<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1677-3888</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Odontologia Clínico-Científica (Online)]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Odontol. Clín.-Cient. (Online)]]></abbrev-journal-title>
<issn>1677-3888</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1677-38882010000400015</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação das atitudes de prevenção de infecção cruzada através de inspeção visual nas clínicas de graduação da Faculdade de Odontologia de Pernambuco - FOP/UPE]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessment of the prevention's attitudes of cross infection by visual inspection in medical college of graduate of dentistry of Pernambuco - FOP / UPE]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Gabriela Macedo de Freitas]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Gustavo de Aguiar]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Priscilla Mata de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burgos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Maria Eleonora de Araújo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de Pernambuco Faculdade de Odontologia de Pernambuco ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de Pernambuco Faculdade de Odontologia de Pernambuco ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2010</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2010</year>
</pub-date>
<volume>9</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>349</fpage>
<lpage>353</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1677-38882010000400015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1677-38882010000400015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1677-38882010000400015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente trabalho tem como objetivo avaliar as atitudes de prevenção de infecção através de inspeção visual nas clínicas de graduação da Faculdade de Odontologia de Pernambuco - FOP/UPE. A coleta de dados foi realizada através da técnica observacional, por meio de instrumento do tipo roteiro estruturado , o qual abordou aspectos, como: ambientes de trabalho; proteção da cadeira odontológica, equipo e unidade auxiliar para o atendimento e proteção do operador antes, durante e após a execução do trabalho. De acordo com os resultados, o ambiente de trabalho das clínicas da FOP apresentou falhas, não inviabilizando, contudo, a prática clínica. O controle de infecção cruzada por parte dos operadores foi inadequado.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to assess the attitudes of prevention of infection by visual inspection in nursing graduate of the Faculty of Dentistry of Pernambuco - FOP / UPE. Data collection was performed using observational, by type of instrument structured interview, which addressed issues such as work environments, protecting the dental chair team and auxiliary unit for the care and protection of the operator before, during and after the performance of work. According to the results, the working environment of the FOP had clinical failures, however, not detrimental to clinical practice. The control of cross infection by operators was inadequate.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Odontologia]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Controle de infecção]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Biossegurança]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Dental]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Infection Control]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Biosafety]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b> ORIGINAL ARTICE </font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><a name="tx"></a><b>Avalia&ccedil;&atilde;o das atitudes de preven&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&atilde;o cruzada atrav&eacute;s de inspe&ccedil;&atilde;o visual nas cl&iacute;nicas de gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Odontologia de Pernambuco &#150; FOP/UPE </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Assessment of the prevention's attitudes of cross infection by visual inspection in medical college of graduate of dentistry of Pernambuco &#45; FOP / UPE </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Gabriela Macedo de Freitas Oliveira<SUP>I</SUP>; Gustavo de Aguiar Ribeiro<SUP>I</SUP>; Priscilla Mata de Oliveira<SUP>I</SUP>; Maria Eleonora de Ara&uacute;jo Burgos<sup>II</sup> </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Acad&ecirc;micas da Faculdade de Odontologia de Pernambuco da Universidade de Pernambuco &#45; FOP/UPE    <br>   <SUP>II</SUP>Professora Adjunta. Doutora da Disciplina de Periodontia da Faculdade de Odontologia de Pernambuco da Universidade de Pernambuco &#45; FOP/UPE</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#nt">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente trabalho tem como objetivo avaliar as atitudes de preven&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de inspe&ccedil;&atilde;o visual nas cl&iacute;nicas de gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Odontologia de Pernambuco &#150; FOP/UPE. A coleta de dados foi realizada atrav&eacute;s da t&eacute;cnica observacional, por meio de instrumento do tipo roteiro estruturado , o qual abordou aspectos, como: ambientes de trabalho; prote&ccedil;&atilde;o da cadeira odontol&oacute;gica, equipo e unidade auxiliar para o atendimento e prote&ccedil;&atilde;o do operador antes, durante e ap&oacute;s a execu&ccedil;&atilde;o do trabalho. De acordo com os resultados, o ambiente de trabalho das cl&iacute;nicas da FOP apresentou falhas, n&atilde;o inviabilizando, contudo, a pr&aacute;tica cl&iacute;nica. O controle de infec&ccedil;&atilde;o cruzada por parte dos operadores foi inadequado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Descritores: </b>Odontologia; Controle de infec&ccedil;&atilde;o; Biosseguran&ccedil;a. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This study aims to assess the attitudes of prevention of infection by visual inspection in nursing graduate of the Faculty of Dentistry of Pernambuco &#45; FOP / UPE. Data collection was performed using observational, by type of instrument structured interview, which addressed issues such as work environments, protecting the dental chair team and auxiliary unit for the care and protection of the operator before, during and after the performance of work. According to the results, the working environment of the FOP had clinical failures, however, not detrimental to clinical practice. The control of cross infection by operators was inadequate. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>Dental, Infection Control, Biosafety. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O controle da infec&ccedil;&atilde;o cruzada &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o do conjunto de todas as medidas de preven&ccedil;&atilde;o contra a contamina&ccedil;&atilde;o. Os ambientes (cl&iacute;nicas, consult&oacute;rios e laborat&oacute;rios) e os processos de trabalho odontol&oacute;gico apresentam riscos de natureza f&iacute;sica, qu&iacute;mica e biol&oacute;gica aos que frequentam tais ambientes e aos que nele trabalham<SUP>1</SUP>. &Oacute;rg&atilde;os internacionais reconhecidos mundialmente, como a American Dental Association (ADA), j&aacute; vinham recomendando medidas para controle de infec&ccedil;&atilde;o cruzada nos atendimentos odontol&oacute;gicos. Por&eacute;m, foi com a emerg&ecirc;ncia da AIDS, no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 80, que as comunidades de sa&uacute;de foram alertadas para o real perigo da transmiss&atilde;o ocupacional de doen&ccedil;as infecciosas, iniciando&#45;se um forte movimento para a ado&ccedil;&atilde;o de um programa para controle de infec&ccedil;&atilde;o cruzada nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, visando reduzir os riscos tanto para os profissionais quanto para os pacientes<SUP>2</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m do v&iacute;rus HIV e os da hepatite B, C e D, outras mol&eacute;stias infecciosas transmiss&iacute;veis, como mononucleose , herpes simples I e II e tuberculose, s&atilde;o reconhecidas como uma amea&ccedil;a constante para os profissionais de Odontologia e seus pacientes<SUP>3</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os acidentes punct&oacute;rios permanecem, ainda, como os maiores riscos de transmiss&atilde;o de HBV e HIV para os profissionais de sa&uacute;de em geral e profissionais da Odontologia em particular atrav&eacute;s do contato com sangue, em virtude de que nem todos os pacientes portadores de HIV, HBV ou outros pat&oacute;genos importantes podem ser identificados previamente &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de um procedimento invasivo. Por isso, &eacute; recomendado que todos os pacientes, indiscriminadamente, sejam considerados potencialmente contaminados e que , consequentemente, precau&ccedil;&otilde;es padronizadas sejam utilizadas em todos os procedimentos<SUP>4</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante dessa nova realidade, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de passou a orientar que a estrutura&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica, para alcan&ccedil;ar amplo impacto social , caracterizado pelo controle de infec&ccedil;&atilde;o na sua pr&aacute;tica, deve ser tratada no &acirc;mbito da reforma sanit&aacute;ria, de conformidade com o disposto na Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira, se&ccedil;&atilde;o II, e nas leis federais 8.080, de 19/09/90 e 8.142, de 28/12/90. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os protocolos propostos atribuem &ecirc;nfase especial &agrave;s barreiras de prote&ccedil;&atilde;o contra microrganismos. Para os profissionais da sa&uacute;de , recomendam o uso de avental, gorro, &oacute;culos, luvas e m&aacute;scaras descart&aacute;veis. Para as pontas e certas superf&iacute;cies (o encosto de cabe&ccedil;a, por exemplo), indicam o recobrimento com filmes pl&aacute;sticos, trocados no intervalo de cada atendimento. Para redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de part&iacute;culas microbianas suspensas no ar, pode &#45;se lan&ccedil;ar m&atilde;o do dique de borracha, associado ao sugador de alta pot&ecirc;ncia<SUP>5</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A vacina&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada uma das mais importantes medidas de preven&ccedil;&atilde;o de aquisi&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&otilde;es6. O dentista pertence ao grupo de risco para a Hepatite B, com incid&ecirc;ncia pelo menos tr&ecirc;s vezes maior que a popula&ccedil;&atilde;o em geral . Para esse grupo, a forma mais efetiva de preven&ccedil;&atilde;o &eacute; a vacina<SUP>7</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o ao paciente, antes de iniciar qualquer interven&ccedil;&atilde;o, solicitar a este que fa&ccedil;a um bochecho com solu&ccedil;&atilde;o antiss&eacute;ptica (por exemplo, digluconato de clorexidina a 0,12% &#45; Periogard); realizar a antissepsia da face do paciente (aplic&aacute;vel a situa&ccedil;&otilde;es de preparo para cirurgia intrabucal); antes de inserir o isolamento absoluto, promover sempre a profilaxia dental, usando ta&ccedil;a de borracha e uma pasta profil&aacute;tica ou pedra pome em p&oacute; veiculada em digluconato de clorexidina a 0,12%; sempre proteger o paciente e o pr&oacute;prio campo operat&oacute;rio com pano de campo descart&aacute;vel, &oacute;culos de prote&ccedil;&atilde;o e fornecer um guardanapo de papel absorvente<SUP>8</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que diz respeito ao profissional e pessoal auxiliar, devem ser observados cuidados, como: lavagem das m&atilde;os com sabonete l&iacute;quido de caracter&iacute;stica antiss&eacute;ptica, antes e ap&oacute;s qualquer procedimento; secagem das m&atilde;os com papel toalha; uso adequado de EPI's e de luvas descart&aacute;veis, quando necess&aacute;rio. As luvas devem ser usadas em todos os procedimentos, com todos os pacientes. Tamb&eacute;m devem ser utilizadas para contato com materiais, instrumentos e equipamentos contaminados e durante o processo de limpeza desses materiais e do ambiente<SUP>2</SUP>. A s m&aacute;scaras devem ser com filtro duplo, descart&aacute;veis e de tamanho suficiente para cobrir completamente a boca e o nariz <SUP>9</SUP>. Os &oacute;culos com prote&ccedil;&otilde;es laterais devem ser utilizados por todos os membros da equipe odontol&oacute;gica e pelo paciente<SUP>9,10</SUP>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">De acordo com os cuidados aos instrumentos e materiais, &eacute; desej&aacute;vel a elimina&ccedil;&atilde;o total (esteriliza&ccedil;&atilde;o) ou, pelo menos, parcial (desinfec&ccedil;&atilde;o) da carga microbiana dos instrumentos e materiais a ser em empregados no tratamento dos pacientes<SUP>8</SUP>. Todo o processo de limpeza, desinfec&ccedil;&atilde;o ou esteriliza&ccedil;&atilde;o de materiais deve ser centralizado em um local especial, uma sala de tratamento de materiais<SUP>2</SUP>. Os res&iacute;duos contaminados devem ser separados , identificados e colocados em saco pl&aacute;stico resistente, prevenindo seu espalhamento para o ambiente. Os res&iacute;duos p&eacute;rfuro&#45;cortantes devem ser colocados em recipientes r&iacute;gidos com boca pequena ou recipientes resistentes, sendo todo o material contaminado, descartado em condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas<SUP>8, 11</SUP>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Alguns relatos na literatura t&ecirc;m demonstrado que as vias de transmiss&atilde;o de mol&eacute;stias infecciosas, identificadas em um consult&oacute;rio odontol&oacute;gico, representam assunto de maior import&acirc;ncia, por&eacute;m estas vias n&atilde;o s&atilde;o levadas a s&eacute;rio pelos profissionais de odontologia. Estudos j&aacute; identificaram defici&ecirc;ncias dos acad&ecirc;micos dos &uacute;ltimos per&iacute;odos dos Cursos de Odontologia de faculdade p&uacute;blica e privada bem como por parte dos profissionais formados em diferentes &eacute;pocas , com rela&ccedil;&atilde;o ao controle de infec&ccedil;&otilde;es no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico<SUP>12</SUP>, o que &eacute; agravado pela aus&ecirc;ncia de normas preestabelecidas e de regulamenta&ccedil;&atilde;o precisa para o exerc&iacute;cio das diversas especialidades, fazendo com que a qualidade e seguran&ccedil;a dos tratamentos decorram apenas do senso de responsabilidade de cada profissional. Portanto, para evitar que isso ocorra, o dentista deve seguir um programa efetivo de normas de assepsia, como: a) avalia&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o ao paciente; b) prote&ccedil;&atilde;o pessoal; c) esteriliza&ccedil;&atilde;o e desinfec&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica; d) assepsia de equipamentos; e) destino adequado do lixo para material contaminado e p&eacute;rfuro&#45;cortante, objetivando contribuir para um maior conhecimento da biosseguran&ccedil;a. As atitudes de preven&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&atilde;o cruzada foram avaliadas atrav&eacute;s de inspe&ccedil;&atilde;o visual nas cl&iacute;nicas de gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Odontologia de Pernambuco &#150; FOP/UPE. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>METODOLOGIA </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo foi realizado nas cl&iacute;nicas de gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Odontologia de Pernambuco &#150; FOP/UPE (cl&iacute;nica 01 &#150; dent&iacute;stica, cirurgia e periodontia / cl&iacute;nica 02 &#150; endodontia e odontopediatria / cl&iacute;nica 03 &#150; semiologia e cirurgia / cl&iacute;nica 04 &#150; integrada e periodontia / cl&iacute;nica 05 &#150; pr&oacute;tese). A popula&ccedil;&atilde;o estudada foi composta por 87 estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o citada. Foi considerada uma amostra censit&aacute;ria dos estudantes durante a realiza&ccedil;&atilde;o de procedimentos cl&iacute;nicos. Estes foram escolhidos aleatoriamente, tendo&#45;se o cuidado de uma pessoa n&atilde;o ser analisada mais de uma vez. A observa&ccedil;&atilde;o ocorreu durante o tratamento do paciente, em procedimentos n&atilde;o cir&uacute;rgicos, em sess&otilde;es cl&iacute;nicas completas, sem que os operadores tivessem o conhecimento do prop&oacute;sito da avalia&ccedil;&atilde;o, a fim de analisar o qu&atilde;o consistentes s&atilde;o seus procedimentos de controle de infec&ccedil;&atilde;o. O Crit&eacute;rio de Inclus&atilde;o se deu atrav&eacute;s da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os operadores que n&atilde;o concordaram foram automaticamente exclu&iacute;dos do estudo. Trata&#45;se de um estudo observacional com delineamento transversal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A coleta de dados foi realizada por meio de instrumento do tipo roteiro estruturado, o qual abordou aspectos, como: ambientes de trabalho; prote&ccedil;&atilde;o da cadeira odontol&oacute;gica, equipo e unidade auxiliar para o atendimento e prote&ccedil;&atilde;o do operador antes, durante e ap&oacute;s a execu&ccedil;&atilde;o do trabalho, sendo os resultados referentes &agrave; observa&ccedil;&atilde;o dos alunos, comparados por sexo e per&iacute;odo. Para a an&aacute;lise dos dados , foram utilizadas t&eacute;cnicas de estat&iacute;stica descritiva e t&eacute;cnica de estat&iacute;stica inferencial (teste Qui&#45;quadrado de Pearson ou o teste Exato de Fisher). O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia utilizado na decis&atilde;o dos testes estat&iacute;sticos foi de 5%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab01">tabela 1</a> mostra os resultados referentes aos ambientes de trabalho das cl&iacute;nicas de gradua&ccedil;&atilde;o da FOP/UPE: </font></p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15tab01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com os resultados, nenhuma cl&iacute;nica possu&iacute;a: piso ideal; detergente l&iacute;quido dispon&iacute;vel em todas as pias; desinfec&ccedil;&atilde;o ou prote&ccedil;&atilde;o do cabe&ccedil;ote do aparelho de raios x; separa&ccedil;&atilde;o do lixo contaminado. Todas as cl&iacute;nicas tinham: toalhas descart&aacute;veis; renova&ccedil;&atilde;o de ar (sob a forma de ar condicionado); sistema de suc&ccedil;&atilde;o; separa&ccedil;&atilde;o dos p&eacute;rfuro&#45;cortantes (ANVISA). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi visto tamb&eacute;m que o n&uacute;mero de equipos das cinco cl&iacute;nicas variou de 14 a 22, sendo que tr&ecirc;s cl&iacute;nicas tinham, no m&aacute;ximo, 06 pias , ou seja, a rela&ccedil;&atilde;o equipo/pia encontrava&#45;se defasada. O n&uacute;mero de lix eiras variou de 11 a 16, o que nos remete que o n&uacute;mero de lixeiras tamb&eacute;m n&atilde;o era compat&iacute;vel com o n&uacute;mero de equipos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os 87 alunos pesquisados, 31 (35,6%) eram do sexo masculino, e 56 (64,4%), do sexo feminino, como se ilustra no <a href="#grf01">Gr&aacute;fico 1</a>. </font></p>     <p><a name="grf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf01.jpg"></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do grupo pesquisado, 20 (23,0%) estavam cursando o    6o per&iacute;odo, 19 (21,8%), o 7o per&iacute;odo, 28 (32,2%), o 8o per&iacute;odo,    e 20 (23,0%), o 9o per&iacute;odo, como podemos ver no <a href="#grf02">Gr&aacute;fico 2</a></font>.</p>     <p><a name="grf02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere ao preparo da cadeira odontol&oacute;gica, equipo e unidade auxiliar antes do procedimento, destaca&#45;se que nenhum aluno fez: recobrimento do cabe&ccedil;ote do aparelho de raios x; desinfec&ccedil;&atilde;o da mangueira do sugador. A maioria fez: recobrimento dos bra&ccedil;os (87,4%); recobrimento das al&ccedil;as do refletor (94,3%); recobrimento das pe&ccedil;as de m&atilde;o: tr&iacute;plice (75,9%); recobrimento da bandeja auxiliar (97,7%) e mesa auxiliar (70,1%); usou ponta do sugador descart&aacute;vel (97,7%). Menos da metade dos alunos fez: recobrimento das pe&ccedil;as de m&atilde;o: alta rota&ccedil;&atilde;o (40,2%) e micromotor (39,1%); recobrimento da mangueira do sugador (43,7%). A diferen&ccedil;a significativa entre os sexos se deu apenas no que diz respeito ao recobrimento da mesa auxiliar que foi maior no sexo feminino, como podemos ver no <a href="#grf03">Gr&aacute;fico 3</a>. Com rela&ccedil;&atilde;o aos per&iacute;odos, os alunos do 6º/7º per&iacute;odos foram mais cuidadosos no recobrimento da mesa auxiliar , e, al&eacute;m desse item, tamb&eacute;m foram mais cuidadosos no recobrimento das pe&ccedil;as de m&atilde;o (<a href="#grf04">Gr&aacute;ficos 4</a> e <a href="#grf05">5</a>). </font></p>     <p><a name="grf03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="grf04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf04.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="grf05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; prote&ccedil;&atilde;o do operador antes do atendimento, destaca&#45;se que a maioria utilizava protetor ocular com veda&ccedil;&atilde;o lateral (78,2%). Todos utilizavam: jaleco; gorro; m&aacute;scara; luvas . Mais de metade: utilizava babador (57,3%); retirava j&oacute;ias/rel&oacute;gio antes do atendimento (51,7%); lavava as m&atilde;os antes do atendimento (58,6%); colocava saco de lixo no porta&#45;detritos (63,2%). A maioria: n&atilde;o desinfetava os objetos que ficavam sobre o equipo (85,1%); n&atilde;o fornecia antiss&eacute;ptico para bochechos (67,8%). Relacionando os sexos, as mulheres se mostraram novamente mais cuidadosas em alguns itens (fornecimento de antiss&eacute;ptico para bochechos e coloca&ccedil;&atilde;o de saco de lixo no porta&#45;detritos), como &eacute; mostrado no <a href="#grf06">Gr&aacute;fico 6</a>. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; diferen&ccedil;a entre os per&iacute;odos, tivemos a lavagem das m&atilde;os antes do atendimento, significativamente superior entre os alunos do 8º/9º per&iacute;odos, como est&aacute; ilustrado no <a href="#grf07">Gr&aacute;fico 7</a>. </font></p>     <p><a name="grf06"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="grf07"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf07.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O fato de os alunos do 8º e 9º per&iacute;odos lavarem mais as m&atilde;os antes do atendimento nos remete &agrave; import&acirc;ncia de a quantidade de pias ser compat&iacute;vel com o n&uacute;mero de equipos, uma vez que uma pia de f&aacute;cil acesso ajuda no h&aacute;bito da   lavagem das m&atilde;os, o que pode ser comprovado em nossa pesquisa.   Os alunos dos per&iacute;odos referidos j&aacute; est&atilde;o na cl&iacute;nica integrada,   em que o n&uacute;mero de pias &eacute; compat&iacute;vel com o n&uacute;mero   de equipos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s observa&ccedil;&otilde;es durante o atendimento,   destaca&#45;se que a maioria: tocava no paciente (85,4%); trocava   o envolt&oacute;rio da tr&iacute;plice (70,8%); desinfetava a alta rota&ccedil;&atilde;o   (55,3%) e micromotor (53,2%); descartava o babador   (77,1%%). Com exce&ccedil;&atilde;o de um, os demais descartaram o sugador.   Mais da metade: trocava ou desinfetava o recobrimento   da bandeja auxiliar (56,3%); lavava as m&atilde;os antes de trocar as   luvas (53,3%). Nenhum aluno fez a limpeza da cuspideira. Para   nenhum dos itens, verifica&#45;se diferen&ccedil;a significativa entre os   sexos (p &gt; 0,05). Os dados obtidos durante o atendimento n&atilde;o   foram comparados por per&iacute;odo, pois os alunos do 6º e 7º atendem,   apenas, um paciente por turno, o que impede a compara&ccedil;&atilde;o   dos resultados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Para as observa&ccedil;&otilde;es depois do atendimento, destaca&#45;se   que a maioria lavava os instrumentais com detergente/sab&atilde;o   da cl&iacute;nica (83,9%) e com luva de procedimento (51,7%); usava   clorexidina (57,5%) para limpar/lavar/desinfetar as pe&ccedil;as de   m&atilde;o; higienizava as m&atilde;os ap&oacute;s o procedimento (83,9%). Todos   os demais itens foram minoria, sendo que os percentuais foram   menos elevados para uso de: detergente/sab&atilde;o pr&oacute;prio   (11,5%) ou apenas &aacute;gua (1,1%) para lavagem de instrumentais;   uso de povidine (1,1%) ou &aacute;gua e sab&atilde;o (5,7%) para limpar/   lavar/desinfetar as pe&ccedil;as de m&atilde;o; lavagem de punho/antebra&ccedil;o   (8,0%) e rosto (3,4%) no item de higieniza&ccedil;&atilde;o   pessoal. Para os procedimentos realizados ap&oacute;s o atendimento,   as mulheres mostraram mais uma vez ter mais   atitudes preventivas para o controle de infec&ccedil;&atilde;o. Para isso, elas utilizavam detergente/sab&atilde;o pr&oacute;prios (pois o fornecido nas cl&iacute;nicas n&atilde;o &eacute; o ideal, estando sempre muito dilu&iacute;do) e tamb&eacute;m se preocupando mais em lavarem seus instrumentais com luvas de borracha, como mostram os <a href="#grf08">Gr&aacute;ficos 8</a> e <a href="#grf09">9</a>, respectivamente. As diferen&ccedil;as significativas entre os per&iacute;odos podem ser resumidas na utiliza&ccedil;&atilde;o de detergente/sab&atilde;o pr&oacute;prio e na utiliza&ccedil;&atilde;o de luvas para lavagem dos instrumentais (maior entre os alunos do 8º e 9º), como mostram os <a href="#grf10">Gr&aacute;ficos 10</a> e <a href="#grf11">11</a>. </font></p>     <p><a name="grf08"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf08.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="grf09"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf09.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="grf10"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf10.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="grf11"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/a15grf11.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conforme as exig&ecirc;ncias dos servi&ccedil;os de vigil&acirc;ncia vigentes, os ambientes de trabalho de todas as cl&iacute;nicas da FOP apresentaram falhas , sem, contudo, inviabilizar a pr&aacute;tica cl&iacute;nica. A maioria dos alunos seguiu as normas para recobrimento dos equipamentos, falhando apenas no recobrimento dos cabe&ccedil;otes dos aparelhos de raios x e dos bot&otilde;es de controle das cadeiras. Na prote&ccedil;&atilde;o individual, todos utilizavam jaleco, gorro, m&aacute;scara e luvas. A maioria utilizava &oacute;culos com veda&ccedil;&atilde;o lateral. Falharam por n&atilde;o oferecerem antiss&eacute;pticos para os pacientes bochecharem antes do procedimento e por n&atilde;o desinfetarem objetos sobre o equipo. Quando foi comparada a diferen&ccedil;a entre os sexos na conduta dos alunos, na maioria dos itens, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa, exceto em alguns deles, em que as mulheres foram mais cuidadosas. Quando foram comparados os per&iacute;odos , os alunos do sexto e s&eacute;timo foram mais cuidadosos em rela&ccedil;&atilde;o aos recobrimentos da mesa auxiliar, micromotor e alta rota&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m os alunos do oitavo e nono per&iacute;odos foram mais cuidadosos na lavagem das m&atilde;os . Ainda existem muitas neglig&ecirc;ncias com o controle de infec&ccedil;&otilde;es na conduta dos alunos pesquisados da FOP/UPE. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS </b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1. Narvai PC. Texto de Apoio ao desenvolvimento de atividades did&aacute;ticas do Curso de Especializa&ccedil;&atilde;o em Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria da Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo. Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria e Sa&uacute;de Bucal , 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102328&pid=S1677-3888201000040001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 2. Discacciati JAC, Neves AD, Pordeus IA. Aids e controle de infec&ccedil;&atilde;o cruzada na pr&aacute;tica odontol&oacute;gica: percep&ccedil;&atilde;o e atitudes dos pacientes. Rev Odontol Univ 1999; 13 (1): 75&#45;82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102330&pid=S1677-3888201000040001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 3. Rodrigues MP, Sobrinho MD, Silva EM. Os cirurgi&otilde;es&#45;dentistas e as representa&ccedil;&otilde;es sociais da Aids, Rio de Janeiro. Ci&ecirc;nc. sa&uacute;de coletiva 2005; 10(2).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102332&pid=S1677-3888201000040001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 4. Machado GL, Kather JM. Estudo do controle da infec&ccedil;&atilde;o cruzada utilizada pelos cirurgi&otilde;es&#45;dentistas de Taubat&eacute;, Taubat&eacute;. Rev. Bioci&ecirc;nc. 2002; 8(1):37&#45;44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102334&pid=S1677-3888201000040001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 5. Cardoso Jorge A O. Princ&iacute;pios de Biosseguran&ccedil;a em Odontologia. Rev. Bioci&ecirc;nc. 2002; 8(1): 7&#45;17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102336&pid=S1677-3888201000040001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 6. Carmo MRC, Costa AMDD. Procedimentos de biosseguran&ccedil;a em Odontologia. JBC J. Bras. Cl&iacute;n. Est&eacute;t. Odontol 2001; 5:116&#45;9 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102338&pid=S1677-3888201000040001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> <font size="2" face="Verdana">7. &Acirc;ngelo AR, Queiroga AS, Gon&ccedil;alves LFF, et al. Hepatite B: Conhecimento e Pr&aacute;tica dos Alunos de Odontologia da UFPB. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2007; 7(3): 211&#45;216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102339&pid=S1677-3888201000040001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 8. Konkewicz LR. Controle de Infec&ccedil;&atilde;o em Odontologia. Anti&#45;S&eacute;pticos e Desinfetantes. In: Wannmacher L, Ferreira MBC. Farmacologia cl&iacute;nica para dentistas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 1999; 221&#45;231.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102341&pid=S1677-3888201000040001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 9. Costa MAF, Costa MFBDA, Melo NSFO. Biosseguran&ccedil;a: ambientes hospitalares e odontol&oacute;gicos / Biosecurity: hospitalar and dental &aacute;reas, 2000. 130 p. ilus. (BR).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102343&pid=S1677-3888201000040001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Tipple AFV. As Interfaces do Controle de Infec&ccedil;&atilde;o em uma Institui&ccedil;&atilde;o de Ensino Odontol&oacute;gico. Revista Eletr&ocirc;nica de Enfermagem 2002; 4(1): 67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102345&pid=S1677-3888201000040001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 11. Russo EMA, Carvalho RCR, Lorenzo JL, Netto NG, et al. Avalia&ccedil;&atilde;o da intensidade de contamina&ccedil;&atilde;o de pontas de seringa tr&iacute;plice. Pesqui. Odontol. Bras. 2000; 14(3).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102347&pid=S1677-3888201000040001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 12. Cunha VJ, Rocha SC, Onofre MA, Campos AA, et al. Avalia&ccedil;&auml;o do controle da infec&ccedil;&auml;o cruzada nas cl&iacute;nicas de gradua&ccedil;&auml;o do curso de odontologia. Rev. odontol. UNESP 1997; 2: 307&#45;16 ilus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=102349&pid=S1677-3888201000040001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/occ/v9n4/seta.jpg" border="0"></a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia    <br>   </b>Maria Eleonora de Ara&uacute;jo Burgos    <br>   Av. General Newton Cavalcanti, 1650 &#45; Tabatinga &#45; Camaragibe &#45; PE/BR &#45; CEP: 54753&#45;220    <br>   Telefone: (81)34581088    <br>   Email: <a href="mailto:eleonoraburgos@uol.com">eleonoraburgos@uol.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido para publica&ccedil;&atilde;o: 01/07/10    <br>   Aceito para publica&ccedil;&atilde;o: 17/08/10 </font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Narvai]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Texto de Apoio ao desenvolvimento de atividades didáticas do Curso de Especialização em Vigilância Sanitária da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-name><![CDATA[Vigilância Sanitária e Saúde Bucal]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Discacciati]]></surname>
<given-names><![CDATA[JAC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neves]]></surname>
<given-names><![CDATA[AD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pordeus]]></surname>
<given-names><![CDATA[IA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aids e controle de infecção cruzada na prática odontológica: percepção e atitudes dos pacientes]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Odontol Univ]]></source>
<year>1999</year>
<volume>13</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>75-82</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sobrinho]]></surname>
<given-names><![CDATA[MD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Os cirurgiões-dentistas e as representações sociais da Aids, Rio de Janeiro]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc. saúde coletiva]]></source>
<year>2005</year>
<volume>10</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Machado]]></surname>
<given-names><![CDATA[GL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kather]]></surname>
<given-names><![CDATA[JM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo do controle da infecção cruzada utilizada pelos cirurgiões-dentistas de Taubaté, Taubaté: Rev]]></article-title>
<source><![CDATA[Biociênc]]></source>
<year>2002</year>
<volume>8</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>37-44</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Cardoso Jorge A O</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Princípios de Biossegurança em Odontologia: Rev]]></article-title>
<source><![CDATA[Biociênc]]></source>
<year>2002</year>
<volume>8</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>7-17</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carmo]]></surname>
<given-names><![CDATA[MRC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[AMDD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Procedimentos de biossegurança em Odontologia: JBC J. Bras. Clín. Estét]]></article-title>
<source><![CDATA[Odontol]]></source>
<year>2001</year>
<volume>5</volume>
<page-range>116-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ângelo]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Queiroga]]></surname>
<given-names><![CDATA[AS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[LFF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hepatite B: Conhecimento e Prática dos Alunos de Odontologia da UFPB]]></article-title>
<source><![CDATA[Pesq Bras Odontoped Clin Integr]]></source>
<year>2007</year>
<volume>7</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>211-216</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Konkewicz]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Controle de Infecção em Odontologia: Anti-Sépticos e Desinfetantes]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Wannmacher]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Farmacologia clínica para dentistas]]></source>
<year>1999</year>
<edition>2</edition>
<page-range>221-231</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[MAF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[MFBDA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Melo]]></surname>
<given-names><![CDATA[NSFO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Biossegurança: ambientes hospitalares e odontológicos /]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[Biosecurity ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[hospitalar and dental áreas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tipple]]></surname>
<given-names><![CDATA[AFV]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[As Interfaces do Controle de Infecção em uma Instituição de Ensino Odontológico]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Eletrônica de Enfermagem]]></source>
<year>2002</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>67</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Russo]]></surname>
<given-names><![CDATA[EMA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[RCR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lorenzo]]></surname>
<given-names><![CDATA[JL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Netto]]></surname>
<given-names><![CDATA[NG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da intensidade de contaminação de pontas de seringa tríplice]]></article-title>
<source><![CDATA[Pesqui. Odontol. Bras]]></source>
<year>2000</year>
<volume>14</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[VJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[SC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Onofre]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Campos]]></surname>
<given-names><![CDATA[AA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliaçäo do controle da infecçäo cruzada nas clínicas de graduaçäo do curso de odontologia]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. odontol. UNESP]]></source>
<year>1997</year>
<volume>2</volume>
<page-range>307-16</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
