>      <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">O  uso de um instrumento para estagnar a putrefa&ccedil;&atilde;o dos dentes foi  primeiramente mencionado pelo m&eacute;dico indiano Sushuruta em 600 a.C, mas,  apenas entre 1400 e 1500 d.C., come&ccedil;aram a surgir as primeiras escovas  do m&eacute;dico D'arcolo<SUP>1</SUP></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">  Os agentes etiol&oacute;gicos da c&aacute;rie dent&aacute;ria e da doen&ccedil;a  periodontal s&atilde;o constitu&iacute;dos de microorganismos do biofilme dent&aacute;rio.  O biofilme periodontopatog&ecirc;nico forma&#45;se com a aus&ecirc;ncia da higiene  bucal, enquanto o biofilme cariog&ecirc;nico resulta da m&aacute; higiene associada  ao consumo de sacarose, de forma que o controle preventivo da c&aacute;rie e da  doen&ccedil;a periodontal baseia&#45;se na remo&ccedil;&atilde;o e na desorganiza&ccedil;&atilde;o  desse biofilme por meio da escova&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria<SUP>2,3</SUP>.  A remo&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica do biofilme dental &eacute; uma medida  preventiva, e a escova dental &eacute; um recurso simples, eficaz, com alcance  coletivo e boa repercuss&atilde;o social &#150; indispens&aacute;vel para a realiza&ccedil;&atilde;o  da higiene bucal com vistas &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de  bucal, podendo, assim, ser considerada uma arma na preven&ccedil;&atilde;o da  c&aacute;rie e da doen&ccedil;a periodontal <SUP>4,5</SUP>. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Ainda  que os diferentes m&eacute;todos de escova&ccedil;&atilde;o possam ser efetivos  na remo&ccedil;&atilde;o da placa, sua indica&ccedil;&atilde;o deve ser feita  de acordo com a necessidade do paciente. Deve&#45;se lembrar que mais importante  que a escolha de um m&eacute;todo de escova&ccedil;&atilde;o &eacute; a disposi&ccedil;&atilde;o  do paciente de higienizar efetivamente os dentes. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">A  escova dental &eacute; um instrumento auxiliar na higieniza&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria  de uso relativamente recente, embora possa ser uma fonte de transmiss&atilde;o  de microorganismos, caso n&atilde;o seja armazenada de forma correta. O local  de acondicionamento deve permitir que a escova fique sempre limpa e tenha uma  secagem r&aacute;pida, alem de evitar o contato com outras escovas, pois ela pode  ser contaminada por microrganismos, entre os quais os coliformes fecais<SUP>3,5,6</SUP>.  </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Segundo a American Dental Association  (ADA), a troca da escova deveria ocorrer ap&oacute;s um per&iacute;odo de uso  de tr&ecirc;s a quatro meses, entretanto os brasileiros que deveriam consumir  600 milh&otilde;es de unidades por ano, consomem apenas 90 milh&otilde;es de unidades/anos,  o que leva &agrave; suspeita de que tal troca n&atilde;o obedece a tal per&iacute;odo<SUP>7</SUP>.  Diante do exposto, fica evidente a import&acirc;ncia do uso de uma escova bem  conservada e em condi&ccedil;&otilde;es higi&ecirc;nicas satisfat&oacute;rias,  visto esta atuar como uma "faca de dois gumes", favorecendo, de um lado, a higieniza&ccedil;&atilde;o  e conserva&ccedil;&atilde;o dos dentes saud&aacute;veis e, de outro, comprometendo  a sa&uacute;de destes. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Assim, este  estudo teve por objetivo avaliar o &iacute;ndice de placa bacteriana e sua rela&ccedil;&atilde;o  com a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e o acondicionamento das escovas dentais  de crian&ccedil;as. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana"><B> MATERIAL  E M&Eacute;TODO </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo foi  submetido &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica e  Pesquisa, envolvendo seres humanos da Universidade Jos&eacute; do Ros&aacute;rio  Vellano (UNIFENAS), sendo aprovado sob protocolo nº 221/2009. Anteriormente &agrave;  coleta de dados, foi mantido contato com os pais ou respons&aacute;veis pelas  crian&ccedil;as em reuni&atilde;o previamente marcada. Ap&oacute;s esclarecimento  dos objetivos da pesquisa, os pais e/ou respons&aacute;veis que permitiram a observa&ccedil;&atilde;o  das escovas dos seus filhos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.  </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A amostra estudada constituiu&#45;se  de 96 crian&ccedil;as/escovas de 4 a 10 anos de idade, de ambos os sexos, em tratamento  odontol&oacute;gico na Cl&iacute;nica Odontopedi&aacute;trica de uma universidade  privada no munic&iacute;pio de Alfenas/MG. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Os  dados coletados foram direcionados &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice  de placa bacteriana, das condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e da forma de  acondicionamento das escovas dentais. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Para  a coleta dos dados referentes &agrave;s crian&ccedil;as, foi elaborada uma ficha  cl&iacute;nica, anotando&#45;se os n&iacute;veis de placa por meio do &Iacute;ndice  de Performace em Higiene do Paciente (PHP) desenvolvido e validado por Podshadley  e Halley<SUP>8</SUP>. Esse &iacute;ndice &eacute; espec&iacute;fico para avalia&ccedil;&atilde;o  da placa, medindo sua exist&ecirc;ncia na superf&iacute;cie vestibular dos incisivos  central superior e inferior, direito e esquerdo, incisivos lateral superior e  inferior, direito e esquerdo e primeiros molares superior e inferior, direito  e esquerdo, o qual s&atilde;o classificados em muito bom, bom, regular, ruim ou  p&eacute;ssimo<SUP>9</SUP>. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">O &iacute;ndice  utilizado para a avalia&ccedil;&atilde;o macrosc&oacute;pica da condi&ccedil;&atilde;o  f&iacute;sica das escovas dentais em uso foi o utilizado por Rawls et al.<SUP>10</SUP>,  sendo baseado na diverg&ecirc;ncia e no espa&ccedil;amento das cerdas, avaliando  o deterioro e o desgaste das escovas dentais. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">A  classifica&ccedil;&atilde;o de deterioro e desgaste consiste no enquadramento  em uma escala decrescente de 0 a 3, em que o grau 0 refere&#45;se &agrave;s escovas  das quais n&atilde;o se tem certeza do seu uso. No grau 1, as cerdas est&atilde;o  divergentes dentro de alguns tufos, mas a escova &eacute; considerada de pouco  uso. No grau 2, os tufos de cerdas, na sua maioria, est&atilde;o divergentes (curvados  e inclinados), com tufos cobrindo outros tufos. Entretanto no grau 3, a maioria  dos tufos est&aacute; encoberta, com muitas cerdas divergentes, sendo a escova  considerada impr&oacute;pria para o uso. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Para  a avalia&ccedil;&atilde;o da forma de acondicionamento das escovas dentais, foi  observado o local onde eram guardadas as escovas bem como seu tipo, se armazenadas  em arm&aacute;rios de banheiro, porta&#45;escovas ou se n&atilde;o havia local  espec&iacute;fico para seu armazenamento. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s  a coleta dos dados e a categoriza&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis, foi realizada  a transfer&ecirc;ncia dos valores para o Programa GraphPad Prism 5. As an&aacute;lises  estat&iacute;sticas dos resultados foram analisadas, aplicando&#45;se os testes  estat&iacute;sticos An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia (Anova) + Compara&ccedil;&atilde;o  m&uacute;ltipla com o teste de Tukey. Considerou&#45;se o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia  de 5%, ou seja, os dados foram estatisticamente significantes para p&lt;0,05.  </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana"><B> RESULTADOS </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Na  avalia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de placa, segundo o PHP, observou&#45;se  que 3,12% foi classificado como Muito Bom, 23,95% como Bom, 38,54% Regular, 27,08%  como Ruim e 5,20% como P&eacute;ssimo (<a href="#grf01">Gr&aacute;fico 1</a>).  </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="grf01"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n3/a14grf01.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="2" face="Verdana">Quando  se aplicou o teste ANOVA e compara&ccedil;&atilde;o m&uacute;ltipla pelo Teste  de Tukey, na avalia&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas  das escovas, comparadas com o &iacute;ndice de placa, observou&#45;se que, relacionado  &agrave;s escovas classificadas com grau 0, houve signific&acirc;ncia estat&iacute;stica  (p&lt;0,05) entre os &iacute;ndices de placa Bom e Ruim, predominando o &iacute;ndice  Bom; com o grau 1, houve signific&acirc;ncia estat&iacute;stica (p&lt;0,05) entre  os &iacute;ndices de placa Bom e Ruim, Bom e P&eacute;ssimo e Regular e Ruim,  sucessivamente, predominando o &iacute;ndice Ruim; com o grau 2, houve signific&acirc;ncia  estat&iacute;stica (p&lt;0,05) entre os &iacute;ndices de placa Muito Bom e Ruim,  Bom e P&eacute;ssimo, predominando o &iacute;ndice Ruim e Bom e Ruim, Bom e P&eacute;ssimo,  predominando &iacute;ndice P&eacute;ssimo; com o grau 3, n&atilde;o houve signific&acirc;ncia  estat&iacute;stica (p&gt;0,05) entre os &iacute;ndices de placa Regular e Ruim,  Regular e P&eacute;ssimo e Ruim e P&eacute;ssimo. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Ao  se avaliar a forma de acondicionamento das escovas dentais, foi observado que  67,7% utilizam o armarinho, e 32,3%, porta&#45;escovas (<a href="#grf02">Gr&aacute;fico  2</a>). Ao se relacionar a forma de acondicionamento das escovas com as condi&ccedil;&otilde;es  f&iacute;sicas destas, n&atilde;o se observou diferen&ccedil;a estatisticamente  significante (p&gt;0,05), quando se aplicou o teste ANOVA e compara&ccedil;&atilde;o  m&uacute;ltipla pelo Teste de Tukey. </font></p>    <p><a name="grf02"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n3/a14grf02.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><B>  DISCUSS&Atilde;O </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">O uso regular  da pr&aacute;tica da higiene oral &eacute; um requisito para a elimina&ccedil;&atilde;o  adequada da placa. Al&eacute;m da instru&ccedil;&atilde;o e motiva&ccedil;&atilde;o,  os profissionais devem tamb&eacute;m indicar os dispositivos adequados para esse  fim<SUP>5</SUP>. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">A partir do momento  que a placa dental foi considerada o fator causal principal da c&aacute;rie e  doen&ccedil;as periodontais, &eacute; de suma import&acirc;ncia seu controle e  preven&ccedil;&atilde;o para diminuir a incid&ecirc;ncia dessas patologias bucais,  sendo a escova dent&aacute;ria considerada o instrumento mais efetivo para a remo&ccedil;&atilde;o  do biofilme bucal, fator etiol&oacute;gico principal do desenvolvimento destas<SUP>  11</SUP>. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Neste estudo, foi observado  o &iacute;ndice de placa bacteriana de crian&ccedil;as em tratamento na cl&iacute;nica  odontopedi&aacute;trica de uma universidade privada no munic&iacute;pio de Alfenas/MG,  comparando&#45;o com a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e o acondicionamento  das escovas dentais. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Vale ressaltar  que a capacidade de limpeza da escova vai diminuindo &agrave; medida que suas  cerdas v&atilde;o se abrindo e se emaranhando. Com isso, pode&#45;se observar  que as escovas novas removem melhor a placa do que as velhas<SUP>6</SUP>. </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Na  avalia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de placa, 38,54% das crian&ccedil;as  examinadas apresentaram um &iacute;ndice Regular, e 27,08%, Ruim, e a condi&ccedil;&atilde;o  f&iacute;sica de maior porcentagem das escovas se situou entre os escores 1 e  2, o que pode ser considerado uma condi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria  de desgaste destas. Os escores 0 e 1 que demonstram o bom estado das escovas se  relacionaram com os menores &iacute;ndices de placa, ao passo que os maiores &iacute;ndices  predominaram com os escores 2 e 3. Tal ocorr&ecirc;ncia pode comprometer a efici&ecirc;ncia  da remo&ccedil;&atilde;o e da desorganiza&ccedil;&atilde;o do biofilme dent&aacute;rio<SUP>6,3</SUP>.  Esse fato merece aten&ccedil;&atilde;o especial por se tratar de crian&ccedil;as  que est&atilde;o em tratamento por profissionais que possuem capacidade de influenciar  diretamente, no estabelecimento de pr&aacute;ticas corretas de sa&uacute;de<SUP>1</SUP>.  </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Quanto ao acondicionamento das escovas  dentais, 65,62% encontravam&#45;se armazenadas em armarinhos, e o restante, em  porta&#45;escovas. O local de armazenamento relacionado &agrave; condi&ccedil;&atilde;o  f&iacute;sica das escovas n&atilde;o demonstrou signific&acirc;ncia estat&iacute;stica.  Entretanto, em rela&ccedil;&atilde;o ao &iacute;ndice de placa, 87,87% das escovas  armazenadas em porta&#45;escovas tiveram um &iacute;ndice de placa entre Muito  Bom e Regular, enquanto que as armazenadas em armarinho apresentaram somente 67,32%.  Tal fato sugere que o acondicionamento em porta&#45;escovas diminui o risco de  contamina&ccedil;&atilde;o das escovas, o que confirma a observa&ccedil;&atilde;o  de Long, Santos e Nascimento<SUP>5</SUP>, de que o local de acondicionamento deve  permitir que a escova fique sempre limpa e tenha uma secagem r&aacute;pida, al&eacute;m  de evitar o contato com outras escovas, pois esta pode ser contaminada por microrganismos,  entre os quais o coliformes fecais. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana"><B>  CONCLUS&Otilde;ES </B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Pode&#45;se  concluir que: o maior &iacute;ndice de placa dental das crian&ccedil;as examinadas  situou&#45;se entre Regular e Ruim, respectivamente, e o bom estado das escovas  e o acondicionamento em porta&#45;escovas se relacionaram com os menores &iacute;ndices  de placa. </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Diante dessas conclus&otilde;es,  sugere&#45;se a necessidade de os profissionais dentistas orientarem e motivarem  seus pacientes quanto ao correto uso e acondicionamento das escovas dentais bem  como a t&eacute;cnica adequada de higiene oral. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana"><B>  REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1. Ferreira  RA. Driblando a c&aacute;rie. Rev Assoc Paul Cir Dent. 1996; 50(1): 8&#45;15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099522&pid=S1677-3888201000030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 2. Alves MSCF; Lima KC. Placa bacteriana:  composi&ccedil;&atilde;o, mecanismo de forma&ccedil;&atilde;o e metabolismo. In:  Oliveira AGRC, Albuquerque AJ, Rego DM, Silva EM. Odontologia Preventiva e Social.  Natal: EDUFRN; 1997. p. 28&#45;41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099524&pid=S1677-3888201000030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">  3. Silveira CS, Semman FS, Maciel, EV, Chavasco JK. Avalia&ccedil;&atilde;o da  efici&ecirc;ncia do porta&#45;escovas na preven&ccedil;&atilde;o da contamina&ccedil;&atilde;o  de escovas dentais por coliformes fecais e parasitas intestinais. Rev CROMG. 2002;  8(1): 65&#45;8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099526&pid=S1677-3888201000030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 4. Barros Z. Cariologia:  uma vil&atilde; pr&eacute;&#45;hist&oacute;rica. Rev ABO Nac. 1994; 2: 283&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099528&pid=S1677-3888201000030001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 5. Long SR, Santos AS, Nascimento  CMO. Avalia&ccedil;&atilde;o da contamina&ccedil;&atilde;o de escovas dentais  por enterobact&eacute;rias. Rev Ondontol Univ Santo Amaro. 2000; 5 (1): 21&#45;5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099530&pid=S1677-3888201000030001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 6. Barros OB, Pernambuco R A, Tomila  NE. Escovas dentais. P&oacute;s&#45; Gradua&ccedil;&atilde;o em Revista. 2001;  4(1): 32&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099532&pid=S1677-3888201000030001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 7. Brand&atilde;o  LMS, Coelho RS, Silveira JLGC. Avalia&ccedil;&atilde;o do uso e acondicionamento  de escovas dent&aacute;rias em creches. Pesq. Bras Odontoped Clin Integr. 2001;  1(2): 37&#45;41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099534&pid=S1677-3888201000030001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 8. Podshadley AG,  Halley JC. A method for evaluating oral hygiene performance. Publ Health Rep.  1968; 83: 259&#45;64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099536&pid=S1677-3888201000030001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 9. Pinto VG.  Sa&uacute;de bucal coletiva. S&atilde;o Paulo: Editora Santos; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099538&pid=S1677-3888201000030001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">  10. Rawls HR, Mkwayi&#45;Tulloch NJ, Casella R, Cosgrove R. The measurement of  toothbrush wear. J Dent Res. 1989; 68: 1781&#45;5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099540&pid=S1677-3888201000030001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11.  Nyvad B. The role of oral hygiene. In: Fejerskov O, Kidd E. Dental caries, the  disease and its clinical management. Oxford: Blackwell Munskgaard; 2003. p.171&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=099542&pid=S1677-3888201000030001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/occ/v9n3/seta.jpg" border="0"></a>  Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</b>    <br> Ana Maria Duarte Dias Costa    <br>  Rua Presidente Artur Bernardes, 655 &#45; Centro     ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Alfenas/MG     <br> CEP: 37130&#45;000      <br> email: <a href="mailto:ana.costa2@yahoo.com.br">ana.costa2@yahoo.com.br</a>    <br>  Telefone: (35) 8827 2375 </font></p>    <p><font size="2" face="Verdana">Recebido  para publica&ccedil;&atilde;o: 10/05/10     <br> Aceito para publica&ccedil;&atilde;o:  15/07/10 </font></p>      ]]></body>
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