<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1677-3888</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Odontologia Clínico-Científica (Online)]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Odontol. Clín.-Cient. (Online)]]></abbrev-journal-title>
<issn>1677-3888</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1677-38882016000100002</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[ANSIEDADE RELACIONADA AO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO EM PACIENTES INFANTIS: UMA REVISÃO DA LITERATURA]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[PREVALENCE OF DENTAL ANXIETY IN PEDIATRIC PATIENTS: A REVIEW OF THE LITERATURE]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Azoubel Barreto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Kamila]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Salvador Marques de Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[Daniela]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Soares]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fernanda Cunha]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Colares]]></surname>
<given-names><![CDATA[Viviane]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,FOP-UPE  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,FOP-UPE  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>1</fpage>
<lpage>5</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1677-38882016000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1677-38882016000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1677-38882016000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Objetivo: Determinar a prevalência de ansiedade relacionada ao tratamento odontológico em pacientes infantis. Métodos: Revisão da literatura, realizada através da busca ativa de informações na Biblioteca Virtual em Saúde (www.bireme.br) nas bases de dados MEDLINE e LILACS, totalizando a produção bibliográfica de um período de 10 anos (2004-2013). Foram adotados os seguintes descritores: "Ansiedade ao tratamento odontológico" e "Prevalência", de forma integrada. E foram utilizados os seguintes filtros: como limite, crianças e pré-escolares; publicados nos idiomas inglês, espanhol ou em português; e do tipo artigo científico. A seleção dos artigos, através da análise dos resumos, teve como critérios de inclusão: assunto principal relacionado a ansiedade odontológica indicando sua prevalência, população com idade de até 14 anos de idade (crianças) e amostra representativa da população escolar ou da população em geral. O processo de análise para avaliação e seleção dos artigos foi realizado por dois pesquisadores, de forma independente, com posterior confronto dos resultados para obtenção dos textos selecionados por consenso. Em casos de divergência ou dúvidas quanto à inclusão do trabalho, houve a participação de um terceiro pesquisador avaliador. Resultados: O total de referências obtidos através dessa busca foi de 353, que após o uso dos filtros, resultou em 57 artigos. Sendo que destes, 11 foram selecionados para esse estudo. A ansiedade odontológica variou de 6,1% a 74,1% em diferentes países. Conclusão: Observouse uma elevada variação na prevalência de ansiedade odontológica nos estudos investigados, com percentuais significativos nas populações estudadas.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To determine the prevalence of dental anxiety treatment in pediatric patients. Methods: Review of the literature performed by actively seeking information on the Virtual Health Library (www.bireme. br) in MEDLINE and LILACS databases, totaling a bibliographic production to a period of 10 years (2004- 2013). The following parameters were adopted: "Dental anxiety" and "Prevalence", in an integrated manner. And the following filters were used: as limit, children and preschoolers; published in English, Spanish or Portuguese languages; and scientific article type. A selection of articles, by reviewing the abstracts, had the following inclusion criteria: primary issue related to dental anxiety indicating its prevalence, population aged less than 14 years (children) and representative sample of the school population or the general population. The review process for evaluation and selection of articles was conducted by two researchers, independently, with subsequent comparison of the results to obtain the texts selected by consensus. In cases of disagreement or doubt as to the work inclusion, there was the participation of a third appraiser researcher. Results: The total number of references obtained through that search was 353, which after using filters, resulted in 57 articles. And of these, 11 were selected for this study. Dental anxiety ranged from 6.1% to 74.1% in different countries. Conclusion: There was a high variation in the prevalence of dental anxiety in studies investigated, with significant percentages in the populations studied.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Ansiedade ao tratamento odontológico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Criança]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Prevalência]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Dental anxiety]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[child]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[prevalence]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="righ"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Artigos de Revis&atilde;o / Review Articles</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>ANSIEDADE RELACIONADA AO TRATAMENTO ODONTOL&Oacute;GICO EM PACIENTES INFANTIS: UMA REVIS&Atilde;O DA LITERATURA</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>PREVALENCE OF DENTAL ANXIETY IN PEDIATRIC PATIENTS: A REVIEW OF THE LITERATURE</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Kamila Azoubel Barreto<sup>I</sup>; </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Daniela Salvador Marques de Lima<sup>I</sup></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>; </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fernanda Cunha Soares<sup>I</sup></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>; </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Viviane Colares<sup>II</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Doutoranda do Programa de P&oacute;s - gradua&ccedil;&atilde;o em Odontopediatria - Faculdade de Odontologia de Pernambuco - FOP-UPE    <br>   <sup>II</sup> Professora associada da Universidade de Pernambuco (FOP-UPE), Professora adjunta da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pesquisadora colaboradora do Academic Centre of Dentistry of Amsterdam (ACTA), Holanda</font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia :</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Determinar a preval&ecirc;ncia de ansiedade relacionada ao tratamento odontol&oacute;gico em pacientes infantis. M&eacute;todos: Revis&atilde;o da literatura, realizada atrav&eacute;s da busca ativa de informa&ccedil;&otilde;es na Biblioteca Virtual em Sa&uacute;de (www.bireme.br) nas bases de dados MEDLINE e LILACS, totalizando a produ&ccedil;&atilde;o bibliogr&aacute;fica de um per&iacute;odo de 10 anos (2004-2013). Foram adotados os seguintes descritores: &quot;Ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico&quot; e &quot;Preval&ecirc;ncia&quot;, de forma integrada. E foram utilizados os seguintes filtros: como limite, crian&ccedil;as e pr&eacute;-escolares; publicados nos idiomas ingl&ecirc;s, espanhol ou em portugu&ecirc;s; e do tipo artigo cient&iacute;fico. A sele&ccedil;&atilde;o dos artigos, atrav&eacute;s da an&aacute;lise dos resumos, teve como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: assunto principal relacionado a ansiedade odontol&oacute;gica indicando sua preval&ecirc;ncia, popula&ccedil;&atilde;o com idade de at&eacute; 14 anos de idade (crian&ccedil;as) e amostra representativa da popula&ccedil;&atilde;o escolar ou da popula&ccedil;&atilde;o em geral. O processo de an&aacute;lise para avalia&ccedil;&atilde;o e sele&ccedil;&atilde;o dos artigos foi realizado por dois pesquisadores, de forma independente, com posterior confronto dos resultados para obten&ccedil;&atilde;o dos textos selecionados por consenso. Em casos de diverg&ecirc;ncia ou d&uacute;vidas quanto &agrave; inclus&atilde;o do trabalho, houve a participa&ccedil;&atilde;o de um terceiro pesquisador avaliador. Resultados: O total de refer&ecirc;ncias obtidos atrav&eacute;s dessa busca foi de 353, que ap&oacute;s o uso dos filtros, resultou em 57 artigos. Sendo que destes, 11 foram selecionados para esse estudo. A ansiedade odontol&oacute;gica variou de 6,1% a 74,1% em diferentes pa&iacute;ses. Conclus&atilde;o: Observouse uma elevada varia&ccedil;&atilde;o na preval&ecirc;ncia de ansiedade odontol&oacute;gica nos estudos investigados, com percentuais significativos nas popula&ccedil;&otilde;es estudadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores:</B> Ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico; Crian&ccedil;a; Preval&ecirc;ncia</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ABSTRACT</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Objective: To determine the prevalence of dental anxiety treatment in pediatric patients. Methods: Review of the literature performed by actively seeking information on the Virtual Health Library (www.bireme. br) in MEDLINE and LILACS databases, totaling a bibliographic production to a period of 10 years (2004- 2013). The following parameters were adopted: &quot;Dental anxiety&quot; and &quot;Prevalence&quot;, in an integrated manner. And the following filters were used: as limit, children and preschoolers; published in English, Spanish or Portuguese languages; and scientific article type. A selection of articles, by reviewing the abstracts, had the following inclusion criteria: primary issue related to dental anxiety indicating its prevalence, population aged less than 14 years (children) and representative sample of the school population or the general population. The review process for evaluation and selection of articles was conducted by two researchers, independently, with subsequent comparison of the results to obtain the texts selected by consensus. In cases of disagreement or doubt as to the work inclusion, there was the participation of a third appraiser researcher. Results: The total number of references obtained through that search was 353, which after using filters, resulted in 57 articles. And of these, 11 were selected for this study. Dental anxiety ranged from 6.1% to 74.1% in different countries. Conclusion: There was a high variation in the prevalence of dental anxiety in studies investigated, with significant percentages in the populations studied.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords:</B> Dental anxiety; child; prevalence</font></p> <hr size="1" noshade>     <p></p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico &eacute; um problema comum que afeta pessoas de todas as idades e se desenvolve principalmente na inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia<sup>1</sup>. Em crian&ccedil;as de 3-6 anos de idade, a ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico &eacute; parte da ansiedade geral<sup>2</sup>. Com o desenvolvimento intelectual e org&acirc;nico, os medos de situa&ccedil;&otilde;es e de pessoas estranhas, assim como o medo de les&atilde;o corporal e a ansiedade geral s&atilde;o reduzidos, o que preparam as crian&ccedil;as para conviver no ambiente social din&acirc;mico<sup>2,3,4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Numa abordagem psicol&oacute;gica, a diminui&ccedil;&atilde;o da ansiedade est&aacute; relacionada &agrave; fase do desenvolvimento em que se encontra a crian&ccedil;a, ou seja, se ela j&aacute; apresenta uma maior independ&ecirc;ncia dos pais, tem boas rela&ccedil;&otilde;es com grupos e pares, e dormem durante toda a noite. E, espera-se que em </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> crian&ccedil;as com idade superior a 7 anos mostrem pequenos problemas de gest&atilde;o de comportamento em uma visita ao dentista, em decorrencia da ansiedade relacionada ao tratamento odontol&oacute;gico<sup>2,3,4</sup>, e altos &iacute;ndices de ansiedade, em geral est&atilde;o relacionados a atrasos no desenvolvimento psicol&oacute;gico<sup>5</sup>. As estimativas de preval&ecirc;ncia de ansiedade associada ao tratamento odontol&oacute;gico podem variar consideravelmente<sup>6</sup>. E, apesar dos estudos sobre o tema serem mencionados na literatura desde 1881<sup>7</sup>. ainda assim, a preval&ecirc;ncia da ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico e sua influ&ecirc;ncia no desenvolvimento do trabalho do cirurgi&atilde;o - dentista tem sido objeto de estudo de interesse crescente para a comunidade cient&iacute;fica nos &uacute;ltimos anos<sup>1,8,9</sup>. O impacto que a ansiedade relacionada ao tratamento odontol&oacute;gico pode ter na vida das pessoas &eacute; amplo e din&acirc;mico<sup>10,11</sup>. Podendo n&atilde;o s&oacute; levar &agrave; evas&atilde;o de cuidados dent&aacute;rios, como tamb&eacute;m a efeitos individuais em geral, como perturba&ccedil;&otilde;es do sono, baixa autoestima e dist&uacute;rbios psicol&oacute;gicos<sup>11,12,13</sup>. Assim, este estudo teve como objetivo verificar a preval&ecirc;ncia de ansiedade relacionada ao tratamento odontol&oacute;gico em pacientes infantis, atrav&eacute;s de uma revis&atilde;o da literatura. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A revis&atilde;o da literatura foi realizada a partir da busca ativa de informa&ccedil;&otilde;es na Biblioteca Virtual em Sa&uacute;de (www. bireme.br) nas bases de dados MEDLINE e LILACS, totalizando a produ&ccedil;&atilde;o bibliogr&aacute;fica dos &uacute;ltimos 10 anos (2004-2013). Foram adotados os seguintes descritores: "Ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico" e "Preval&ecirc;ncia", de forma integrada. E foram utilizados os seguintes filtros: como limite, crian&ccedil;as e pr&eacute;-escolares; publicados nos idiomas ingl&ecirc;s, espanhol ou em portugu&ecirc;s; e do tipo artigo cient&iacute;fico. O total de artigos obtidos atrav&eacute;s dessa busca foi de 353, que ap&oacute;s o uso dos filtros resultou em 57 refer&ecirc;ncias. A partir do resultado da busca, os artigos foram selecionados pela leitura do t&iacute;tulo e do resumo e por fim do artigo na &iacute;ntegra, quando estes atingiam os seguintes crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: assunto principal relacionado &agrave; ansiedade odontol&oacute;gica indicando sua preval&ecirc;ncia, popula&ccedil;&atilde;o-alvo com idade de at&eacute; 14 anos (crian&ccedil;as) e amostra representativa da popula&ccedil;&atilde;o escolar ou da popula&ccedil;&atilde;o em geral. O processo de an&aacute;lise para avalia&ccedil;&atilde;o e sele&ccedil;&atilde;o dos artigos foi realizado por dois pesquisadores, de forma independente, com posterior confronto dos resultados para obten&ccedil;&atilde;o dos textos selecionados por consenso. Em casos de diverg&ecirc;ncia ou d&uacute;vidas quanto &agrave; inclus&atilde;o do trabalho, houve a participa&ccedil;&atilde;o de um terceiro pesquisador avaliador. Os artigos indexados repetidamente nos dois bancos de dados foram considerados apenas uma vez. Sendo destes, 11 foram considerados relevantes para o trabalho (<a href="#graf01">Gráfico 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v15n1/a02graf01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Combinando-se todos os m&eacute;todos de busca, foram identificados 11 artigos preenchendo os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e exclus&atilde;o (<a href="#quad01">Quadro 1</a>). A ansiedade odontol&oacute;gica variou de 6,1% a 74,1%, entre crian&ccedil;as de 3 a 14 anos de idade, de ambos os sexos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v15n1/a02quad01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No continente europeu, destaca-se um estudo na Inglaterra, que acompanhou uma coorte de 1.404 crian&ccedil;as recrutadas aos 5 anos de idade, sendo que a preval&ecirc;ncia de ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico nesta idade foi de 8,8% e de 14,6% aos 9 anos de idade. Os autores conclu&iacute;ram que a ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico foi acumulada na popula&ccedil;&atilde;o estudada ao longo do tempo<sup>19</sup>. O que est&aacute; em desacordo com o estudo 17 realizado na Turquia, com crian&ccedil;as de 7 a 11 anos, em que 28,1% das crian&ccedil;as relataram ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico, sendo que segundo os autores pontua&ccedil;&otilde;es de ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico diminu&iacute;ram com o aumento da idade da crian&ccedil;a. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na Fran&ccedil;a, em um estudo<sup>20</sup>, com um grupo de 1.303 crian&ccedil;as com idade entre 5-11 anos, a ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico foi considerada moderada em 16,7% das crian&ccedil;as e alta em 7,6%. Os autores destacaram, ainda, que o fato da crian&ccedil;a ter experi&ecirc;ncia pr&eacute;via em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico pode atuar como um atenuante positivo para a ansiedade odontol&oacute;gica. J&aacute;, em estudo desenvolvido na Est&ocirc;nia, pa&iacute;s do norte europeu, em uma amostra obtida em um estudo transversal, a ansiedade odontol&oacute;gica foi fortemente associada &agrave; c&aacute;rie e experi&ecirc;ncia de tratamento odontol&oacute;gico, al&eacute;m da ansiedade dos pais. As crian&ccedil;as cujos escores do ceo / CPOD &gt; 0 teve maior ansiedade do que aquelas em que os escores do ceo / CPOD eram = 0 (p &lt;0,01)<sup>23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de escola ou grupo social da amostra estudada, somente o estudo<sup>15</sup> realizado com crian&ccedil;as finlandesas e turcas, referenciou a poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o entre o tipo de escola e a ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico. A amostra das crian&ccedil;as da pesquisa transversal foi calculada de maneira proporcional entre escolas p&uacute;blicas e privadas da popula&ccedil;&atilde;o alvo, mas o estudo n&atilde;o encontrou associa&ccedil;&atilde;o entre os grupos e a ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre crian&ccedil;as da cidade de Kohsiung (Tail&acirc;ndia), os autores estimaram uma preval&ecirc;ncia de 20,6% de portadores de ansiedade entre crian&ccedil;as de 5 a 8 anos, os escores de ansiedade odontol&oacute;gica diminu&iacute;ram com o aumento da idade, sendo assim as crian&ccedil;as mais velhas eram menos ansiosas que as mais novas, e os meninos tiveram escores significativamente mais baixos<sup>16</sup>. O que est&aacute; em desacordo com o estudo realizado na &Iacute;ndia em 2012, em que n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre a associa&ccedil;&atilde;o do sexo com os escores de ansiedade dent&aacute;ria, nas crian&ccedil;as de 5 a 10 anos de idade na popula&ccedil;&atilde;o estudada. Quest&otilde;es culturais podem interferir na ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico relatada entre g&ecirc;neros<sup>21</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na Eti&oacute;pia, pa&iacute;s do continente africano, foi realizado um estudo com 240 crian&ccedil;as, sendo a taxa de ansiedade dent&aacute;ria encontrada nas crian&ccedil;as foi de 74,1%, variando de ansiedade moderada &agrave; grave. E, mais de um ter&ccedil;o dos participantes (36,6%) apresentaram n&iacute;vel moderado de ansiedade, 17% deles apresentam alto n&iacute;vel de ansiedade e 20,5% tinham ansiedade severa. O g&ecirc;nero da crian&ccedil;a n&atilde;o foi significativamente associado com a ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico, enquanto a idade foi associada de forma significativa (P = 0,029), assim como os n&iacute;veis de ansiedade entre os pais e filhos (p &lt;0,001)<sup>24</sup>. A associa&ccedil;&atilde;o entre o n&iacute;vel de ansiedade dos pais e a ansiedade da crian&ccedil;a tamb&eacute;m foi encontrada nos estudos<sup>23,24</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A experi&ecirc;ncia anterior em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico, em geral, n&atilde;o foi associada com o n&iacute;vel da ansiedade, no entanto, tendo a experi&ecirc;ncia anterior sido dolorosa esta foi associada com um n&iacute;vel mais elevado de ansiedade<sup>24</sup>. E, em outro estudo realizado em concord&acirc;ncia com o anterior, subdivide a ansiedade odontol&oacute;gica em n&iacute;veis ou escores, sendo o alto n&iacute;vel de ansiedade classificado como fobia ao tratamento odontol&oacute;gico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em estudo realizado na Argentina, os resultados mostraram uma baixa preval&ecirc;ncia de ansiedade 10,9%, significativamente associados a experi&ecirc;ncias dolorosas anteriores em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico (p &lt;0,05)<sup>22</sup>, em concord&acirc;ncia<sup>24</sup>, no qual a experi&ecirc;ncia anterior dolorosa tamb&eacute;m foi associada com um n&iacute;vel mais elevado de ansiedade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Brasil, um estudo na cidade do Recife encontrou &iacute;ndices de preval&ecirc;ncias de ansiedade odontol&oacute;gica de 41,1% em crian&ccedil;as com 5 anos de idade, numa amostra de 358 crian&ccedil;as<sup>14</sup>. E, em outro estudo tamb&eacute;m realizado na mesma cidade, com alunos de escolas p&uacute;blicas encontrou-se &iacute;ndices de preval&ecirc;ncias de ansiedade odontol&oacute;gica de 34,7% em crian&ccedil;as menores de 5 anos de idade, numa amostra de 2735 crian&ccedil;as<sup>18</sup>. A preval&ecirc;ncia de ansiedade encontrada foi semelhante nos dois estudos, provavelmente por se tratar de estudo na mesma cidade, e com a popula&ccedil;&atilde;o alvo de idade semelhante. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com <sup>25,26</sup> o percentual de sujeitos ansiosos possivelmente pode variar de um contexto para outro, devido &agrave;s diferen&ccedil;as socioculturais. J&aacute; que, vari&aacute;veis culturais, como a resist&ecirc;ncia ao estresse em culturas africanas, manifesta&ccedil;&atilde;o de autocontrole e auto- repress&atilde;o na cultura asi&aacute;tica, e ou facilidade de expressar os sentimentos na cultura americana/ europ&eacute;ia, podem interferir quando na determina&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de ansiedade odontol&oacute;gica<sup>17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O instrumento mais utilizado para a mensura&ccedil;&atilde;o da ansiedade, foi o "Children's Fear Survey Schedule" (CFSS-DS), seguido do "Dental Anxiety Scale" (DAS), 2 artigos utilizaram a " Face Image Scale" (FIS)", sendo que somente 1 artigo utilizou o "Dental Anxiety Question" (DAQ) e o "Dental Fear Level or a Visual Analoque Scale (DF-VAS), respectivamente. Nesse sentido, identificou-se que tais estudos apresentam diferen&ccedil;as quanto &agrave; metodologia de coleta de dados, pois adotaram diferentes escalas para aferir a ansiedade, o que segundo<sup>25,26</sup>possivelmente interfere na mensura&ccedil;&atilde;o da ansiedade, o que pode ter levado a varia&ccedil;&atilde;o na porcentagem de sujeitos ansiosos encontrada nesta revis&atilde;o da literatura de 6,1% a 74,1%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro fator que tamb&eacute;m pode ter levado a varia&ccedil;&atilde;o da preval&ecirc;ncia encontrada nos estudos &eacute; a diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o aos grupos populacionais e a idade dos pesquisados, j&aacute; que, de acordo com 3 os escores de ansiedade das crian&ccedil;as tamb&eacute;m pode variar com a idade, as crian&ccedil;as de 4 a 5 anos s&atilde;o significativamente mais ansiosas do que o 8 a 9 e crian&ccedil;as de 10 a 11 anos. Os resultados atuais relatam que os grupos (7-8 e 10-11 anos de idade) representam as idades de transi&ccedil;&atilde;o, como por exemplo, mudar de escola, o que tamb&eacute;m pode influenciar nos escores de ansiedade dent&aacute;ria <sup>3,27</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observou-se uma varia&ccedil;&atilde;o na preval&ecirc;ncia da ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico de acordo com os relatos de pesquisa. As limita&ccedil;&otilde;es e discrep&acirc;ncias metodol&oacute;gicas dificultam a compara&ccedil;&atilde;o entre os estudos, tornando a padroniza&ccedil;&atilde;o de instrumentos defini&ccedil;&otilde;es essenciais para o avan&ccedil;o cient&iacute;fico da &aacute;rea.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1- Assun&ccedil;&atilde;o CM, Losso EM, Andreatini R, de Menezes JVNB. The relationship between dental anxiety in children, adolescents and their parents at dental environment. Journal of Indian Society of Pedodontics and Preventive Dentistry 2013; 31(3).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=128322&pid=S1677-3888201600010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2- Paryab M, Hosseinbor M. Dental anxiety and behavioral problems: A study of prevalence and related factors among a group of Iranian children aged 6-12. J Indian Soc Pedod Prev Dent 2013;31:82-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3- Buchanan H. Assessing dental anxiety in children: the Revised Smiley Faces Programcch. Child: care, health and development 2005;36(4):534&ndash;538. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4- Klingberg G, Broberg AG. Dental fear/anxiety and dental behaviour management problems in children and adolescents: A review of prevalence and concomitant psychological factors. Int J Paediatr Dent 2007;17:391-406.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5- Cardoso CL, Loureiro SL. Problemas comportamentais e stress em crian&ccedil;as com ansiedade frente ao tratamento odontol&oacute;gico. Estudos de Psicologia I Campinas I 2005; 22(1):5-12. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6- Beena JP. Dental subscale of children's fear survey schedule and dental caries prevalence. European Journal of Dentistry 2013; 7(2). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7- Silva AM, Santos CC, Reggiori MG, Andia-Merlin R, Martins RB, Alegretti CE, Okida Y, Armonia PL, Giovani EM. Estudo dos fatores emocionais e psicol&oacute;gicos que podem interferir no tratamento odontol&oacute;gico. Rev Inst Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de 2009;27(3):249-53. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8- Caraciolo GM, Colares V. Preval&ecirc;ncia de medo e/ou ansiedade relacionados &agrave; visita ao dentista em crian&ccedil;as com 5 anos de idade na cidade do Recife. Rev Odonto Cienc 2004; 19(46):348-53. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9- Armfield JM, Stewart JF, Spencer AJ. The vicious cycle of dental fear: exploring the interplay between oral health, service utilization and dental fear. BMC Oral Health 2007; 7(1). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10- Cohen SM., Fiske J, Newton JT. The impact of dental anxiety on daily living. Br Dent J 2000; 189(7): 385-390. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11- Carvalho RWF, Falc&atilde;o PGCB, Campos GJL, Bastos, AS, Pereira JC, Pereira MAS, et al. Ansiedade frente ao tratamento odontol&oacute;gico: preval&ecirc;ncia e fatores predictores em brasileiros. Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva 2012; 17(7): 1915-1922. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12- Armfield, JM. A preliminary investigation of the relationship of dental fear to other specific fears, general fearfulness, disgust sensitivity and harm sensitivity. Community Dent Oral Epidemiol 2008, 36, 2, 128-136. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13- Carvalho RWF, Santos CNA, Oliveira CCC, Gon&ccedil;alves SRJ, Novais SMA, Pereira MAS. Aspectos psicossociais dos adolescentes de Aracaju (SE) relacionados &agrave; percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal. Cien Sa&uacute;de Coletiva 2011; 16:1621- 1628. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14- Caraciolo G, Colares V. Preval&ecirc;ncia de medo e/ ou ansiedade relacionados &agrave; visita ao dentista em crian&ccedil;as com 5 anos de idade na cidade do Recife. Rev Odonto Ci&ecirc;nc 2004; 46:348-53. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15- Cinar AB, Murtomaa H A. Comparison of Psychosocial Factors Related to Dental Anxiety among Turkish and Finnish Pre-adolescents. Oral Health Prev Dent 2007; 5: 173-179. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16- Lee CY, Chang YY, Huang ST. Prevalence of dental anxiety among 5-to 8-year-old Taiwanese children. J Public Health Dent 2007; 67(1):36-41. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17- Akbay AO, D&uuml;lgergil &Ccedil;T, S&ouml;nmez IS. Prevalence of Dental Anxiety in 7- to 11-Year-Old Children and Its Relationship to Dental Caries. Med Princ Pract 2009;18:453&ndash;457. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18- Oliveira MMT, Colares V, Campioni A. Ansiedade, dor e desconforto relacionado &agrave; sa&uacute;de bucal em crian&ccedil;as menores de 5 anos. Odontologia Cl&iacute;n.-Cient&iacute;f. 2009; 8: 47-52. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19- Tickle CJ, Buchannan K, Milsom KM, BLINKHORN AS, Humphris GM. A prospective study of dental anxiety in a cohort of children followed from 5 to 9 years of age. Blackwell Publishing Ltd 2009. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20- Nicolas E, Bessadet M, Collado VR, Carrasco P, Rogerleroi VR, Hennequin. Factors affecting dental fear in French children aged 5&ndash;12 years. International Journal of Paediatric Dentistry 2010; 20: 366&ndash;373. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21- Chhabra N, Chhabra A, Walia G. Prevalence of dental anxiety and fear among five to ten year old children: a behaviour based cross sectional study. Minerva Stomatol 2012; 61(3): 83-9. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22- Toscano MA, Zacharczuk G, L&oacute;pez G E, Garc&iacute;a M A. Children&acute;s dental anxiety: prevalence and related factors. Bol AAON 2012; 41(2): 9-13. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23- Olak J, Saag M, Honkala S, N&otilde;mmela R, Runnel R, Honkala E, et al. Children's dental fear in relation to dental health and parental dental fear. Stomatologija 2013; 15(1): 26- 31. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24- Bezabih S, Fantaye W, Tesfaye M. Dental anxiety: prevalence and associated factors, among children who visited Jimma University Specialized Hospital Dental Clinic. Ethiop Med J 2013; 51(2): 115-21. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25- Locker D, Liddell A, Shapiro D. Diagnostic categories of dental anxiety: a population-based study. Behaviour Research and Therapy 1999; 37: 25-37. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26- Aragone PN, Vicente SP. Aspectos psicol&oacute;gicos na cl&iacute;nica odontopedi&aacute;trica aplicados &agrave; rela&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a X fam&iacute;lia X dentista. Jornal Brasileiro de Odontopediatria e Odontologia do Beb&ecirc; 1999; 2(5): 23-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27- Wong HM, Humphris GM, Lee GTR. Preliminary validation and reliability of the Modified Child Dental Anxiety Scale. Psychological Reports 1998; 83:1179&ndash; 1186.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/occ/v15n1/seta.jpg" alt="" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Correspond&ecirc;ncia para:</b>    <br> </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kamila Azoubel Barreto     <BR> Rua Ametista, n&uacute;mero 64    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Jardim S&atilde;o Paulo    <br> Recife, Brasil - CEP:50910-530 </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br> e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:kamilaazoubel@gmail.com" target="_blank">kamilaazoubel@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 01/07/2015    <br> Aceito: 19/08/2016</b></font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Assunção]]></surname>
<given-names><![CDATA[CM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Losso]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andreatini]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[JVNB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The relationship between dental anxiety in children, adolescents and their parents at dental environment]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Indian Society of Pedodontics and Preventive Dentistry]]></source>
<year>2013</year>
<volume>31</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
