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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to broaden the understanding of the role of the protocols in the production of an "act jurisdiction" to specialized care in oral health care. The methodological approach used qualitative and quantitative data. An online questionnaire with 32 questions structured into five thematic blocks was applied to the trainees to respond anonymously. Themes and components analyzers were systematized as: protocols, internship field, distance education activities and educational methods. Quantitative data were analyzed by frequency of closed answers. In relation to the open questions the objective was to analyze them deeply to achieve a sense, not only the text content. The results showed that the experience of learning-service integration is providing a meaningful learning about the operation of networks of specialized dental care and in the development of skills for solving problems. The modification of the specialized dental care protocols is a constant experience lived by the trainees in the fields of internship. The experience aspects with greater potential of either political or pedagogical innovation were the fields of management, mentoring and distance education. However they also exhibited the greatest weakness.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>O agir em compet&ecirc;ncia para o cuidado especializado na sa&uacute;de bucal</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>The competence to act in the specialized care in oral health care</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Cristine Maria Warmling<sup>I</sup>; Julio Baldisserotto<sup>II</sup>; Julia Stocker<sup>III</sup>; Daniele Benedetti Gallo<sup>III</sup>; Luciane Maria Pezzato<sup>IV</sup>; Fernando Neves Hugo<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Doutora em Educa&ccedil;&atilde;o, Docente no Departamento de Odontologia Preventiva e Social Faculdade de Odontologia &ndash; UFRGS    <br>   <sup>II</sup> Doutor em Gerontologia, Docente no Departamento de Odontologia Preventiva e Social Faculdade de Odontologia &ndash; UFRGS    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup> Acad&ecirc;micas da Faculdade de Odontologia &ndash; UFRGS    <br>   <sup>IV</sup> Doutora em Sa&uacute;de Coletiva, Docente da Faculdade de Odontologia da PUC-Campinas/SP    <br>   <sup>V</sup> Doutor em Odontologia, Docente no Departamento de Odontologia Preventiva e Social Faculdade de Odontologia &ndash; UFRGS    <br> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspondence</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo possui o objetivo principal de ampliar a compreens&atilde;o sobre a produ&ccedil;&atilde;o do "agir em compet&ecirc;ncia" para o cuidado especializado na aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal. A abordagem metodol&oacute;gica utilizou an&aacute;lises qualitativas e quantitativas. Um question&aacute;rio online com 32 quest&otilde;es organizadas em cinco blocos tem&aacute;ticos foi respondido de forma an&ocirc;nima por estagi&aacute;rios de Odontologia nos servi&ccedil;os do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de. Categorias tem&aacute;ticas e componentes analisadores foram sistematizados: protocolos, campos de est&aacute;gio, atividades de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia e din&acirc;micas pedag&oacute;gicas. Os dados quantitativos foram analisados pela freq&uuml;&ecirc;ncia das respostas fechadas. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s quest&otilde;es abertas o objetivo foi analis&aacute;-las procurando alcan&ccedil;ar o sentido e n&atilde;o apenas o conte&uacute;do do texto. Os resultados evidenciaram que a experi&ecirc;ncia de integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o analisada est&aacute; proporcionando aprendizagens significativas sobre o funcionamento das redes de aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas. A modifica&ccedil;&atilde;o de protocolos da aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante vivenciada pelos estagi&aacute;rios nos campos de est&aacute;gio. Os aspectos da experi&ecirc;ncia com maior potencial inovador, pol&iacute;tico e pedag&oacute;gico (os campos de gest&atilde;o, as tutorias e a educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia) foram tamb&eacute;m os que apresentaram maior fragilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B> Sa&uacute;de Bucal. Educa&ccedil;&atilde;o. Educa-&ccedil;&atilde;o Baseada em Compet&ecirc;ncias. Curr&iacute;culo. Educa&ccedil;&atilde;o Odontol&oacute;gica.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The aim of this study was to broaden the understanding of the role of the protocols in the production of an &quot;act jurisdiction&quot; to specialized care in oral health care. The methodological approach used qualitative and quantitative data. An online questionnaire with 32 questions structured into five thematic blocks was applied to the trainees to respond anonymously. Themes and components analyzers were systematized as: protocols, internship field, distance education activities and educational methods. Quantitative data were analyzed by frequency of closed answers. In relation to the open questions the objective was to analyze them deeply to achieve a sense, not only the text content. The results showed that the experience of learning-service integration is providing a meaningful learning about the operation of networks of specialized dental care and in the development of skills for solving problems. The modification of the specialized dental care protocols is a constant experience lived by the trainees in the fields of internship. The experience aspects with greater potential of either political or pedagogical innovation were the fields of management, mentoring and distance education. However they also exhibited the greatest weakness.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>Oral Health. Education. Competency-based Education. Curriculum. Dental Education.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 1 INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma complexa conjuntura de acontecimentos vem pautando mudan&ccedil;as na organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho e dos processos de forma&ccedil;&atilde;o dos cirurgi&otilde;es-dentistas brasileiros. Mas, esta n&atilde;o &eacute; uma realidade isolada do Brasil, autores de diversas partes do mundo t&ecirc;m ex-planado sobre esse panorama de modifica&ccedil;&otilde;es<sup>1-4</sup>. As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Odontologia, adotadas em 2002 no Brasil5, se originam do movimento mundial de transforma&ccedil;&otilde;es da pr&aacute;tica odontol&oacute;gica. As marcantes mudan&ccedil;as demogr&aacute;ficas e epidemiol&oacute;gicas est&atilde;o incidindo nos processos de trabalho e contribu&iacute;do para as suas altera&ccedil;&otilde;es<sup>1,6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O conceito de compet&ecirc;ncia profissional emergiu com for&ccedil;a no novo panorama de qualifica&ccedil;&atilde;o para o trabalho e se estabeleceu tamb&eacute;m como eixo central nos processos de ensino odontol&oacute;gico. Mudan&ccedil;as na organiza&ccedil;&atilde;o no mundo do trabalho deslocaram o conceito de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional presente na &oacute;tica taylorista-fordista para o de compet&ecirc;ncia, renovando as bases das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e de educa&ccedil;&atilde;o<sup>7</sup>. As institui&ccedil;&otilde;es brasileiras de ensino odontol&oacute;gico viram-se provocadas a integrar nos percursos de forma&ccedil;&atilde;o, atividades acad&ecirc;micas ligadas ao mundo do trabalho no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). H&aacute; consenso de que a integra&ccedil;&atilde;o do ensino ao servi&ccedil;o promove o aprendizado da responsabilidade social, considerada como uma das compet&ecirc;ncias desej&aacute;veis aos perfis profissionais de cirurgi&otilde;es dentistas na atualidade. Defende-se o importante papel das institui&ccedil;&otilde;es brasileiras de ensino superior na contribui&ccedil;&atilde;o para a diminui&ccedil;&atilde;o das disparidades de acesso aos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos<sup>6,8,9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os movimentos de mudan&ccedil;a na forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais da sa&uacute;de no Brasil, com a inser&ccedil;&atilde;o no mundo do trabalho de estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o, j&aacute; vem ocorrendo desde a d&eacute;cada de 1960, mas com mais intensidade ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988, que designou ao SUS orientar a forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais da sa&uacute;de<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em se tratando das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas brasileiras no &acirc;mbito da sa&uacute;de bucal contatase que, tradicionalmente, foi priorizado o desenvolvimento de servi&ccedil;os no n&iacute;vel prim&aacute;rio da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de. Recentemente, por&eacute;m, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de - com o objetivo de ampliar e qualificar o cuidado &agrave; sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o brasileira - est&aacute; desenvolvendo uma pol&iacute;tica nacional que incentiva a cria&ccedil;&atilde;o de Centros de Especializa&ccedil;&atilde;o Odontol&oacute;gica (CEO)<sup>11,12</sup>. Esta pol&iacute;tica representa um esfor&ccedil;o para atuar com a mudan&ccedil;a de perfil de complexidade das necessidades de tratamento odontol&oacute;gico da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A incorpora&ccedil;&atilde;o de viv&ecirc;ncias no n&iacute;vel da aten&ccedil;&atilde;o especializada para contribuir nas reconfigura&ccedil;&otilde;es das redes de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal que comp&otilde;em o SUS, &eacute; um dos desafios das institui&ccedil;&otilde;es de ensino odontol&oacute;gico para integrar-se aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Em consenso com as pol&iacute;ticas e realidades atuais a Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul vem desenvolvendo, desde o ano de 2009, o Est&aacute;gio Curricular Supervisionado II da Odontologia. A implanta&ccedil;&atilde;o desse est&aacute;gio foi acompanhada pela ades&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o de ensino ao Programa Nacional de Reorienta&ccedil;&atilde;o da Forma&ccedil;&atilde;o Profissional em Sa&uacute;de (Pr&oacute;-Sa&uacute;de I e II). O est&aacute;gio possui a meta de desenvolver compet&ecirc;ncias profissionais para o trabalho na aten&ccedil;&atilde;o especializada e hospitalar em sa&uacute;de bucal, assim como em servi&ccedil;os de gest&atilde;o do SUS<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo principal desse artigo &eacute; analisar as opini&otilde;es de estagi&aacute;rios sobre o Est&aacute;gio Curricular Supervisionado II da Odontologia do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul desenvolvido, entre mar&ccedil;o e julho de 2013, em servi&ccedil;os do SUS. Estes servi&ccedil;os s&atilde;o respons&aacute;veis pelos n&iacute;veis de gest&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o especializada e hospitalar na sa&uacute;de bucal. Mas, h&aacute; um sentido muito preciso em se proceder a an&aacute;lise aqui realizada, que se constitui em compreender o papel dos protocolos<sup>14</sup> na produ&ccedil;&atilde;o de um "agir em compet&ecirc;ncia"<sup>15</sup> para o cuidado na aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal. A reflex&atilde;o sobre uma experi&ecirc;ncia de integra&ccedil;&atilde;o ensino e servi&ccedil;o foi usada como mote para melhor compreender como se estabelecem as rela&ccedil;&otilde;es entre o que &eacute; prescrito pelo mundo acad&ecirc;mico e cient&iacute;fico e a realidade encontrada no processo de trabalho na sa&uacute;de bucal e como isso pode se desdobrar no agir em compet&ecirc;ncia de futuros cirurgi&otilde;es-dentistas e de trabalhadores do SUS. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O termo "integra&ccedil;&atilde;o ensino e servi&ccedil;o" possui diferentes conota&ccedil;&otilde;es, mas de um mo-do geral pode ser compreendido como uma experi&ecirc;ncia de aprendizado estruturada que combina servi&ccedil;o comunit&aacute;rio com prepara&ccedil;&atilde;o e reflex&atilde;o. Os estudantes ofertam servi&ccedil;os necess&aacute;rios &agrave; comunidade e aprendem sobre o contexto em que eles s&atilde;o ofertados. Essas experi&ecirc;ncias proporcionam ganho no aprendizado acad&ecirc;mico do papel que possuem como cidad&atilde;os. O principal diferencial da integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o a outras experi&ecirc;ncias de aprendizado &eacute; que este possui &ecirc;nfase igualit&aacute;ria do foco no servi&ccedil;o e no aprendizado<sup>16</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Brasil, as pol&iacute;ticas de reformula&ccedil;&atilde;o curricular dos cursos de Odontologia determinam a prioriza&ccedil;&atilde;o pelos cursos de Odontologia de experi&ecirc;ncias de integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o<sup>13,17-20</sup>. Contudo, a tend&ecirc;ncia de aumentar o tempo de estudantes de Odontologia atuando em programas comunit&aacute;rios n&atilde;o &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o apenas do Brasil, mas mundial<sup>16,21-24</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Odontologia redefinem a import&acirc;ncia do est&aacute;gio curricular supervisionado nos percursos de forma&ccedil;&atilde;o do cirurgi&atilde;o dentista<sup>5</sup>. Por&eacute;m &eacute; a Lei Federal N&ordm; 11.788, de 25 de setembro de 2008 que regulamenta a organiza&ccedil;&atilde;o dos est&aacute;gios estudantis. Esta lei determina que o est&aacute;gio &eacute; ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa &agrave; prepara&ccedil;&atilde;o para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em institui&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o. Visa o aprendizado de compet&ecirc;ncias profissionais e &agrave; contextualiza&ccedil;&atilde;o curricular, desenvolvendo o educando para o trabalho<sup>25</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O est&aacute;gio como parte intr&iacute;nseca do projeto pedag&oacute;gico do curso de gradua&ccedil;&atilde;o deve agregar as experi&ecirc;ncias de integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o planejadas no itiner&aacute;rio formativo, com o objetivo de desenvolver o "agir em compet&ecirc;ncia" dos estagi&aacute;rios. O conceito de "agir em compet&ecirc;ncia" &eacute; proposto com o objetivo de superar as dificuldades de articular todas as dimens&otilde;es (heterog&ecirc;neas) pertinentes a qualquer processo de trabalho. A no&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncia remete a pensar que <i>aquilo que uma pessoa coloca em a&ccedil;&atilde;</i>o no trabalho n&atilde;o se restringe apenas a extens&atilde;o protocolar do processo de trabalho ou ao que se considera como prescrito para a situa&ccedil;&atilde;o de trabalho. Muitas das dimens&otilde;es da experi&ecirc;ncia humana na atividade de trabalho s&atilde;o subjetivas e, portanto, n&atilde;o mensur&aacute;veis. <i>A atividade tem algo de sempre indefin&iacute;vel na medida em que ela &eacute; sem-pre micro "recriadora" </i><sup>15</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pensando um processo formativo que leve em conta o conceito do "agir em compet&ecirc;ncia", durante a forma&ccedil;&atilde;o do estudante de Odontologia, deve ser proporcionado ao estudante vivencias que permitam atuar e apreender as diversas dimens&otilde;es da atividade de trabalho: a apropria&ccedil;&atilde;o de normas antecedentes que estruturam o trabalho (os protocolos), o dom&iacute;nio do que uma situa&ccedil;&atilde;o sempre possui de hist&oacute;rico e de in&eacute;dito, assim como a capacidade de gerir esse in&eacute;dito sempre presente quando a pessoa &eacute; remetida a tomar decis&otilde;es<sup>15</sup>. O est&aacute;gio supervisionado &eacute; um espa&ccedil;o curricular em que naturalmente estas dimens&otilde;es articulam o prescrito e o real.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 2 METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As atividades do Est&aacute;gio Curricular Supervisionado II da Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Federal do Rio Grande do Sul, objeto dessa pesquisa, s&atilde;o desenvolvidas pelos estudantes do &uacute;ltimo semestre do curso de Odontologia. Perfazem um total de 465 horas/aula, sendo distribu&iacute;das em sete turnos semanais. Os est&aacute;gios s&atilde;o realizados nos servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o especializada, hospitalar e de gest&atilde;o das pol&iacute;ticas de sa&uacute;de bucal do SUS, nos n&iacute;veis municipal e estadual (CEO dos Munic&iacute;pios de Porto Alegre e Alvorada, Servi&ccedil;o de Odontologia do Departamento Municipal de &Aacute;gua e Esgoto, Servi&ccedil;o de Estomatologia do Hospital das Cl&iacute;nicas de Porto Alegre, Instituto da Crian&ccedil;a com Diabetes, Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul &ndash; HEMORGS, &Aacute;rea T&eacute;cnica de Sa&uacute;de Bucal da Secretaria Estadual do Rio Grande do Sul, Departamento de A&ccedil;&otilde;es em Sa&uacute;de do DAS/SESRS, Coordena&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de Bucal da Secretaria Municipal de Porto Alegre e Centro de Especialidade Odontol&oacute;gica da UFRGS, CEO do Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o). Utilizam-se para isso cinco turnos semanais para que os estagi&aacute;rios atuem sempre com o acompanhamento e a orienta&ccedil;&atilde;o de um cirurgi&atilde;o-dentista denominado de preceptor<sup>26</sup>, o qual possui o papel na inser&ccedil;&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o do estagi&aacute;rio ao ambiente de trabalho. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Semanalmente ocorre tamb&eacute;m um turno de encontro presencial na Faculdade de Odontologia com a orienta&ccedil;&atilde;o de docentes, em que se desenvolvem debates tem&aacute;ticos, apresenta&ccedil;&atilde;o de semin&aacute;rios, relatos, apresenta&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es vivenciadas no est&aacute;gio, oficinas de integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o-comunidade, apresenta&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de trabalhos do est&aacute;gio e principalmente de projetos terap&ecirc;uticos sin-gulares onde tem a oportunidade de realizar dispositivos de gest&atilde;o e de aten&ccedil;&atilde;o da cl&iacute;nica especializada ampliada<sup>27</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro turno semanal &eacute; tamb&eacute;m reser-vado para as atividades de tutoria<sup>26</sup>, com o objetivo de permitir reflex&otilde;es mais aprofundadas e individualizadas. Para isso, articulam-se as modalidades de ensino presencial e &agrave; dist&acirc;ncia, possibilitando acompanhar e orientar a atua&ccedil;&atilde;o do aluno no campo de forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fico. Nas atividades de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia utiliza-se o ambiente virtual de aprendizagem da plataforma Moodle. Na tutoria presencial os alunos s&atilde;o organizados em grupos menores, de acordo com os cam-pos de est&aacute;gio em que atuam<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o levantamento e acompanhamento das opini&otilde;es dos estagi&aacute;rios sobre as experi&ecirc;ncias vivenciadas no est&aacute;gio, elaborou-se um instrumento de pesquisa em forma de question&aacute;rio escrito e estruturado, composto por quest&otilde;es abertas e fechadas sobre os assuntos a serem avaliados. O question&aacute;rio possui 32 perguntas organizadas em cinco blocos tem&aacute;ticos: Bloco I &ndash; Identifica&ccedil;&atilde;o; Bloco II &ndash; O agir em compet&ecirc;ncia para aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal. Bloco; III &ndash; Avalia&ccedil;&atilde;o dos campos de est&aacute;gio; Bloco IV - Atividades de educa&ccedil;&atilde;o a distancia; e Bloco V &ndash; Avalia&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica. O instrumento foi hospedado na plataforma Google Docs por meio de uma ferramenta que permitiu que as respostas obtidas fossem sendo armazenadas no Google Drive em forma de uma planilha poss&iacute;vel de ser exportada para o programa Excel 2000 (Microsoft). Os estagi&aacute;rios responderam o question&aacute;rio entre os dias 13/06 a 03/07/2013, ap&oacute;s terem sido finalizadas todas as atividades curriculares pertinentes aos est&aacute;gios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram analisados pela frequ&ecirc;ncia das respostas fechadas. As quest&otilde;es abertas foram analisadas com base nos fundamentos da an&aacute;lise do discurso, em que se objetivou alcan&ccedil;ar o sentido e n&atilde;o apenas o conte&uacute;do do texto<sup>28</sup>. Buscou-se compreender o que elas revelavam em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s quest&otilde;es fechadas em rela&ccedil;&atilde;o ao referencial te&oacute;rico utilizado e sobre o conceito de compet&ecirc;ncias e do agir em compet&ecirc;ncia<sup>15</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este artigo apresenta-se como resultado da primeira etapa do projeto de pesquisa intitulado Est&aacute;gio Curricular em Servi&ccedil;os de Gest&atilde;o e de Aten&ccedil;&atilde;o Especializada em Sa&uacute;de Bucal no SUS, entre os anos de 2012 e 2014, submetido &agrave; aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da UFRGS atrav&eacute;s da Plataforma Brasil com o n&uacute;mero CAAE 08575312.0.0000.5347.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 3 RESULTADOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Os 31 estagi&aacute;rios que cursaram o Est&aacute;gio Curricular Supervisionado II da Odontologia no primeiro semestre de 2013 responderam ao question&aacute;rio. O perfil dos entrevistados comp&otilde;e-se de 77% do sexo feminino e 23% do masculino, com uma idade que variou de 22 a 29 anos. Todos relataram estarem solteiros. A maioria (94%) &eacute; do estado do Rio Grande do Sul e 51% e reside em Porto Alegre. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.1 O agir em compet&ecirc;ncia para aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A <a href="#tab01">Tabela 1</a> apresenta os resultados gerais avaliados pelos estagi&aacute;rios segundo categorias tem&aacute;ticas originadas do question&aacute;rio: protocolos, campos de est&aacute;gio, atividades de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia e din&acirc;micas pedag&oacute;gicas. A an&aacute;lise da rela&ccedil;&atilde;o entre as respostas fechadas (<a href="#tab01">Tabela 1</a>) e as abertas (observa&ccedil;&otilde;es subjetivas dos alunos sobre cada categoria tem&aacute;tica) ser&aacute; apresentada a seguir, permitindo compreender com maior profundidade sobre o processo de produ&ccedil;&atilde;o do agir em compet&ecirc;ncia para atuar na aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.2 Protocolos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Nesta categoria tem&aacute;tica, de um modo geral, quatro itens avaliados obtiveram respostas posicionadas com mais frequ&ecirc;ncia no escore &oacute;timo/muito bom e apenas dois como bom/regular (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A motiva&ccedil;&atilde;o para o trabalho no SUS foi o componente analisador da categoria com maior frequ&ecirc;ncia de respostas no escore &oacute;timo/muito bom (77%) (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). Quando solicitados a descrever de forma aberta, os estagi&aacute;rios apontam como pontos positivos a experi&ecirc;ncia e o aprendizado sobre o funcionamento da aten&ccedil;&atilde;o especializada da sa&uacute;de bucal no sistema de sa&uacute;de, destacando que apesar de problemas, na maioria das vezes ele &eacute; resolutivo e eficaz. Consideram a possibilidade de continuar trabalhando na &aacute;rea, lembrando que outros fatores influenciariam sua decis&atilde;o, tais como carga hor&aacute;ria, sal&aacute;rio e plano de carreira satisfat&oacute;rios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>"Trabalhar na aten&ccedil;&atilde;o especializada foi estimulante. Antes de entrar no sistema considerava o trabalho na aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria limitante, mon&oacute;tono. Atuando na pr&aacute;tica foi poss&iacute;vel perceber o aspecto desafiador deste trabalho, o dinamismo da rotina na aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria, o que me deixou muito estimulada para continuar trabalhando nesta &aacute;rea (Estudante 08)"</i>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v15n1/a03tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Inser&ccedil;&atilde;o na realidade foi o segundo componente melhor avaliado pelos estagi&aacute;rios (71%). Destacam nas respostas abertas como &eacute; importante a viv&ecirc;ncia da din&acirc;mica no SUS em seus variados n&iacute;veis de aten&ccedil;&atilde;o. A aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades t&eacute;cnicas a respeito do funcionamento da rede de aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal tamb&eacute;m foi citada como positiva. Por&eacute;m, a falta de autonomia foi observada. Destacam que gostariam de ter sido mais &uacute;teis em alguns momentos e indicam alguns aspectos como explica&ccedil;&atilde;o para isso, tais como, o n&iacute;vel de complexidade cl&iacute;nico de determinadas situa&ccedil;&otilde;es da aten&ccedil;&atilde;o especializada, a realiza&ccedil;&atilde;o de muitos procedimentos caracter&iacute;sticos do n&iacute;vel prim&aacute;rio de aten&ccedil;&atilde;o e as dificuldades de conhecimentos e pr&aacute;ticas a respeito do tema da gest&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"O est&aacute;gio possibilitou viv&ecirc;ncia em sa&uacute;de secund&aacute;ria de forma din&acirc;mica e demonstrativa. Foi poss&iacute;vel ver na pr&aacute;tica as dificuldades e os n&oacute;s cr&iacute;ticos que o sistema enfrenta assim como a pr&oacute;pria articula&ccedil;&atilde;o, ou mesmo a dificuldade de se organizar em rede. Hoje pr&oacute;ximo ao fim do est&aacute;gio pude ver o outro lado da moeda, pois antes na b&aacute;sica tinha uma vis&atilde;o do CEO e agora tenho outra e conhecimento dos problemas principais em ambos os n&iacute;veis de aten&ccedil;&atilde;o (Estudante 18)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o dos componentes analisadores referentes ao respeito aos valores t&eacute;cnicos e ao trabalho em equipe na aten&ccedil;&atilde;o especializada tamb&eacute;m obtiveram maior frequ&ecirc;ncia de respostas no escore &oacute;timo/muito bom, 61% e 54% respectivamente (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas respostas abertas ao explicar sobre o respeito aos seus valores e opini&otilde;es t&eacute;cnicas os estagi&aacute;rios se dividiram. Uma parte salientou que s&atilde;o respeitados e possuem liberdade para atuar e exercer o aprendido no curso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Minhas sugest&otilde;es e coloca&ccedil;&otilde;es foram acolhidas (Estudante 25)". "Os profissionais trocavam ideias e t&iacute;nhamos liberdade em questionar. Houve muito respeito m&uacute;tuo. (Estudante 29)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outros identificaram restri&ccedil;&otilde;es &agrave; sua autonomia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"A falta de alguns materiais dificultou, mas fiz um bom trabalho, s&oacute; que diferente do aprendido na faculdade. (Estudante 09)". "Algumas vezes, precisei seguir o protocolo ou modo de atendimento seguido pelos profissionais da &aacute;rea, por quest&atilde;o de gosto do profissional, embora tenha aprendido de forma diferente (Estudante 7)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto ao trabalho em equipe, a avalia&ccedil;&atilde;o dos estagi&aacute;rios aparece bastante vinculada ao local onde foi realizado o est&aacute;gio. Muitos levantam o problema de n&atilde;o haver grande intera&ccedil;&atilde;o entre as especialidades e conversa entre os profissionais envolvidos entre si e com os usu&aacute;rios. Na maior parte dos servi&ccedil;os em que estagiaram afirmam n&atilde;o ser frequente a exist&ecirc;ncia de reuni&otilde;es de equipe. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Acho que nesse &acirc;mbito h&aacute; necessidade de melhorar muito, n&atilde;o observei conversas entre a equipe, discuss&atilde;o de casos, nem mesmo reuni&otilde;es. O atendimento nas diferentes &aacute;reas, na minha opini&atilde;o, ainda &eacute; bem fragmentado (Es-tudante 7)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Verifica-se que dois componentes importantes da categoria tem&aacute;tica protocolos, relacionados com a aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimentos sobre protocolos de aten&ccedil;&atilde;o especializada e a aplica&ccedil;&atilde;o desses protocolos, obtiveram o maior n&uacute;mero de respostas concentradas no escore bom/regular, 52% e 58% respectivamente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As falas abertas dos estagi&aacute;rios sobre o item conhecimentos dos protocolos denotam o intenso e complexo processo de aprendizagem que a experi&ecirc;ncia do est&aacute;gio lhes proporcionou. Se por um lado reconhecem o per&iacute;odo do est&aacute;gio como um momento de aprendizagem te&oacute;rica sobre os protocolos da aten&ccedil;&atilde;o especializada no SUS, tamb&eacute;m salientam dificuldades e entraves para aplic&aacute;-los nas realidades de alguns campos. Os depoimentos demonstram que o est&aacute;gio permite que os estagi&aacute;rios articulem aos seus conhe-cimentos t&eacute;cnicos as pr&aacute;ticas cl&iacute;nicas dos preceptores que os acompanham. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Considero que tive uma excelente base do funcionamento da aten&ccedil;&atilde;o especializada, as aulas foram claras e objetivas, embora tenha observado na pr&aacute;tica dentro dos campos, que muitas vezes h&aacute; uma resist&ecirc;ncia no cumprimento dos protocolos de atendimento (Estu-dante 7)". "Na pr&aacute;tica podemos tirar nossas pr&oacute;prias conclus&otilde;es sobre o CEO, podemos saber quais s&atilde;o os pontos fortes e quais s&atilde;o os fracos e assim, ter uma opini&atilde;o mais fundamentada sobre o assunto (Estudante 10)"</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; capacidade de aplicar os protocolos preconizados, nas respostas abertas, lembram os estagi&aacute;rios, que em algumas situa&ccedil;&otilde;es sentiram a necessidade de modificar os protocolos e que a viv&ecirc;ncia cl&iacute;nica no est&aacute;gio os tornou aptos para saber quando aplic&aacute;-los e quando alter&aacute;-los. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Apesar de encontrar algumas dificuldades na aplica&ccedil;&atilde;o dos protocolos, devido a certos desvios do sistema, acho que isso &eacute; apenas uma quest&atilde;o de adapta&ccedil;&atilde;o. Como em tudo sempre haver&aacute; situa&ccedil;&atilde;o em que abriremos exce&ccedil;&otilde;es, entretanto, de maneira geral, me senti capaz de cumprir os protocolos. (Estudante 7)". "Embora os protocolos estejam dispon&iacute;veis e sejam necess&aacute;rios ao servi&ccedil;o, ainda h&aacute; muita dificuldade de aplic&aacute;-los em alguns locais (Estudante 18)". "Acredito que n&atilde;o s&oacute; sou capaz de aplicar, como sugerir modifica&ccedil;&otilde;es para buscar melhorias no servi&ccedil;o (Estudante 31)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No estudo tamb&eacute;m foi introduzida uma quest&atilde;o sobre se o estagi&aacute;rio durante o est&aacute;gio nos servi&ccedil;os do SUS havia modificado os protocolos estabelecidos para a aten&ccedil;&atilde;o especializada na sa&uacute;de bucal, com 74% dos estagi&aacute;rios afirmando que sim. As explica&ccedil;&otilde;es mais salientadas pelos entrevistados para justificar a quebra de protocolo foram quanto a constante necessidade de adapta&ccedil;&atilde;o das diferentes realidades as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho locais e as orienta&ccedil;&otilde;es dos preceptores. Na opini&atilde;o dos estagi&aacute;rios a quebra de protocolos tamb&eacute;m ocorreu como uma forma positiva </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"de priorizar o cuidado do paciente (Estudante, 33), ou para facilitar a vida do paciente, que muitas vezes n&atilde;o est&aacute; em condi&ccedil;&otilde;es ideais para o atendimento especializado (Estudante 30)". "Modifiquei de modo que meu trabalho durante um tratamento n&atilde;o recebessem as desvantagens de aplicar um protocolo contendo a mecaniza&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio profissional, o engessamento da pr&aacute;tica do cuidado e principalmente a limita&ccedil;&atilde;o da autonomia (Estudante 29)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os principais exemplos sobre quebra de protocolos citados como marcantes pelos estagi&aacute;rios foram: realizar procedimentos indicados para aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica na aten&ccedil;&atilde;o especializada, tais como tratar candid&iacute;ase, raspagem periodontal e restaura&ccedil;&otilde;es simples; realizar procedimentos sem radiografia; realizar atendimentos de usu&aacute;rios sem refer&ecirc;ncia da Unidade B&aacute;sica de Sa&uacute;de; em rela&ccedil;&atilde;o ao protocolo de acompanhamento dos usu&aacute;rios com tratamento especializado completado e encaminhar para servi&ccedil;os da Faculdade de Odontologia. A Seguir, algumas das situa&ccedil;&otilde;es relatadas pelos alunos:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>"Um paciente atendido na &aacute;rea de periodontia tinha uma les&atilde;o na mucosa jugal, compat&iacute;vel com uma leucoplasia. Caso ele fosse referenciado para a UBS para depois consultar com o estomatologista ia demorar algum tempo. Por isso, achamos melhor encaminhar o mesmo para a disciplina de Patologia Bucal na FO-UFRGS, dando agilidade no atendimento (Estudante 23)". "Tanto nos campos de est&aacute;gio fora da faculdade quanto dentro da faculdade, em muitos momentos tive que fugir dos protocolos, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; periodontia. Praticamente todos os pacientes que atendi na &aacute;rea de periodontia tive que fazer (ou refazer) todo o tratamento supragengival (Estudante 15)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.3 Campos de est&aacute;gios no SUS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A categoria tem&aacute;tica campos de est&aacute;gio no SUS apresenta as frequ&ecirc;ncias de res-postas fechadas que representam as opini&otilde;es. dos estagi&aacute;rios sobre os preceptores, estrutura e campos onde foram realizados os est&aacute;gios. A maioria das respostas sobre os componentes avaliados apresentam o processo como &oacute;timo/muito bom. Estas opini&otilde;es s&oacute; se modificaram substancialmente no item referente ao est&aacute;gio nos campos de gest&atilde;o, em que 56% dos estagi&aacute;rios responderam como bom/regular e 26% como insatisfat&oacute;rio (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os estagi&aacute;rios referem um bom acolhimento por parte dos campos de assist&ecirc;ncia Pontuam de maneira muito positiva a experi&ecirc;ncia, com possibilidades de aperfei&ccedil;oamento da pr&aacute;tica cl&iacute;nica e aprendizagens sobre a aten&ccedil;&atilde;o especializada no SUS, o ritmo de trabalho fora da faculdade, assim como, a din&acirc;mica de trabalho dentro de um bloco cir&uacute;rgico. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Proporcionaram-me o contato com o servi&ccedil;o de aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria e em &acirc;mbito hospitalar, oportunidade que antes n&atilde;o era desenvolvida por esta faculdade. O saber adquirido com os casos complexos e &uacute;nicos somaram de maneira muito positiva para a forma&ccedil;&atilde;o do conhecimento. A possibilidade de observar e praticar em bloco cir&uacute;rgico junto a um professor s&atilde;o oportunidades singulares dentro do nosso aprendizado (Estudante 31)"</i>. <i>"Gostei muito dos campos de est&aacute;gio que escolhi para trabalhar. Acredito que obtive uma viv&ecirc;ncia extremamente importante; al&eacute;m de aprender como funciona o dinamismo do SUS e como atender pacientes com casos mais complexos, coloquei em pr&aacute;tica muitos conte&uacute;dos a respeito de diagn&oacute;stico e conduta, que apenas havia estudado na teoria (Estudante 27)"</i> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No &acirc;mbito dos campos de gest&atilde;o alguns estagi&aacute;rios relatam insatisfa&ccedil;&atilde;o com o trabalho que l&aacute; realizaram, visto que nas suas opini&otilde;es n&atilde;o h&aacute; ainda adequa&ccedil;&atilde;o para o recebimento dos estagi&aacute;rios para o est&aacute;gio, o que acaba por tornar o tempo algumas vezes ocioso e de pouco aprendizado. Este foi o item que obteve o maior &iacute;ndice de respostas no escore insatisfat&oacute;rio observando a pesquisa como um todo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>"Acho a ideia (de est&aacute;gio na gest&atilde;o) excelente, precisamos de uma viv&ecirc;ncia nessas &aacute;reas, para entender melhor quais s&atilde;o os principais entraves e desafios que podemos encontrar, como funciona o sistema, etc. Por&eacute;m, os campos de est&aacute;gio, pelo menos o que trabalhei, ainda n&atilde;o est&atilde;o preparados para receber os alunos, acabamos em muitos momentos ficando ociosos e quando nos &eacute; dado uma tarefa esta &eacute; superficial e vaga (Estudante 7)". No campo em que estagiei, juntamente com meus colegas, pudemos trabalhar com instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os prestados e tamb&eacute;m com a elabora&ccedil;&atilde;o de material informativo para os usu&aacute;rios, sendo bastante proveitoso (Estudante 7)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A respeito dos est&aacute;gios no CEO da FO-UFRGS a opini&atilde;o foi positiva, compreendem como um est&aacute;gio proveitoso do ponto de vista do n&iacute;vel de qualidade t&eacute;cnica do aprendizado. Um ponto tamb&eacute;m salientado como positivo &eacute; que s&atilde;o os pr&oacute;prios estagi&aacute;rios que escolhem as especialidades em que querem atuar, isso auxilia na boa realiza&ccedil;&atilde;o do trabalho, pois em geral s&atilde;o &aacute;reas nas quais eles pretendem trabalhar futuramente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i> "O CEO da faculdade &eacute; excelente, realizamos o trabalho com excel&ecirc;ncia cl&iacute;nica, sempre com maior possibilidade de aprendizado pr&aacute;tico e te&oacute;rico, pois temos ao lado &oacute;timos professores e, al&eacute;m disso, temos mais autonomia nas tomadas de decis&atilde;o (Estudante 7)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De maneira geral os preceptores dos est&aacute;gios foram descritos como profissionais receptivos, prestativos, de bom conv&iacute;vio e excelentes orientadores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sobre a estrutura dos campos as opini&otilde;es foram diversas e dependiam do local onde havia sido realizado o est&aacute;gio, por&eacute;m em sua maioria os estagi&aacute;rios relataram que os campos possuem boa estrutura, mas que muitas vezes faltam instrumentais e a manuten&ccedil;&atilde;o de equipamentos deixa a desejar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.4 Atividades de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab01">Tabela 1</a> descreve tamb&eacute;m os resultados sobre as atividades de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia realizadas no est&aacute;gio. Todos os com-ponentes destacados na pesquisa para avaliar este assunto obtiveram boa frequ&ecirc;ncia de respostas no escore &oacute;timo/muito bom. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os estagi&aacute;rios de maneira geral acreditam que as atividades de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia enriqueceram o conhecimento e tornaram seu acesso mais f&aacute;cil, "garantido uma continua&ccedil;&atilde;o e complementa&ccedil;&atilde;o das atividades nos campos" (Estagi&aacute;rio 33). Visto que no &uacute;ltimo semestre disp&otilde;em de pouco tempo para aulas convencionais a internet tornou mais f&aacute;cil o contato com opini&otilde;es dos colegas e professores. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Muitas vezes a falta de tempo e a fadiga do aluno n&atilde;o permite que ele em uma aula consiga desenvolver t&atilde;o bem um tema proposto e na educa&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia permite que ele desenvolva melhor os temas e inclusive identificar o pensamento dos mais t&iacute;midos (Estagi&aacute;rio 18)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sobre o uso da plataforma Moodle no est&aacute;gio, relatam bom uso da ferramenta. Facilita o aprendizado e a comunica&ccedil;&atilde;o com os professores. A respeito dos conte&uacute;dos curriculares disponibilizados consideram em sua maioria como conte&uacute;dos bons e que o ambiente virtual de aprendizagem</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>"facilita o acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es, pois estas ficam dispon&iacute;veis e compiladas todas no mesmo lugar, podendo ser acessadas de qualquer local que tenha internet dispon&iacute;vel (Estagi&aacute;rio 7)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De maneira geral os estagi&aacute;rios acreditam que os f&oacute;runs EAD realizados foram importantes para promover debates e expor diferentes pontos de vista entre os estagi&aacute;rios. Defendem que foi uma estrat&eacute;gia que ajudou a compor uma no&ccedil;&atilde;o mais cr&iacute;tica a respeito dos assuntos. Mas, &eacute; preciso destacar que o item f&oacute;runs EAD obteve um &iacute;ndice de respostas no escore insatisfat&oacute;rio que se destacou quando comparado com os resultados da pesquisa como um todo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.5 Din&acirc;micas pedag&oacute;gicas adotadas no est&aacute;gio</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab01">Tabela 1</a> encontram-se expostos os resultados da opini&atilde;o dos estagi&aacute;rios a respeito do planejamento das atividades pedag&oacute;gicas desenvolvidas no est&aacute;gio. Os resultados descritos mostram um desenho da categoria que se assemelha com as categorias analisadas anteriormente, pois as respostas ficaram aqui tamb&eacute;m distribu&iacute;das com maior freq&uuml;&ecirc;ncia no escore &oacute;timo/muito bom. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas respostas abertas, quanto aos itens planejamento gerais das atividades pedag&oacute;gicas e objetivos do est&aacute;gio, um n&uacute;mero pequeno de estagi&aacute;rios se manifestou. Os depoimentos que se repetiram afirmando que o planejamento foi organizado e que os objetivos do est&aacute;gio foram alcan&ccedil;ados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>"Sim, acho que sairemos com uma forma&ccedil;&atilde;o diferenciada, voltada para o servi&ccedil;o p&uacute;blico, focada no atendimento de excel&ecirc;ncia, mas, principalmente focada no usu&aacute;rio e na realidade a qual ele se enquadra (Estagi&aacute;rio 7)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Houve sugest&otilde;es para que houvesse mais preceptores ou convidados participando das atividades presenciais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando perguntados sobre sua opini&atilde;o a respeito das atividades presenciais na Faculdade de Odontologia da UFRGS os estagi&aacute;rios responderam que nesses encontros foi poss&iacute;vel conhecer melhor os campos de est&aacute;gio dos colegas, assim como, os desafios que todos enfrentavam, discutindo entre eles e com os professores a respeito dos problemas e poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es para os mesmos. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Foi proporcionado bastante espa&ccedil;o para a turma interagir durante as aulas, sempre foi solicitado nossa opini&atilde;o durante as aulas (Estagi&aacute;rio 14)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o aos docentes do est&aacute;gio os descrevem como interessados em repassar o conhecimento com did&aacute;tica e qualidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Os docentes desenvolveram bem o conte&uacute;do das aulas (Estagi&aacute;rio 11). Bem preparados, possuem bastante conhecimento da &aacute;rea (Estagi&aacute;rio 14)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os momentos tutoriais aparecem nas respostas fechadas avaliados com maior frequ&ecirc;ncia no escore bom/regular e com um &iacute;ndice de respostas no escore insatisfat&oacute;rio. Nas respostas abertas, os alunos explicam import&acirc;ncia de poder expor ao seu tutor seus problemas e d&uacute;vidas, por&eacute;m da forma como foram realizadas n&atilde;o compreenderam como: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"resolutivas na maioria das vezes (Estagi&aacute;rio 2)". "&Eacute; um momento interessante para que o tutor tenha conhecimento do que se passa com os alunos nos campos est&aacute;gio e para que o aluno pe&ccedil;a ajuda quando necess&aacute;rio (Estagi&aacute;rio 7)". "Acho que poderia ter sido mais explorada, em grupos muito grandes, fica mais dif&iacute;cil conversar (Estagi&aacute;rio 14)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os Projetos Terap&ecirc;uticos Singulares desenvolvidos pelos estagi&aacute;rios a partir de situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas ou coletivas vivenciadas nos campos foi uma atividade avaliada pelos estagi&aacute;rios positivamente, 61% optaram pelo escore &oacute;timo/muito bom. Os estudantes aprovam a ideia dos Projetos Terap&ecirc;uticos Singulares. Citam o fato de que os trabalhos expostos pelos colegas foram bons de assistir, mostraram a teoria na pr&aacute;tica e </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"oportunidade excelente para trabalhar de forma integral e conjunta com os profissionais dos campos de est&aacute;gio, a respeito de casos complexos (Estagi-&aacute;rio 33)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em geral, os estudantes consideram a rela&ccedil;&atilde;o com a realidade dos conte&uacute;dos te&oacute;ricos desenvolvidos nos momentos presenciais com temas atuais e fundamentais para a sua forma&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m &agrave;s vezes tamb&eacute;m cansativos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Certamente consegui relacionar o conte&uacute;do com a realidade" (Estudante 9)"</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; carga hor&aacute;ria, os alunos a consideraram importante para o aprendizado. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Tinha certos receios de como seria ser dentista fora da faculdade, e a viv&ecirc;ncia no est&aacute;gio me ajudou bastante a adquirir essa no&ccedil;&atilde;o (Estudante 11)"</i>.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 4 DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados apresentados analisam a capacidade em proporcionar o agir em compet&ecirc;ncia para o cuidado especializado na sa&uacute;de bucal de uma experi&ecirc;ncia de integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o na configura&ccedil;&atilde;o de est&aacute;gio curricular supervisionado. Neste aspecto, um dado importante levantado pelo estudo, refere-se ao alto &iacute;ndice de respostas positivas quanto &agrave; quest&atilde;o da modifica&ccedil;&atilde;o de protocolos. Ao descreverem sua atua&ccedil;&atilde;o no est&aacute;gio, 74% dos estagi&aacute;rios afirmaram que modificaram os protocolos estabelecidos para o trabalho na aten&ccedil;&atilde;o especializada em Odontologia. Considerando este resultado a luz do que preconiza o conceito do "agir em compet&ecirc;ncia", entende-se que a experi&ecirc;ncia das quebras de protocolos n&atilde;o deve ser compreendida como um aspecto negativo per si, pelo contr&aacute;rio. Na perspectiva ergol&oacute;gica desenvolvida pelo autor do trabalho enquanto uma atividade humana, vive-se um processo cont&iacute;nuo de renegocia&ccedil;&atilde;o de normas. Cada ser humano em uma situa&ccedil;&atilde;o de trabalho recom-p&otilde;e, em parte, o meio de trabalho em fun&ccedil;&atilde;o do que ele &eacute; e do que ele desejaria que fosse o universo que o circunda. Em uma situa&ccedil;&atilde;o de trabalho a atividade &eacute; sempre o centro da dial&eacute;tica entre o imposs&iacute;vel e o "inv&iacute;vivel"<sup>15</sup>. O est&aacute;gio desenvolvido como experi&ecirc;ncia de integra&ccedil;&atilde;o ensino servi&ccedil;o deve desenvolver no estagi&aacute;rio justamente sua capacidade de gerir o in&eacute;dito sempre presente em situa&ccedil;&otilde;es de trabalho, quando o profissional &eacute; remetido a tomar as suas decis&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As informa&ccedil;&otilde;es aqui analisadas demonstram conson&acirc;ncia com as de estudos sobre educa&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica realizados em outros pa&iacute;ses, que tamb&eacute;m descrevem o impacto de experi&ecirc;ncias de integra&ccedil;&atilde;o ensino servi&ccedil;o sobre a aprendizagem de estudantes de Odontologia. Segundo esses estudos, os estudantes que participaram de processos de forma&ccedil;&atilde;o em que se enfatizam a integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o, demonstram maior consci&ecirc;ncia da import&acirc;ncia dos determinantes sociais no processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a<sup>29</sup> e da import&acirc;ncia de se compreender o hist&oacute;rico s&oacute;cio-odontol&oacute;gico<sup>30</sup>. Al&eacute;m de adquirirem maior confian&ccedil;a na realiza&ccedil;&atilde;o dos mais diversos procedimentos da c&iacute;nica odontol&oacute;gica<sup>31,32</sup>. Curr&iacute;culos com programas de integra&ccedil;&atilde;o ensino servi&ccedil;o permitem aos estudantes um melhor entendimento das necessidades da comunidade<sup>33</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Prevalece nos resultados do estudo a opini&atilde;o de que houve aperfei&ccedil;oamento da capacidade dos estagi&aacute;rios em realizarem atividades cl&iacute;nicas especializadas. Resultados esses, similares aos encontrados por outros estudos sobre experi&ecirc;ncias de ensino odontol&oacute;gico realizadas em est&aacute;gios fora das universidades. Essas experi&ecirc;ncias t&ecirc;m se mostrado muito valiosas tanto em volume quanto em diversidade, contribuindo para a maturidade cl&iacute;nica dos estudantes<sup>34,35</sup>. Um estudo realizado com 55 estudantes da Universidade de Witwatersrand, &Aacute;frica do Sul, avaliou suas percep&ccedil;&otilde;es a respeito das experi&ecirc;ncias com integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o e encontrou que 95% dos alunos reportaram melhoras em suas habilidades cl&iacute;nicas<sup>33</sup>. Reflex&atilde;o &eacute; uma caracter&iacute;stica central da integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o em que o objetivo pedag&oacute;gico n&atilde;o est&aacute; apenas em aumentar os conhecimentos e habilidades cl&iacute;nicas dos alunos, mas em facilitar o seu desenvolvimento pessoal e profissional<sup>13,20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; preciso destacar que a implanta&ccedil;&atilde;o do Est&aacute;gio Curricular Supervisionado II da Odontologia, objeto de an&aacute;lise desse estudo, foi acompanhada por incentivo financeiro do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de atrav&eacute;s da ades&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o ao Programa Nacional de Reorienta&ccedil;&atilde;o da Forma&ccedil;&atilde;o Profissional em Sa&uacute;de &ndash; Pr&oacute;-Sa&uacute;de<sup>36</sup>. O financiamento do Pr&oacute;-sa&uacute;de foi incentivador fundamental para aumentar o interesse da institui&ccedil;&atilde;o de ensino na implanta&ccedil;&atilde;o do est&aacute;gio no SUS. Estudos em diversos pa&iacute;ses mostram uma preocupa&ccedil;&atilde;o crescente de reitores e membros docentes em rela&ccedil;&atilde;o ao impacto de programas de ensino-servi&ccedil;o nas finan&ccedil;as das Faculdades de Odontologia<sup>22</sup> e tamb&eacute;m com rela&ccedil;&atilde;o aos desafios em se estabelecer modelos de ensino que sejam financeiramente sustent&aacute;veis<sup>37</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Seria interessante poder avaliar em estudos futuros a produtividade de alunos que participam de experi&ecirc;ncias fora da institui&ccedil;&atilde;o de ensino em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;quela alcan&ccedil;ada com as atividades tradicionais realizadas no seu interior. Estudos mostram que a produtividade cl&iacute;nica dos estudantes &eacute; maior em experi&ecirc;ncias de ensino-servi&ccedil;o realizadas fora da institui&ccedil;&atilde;o de ensino<sup>38,23</sup>. Esta informa&ccedil;&atilde;o pode ser relevante para que se desenvolva um entendimento da produtividade esperada e para a sele&ccedil;&atilde;o daqueles locais que podem proporcionar as experi&ecirc;ncias cl&iacute;nicas mais ricas<sup>39</sup>. Um dos princ&iacute;pios da integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o &eacute; que suas atividades e objetivos sejam baseados tanto nos interesses de aprendizado quanto nas necessidades da comunidade a ser atendida. Deve haver benef&iacute;cios equivalentes para ambas as partes, equilibrando servi&ccedil;o e aprendizado, sendo essa uma das principais caracter&iacute;sticas que diferencia a integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o de outras experi&ecirc;ncias com formatos similares<sup>13</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>5 CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS  </B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir dos resultados apresentados pelo artigo pode-se inferir que na percep&ccedil;&atilde;o dos estagi&aacute;rios a experi&ecirc;ncia analisada est&aacute; desenvolvendo aprendizagens sobre o funcionamento das redes de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um resultado importante encontrado pelo estudo &eacute; a constata&ccedil;&atilde;o da reincidente quebra de protocolos da aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal relatada pelos estagi&aacute;rios. Se este dado por um lado pode representar o n&iacute;vel ainda incipiente em que se encontra a pol&iacute;tica de aten&ccedil;&atilde;o especializada em sa&uacute;de bucal analisada, tamb&eacute;m &eacute; um desafio para a compreens&atilde;o da pr&oacute;pria din&acirc;mica do trabalho em sa&uacute;de e as complexas rela&ccedil;&otilde;es entre o que est&aacute; prescrito e a realidade como se apresenta no dia a dia do trabalho em sa&uacute;de. Autores do campo da ergologia t&ecirc;m desenvolvido estudos nesta dire&ccedil;&atilde;o que necessitam ser mais utilizados na pesquisa e na a&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os componentes da experi&ecirc;ncia que obtiverem maior &iacute;ndice de avalia&ccedil;&atilde;o insatisfat&oacute;ria da experi&ecirc;ncia de integra&ccedil;&atilde;o ensino-servi&ccedil;o foram tamb&eacute;m aqueles com o maior potencial de inova&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica e pol&iacute;tica: os campos de gest&atilde;o, as tutorias e os f&oacute;runs de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia. Isto indica que o ineditismo exige que se realize constante monitoramento da proposta e continuidade de pesquisas como estas, avaliando as turmas em andamento. &Eacute; necess&aacute;rio que as an&aacute;lises sejam estendidas buscando informa&ccedil;&otilde;es sobre o processo tamb&eacute;m na perspectiva dos preceptores, tutores, docentes e gestores, n&atilde;o privilegiadas no presente estudo. H&aacute; necessidade de problematiza&ccedil;&atilde;o permanente sobre as pr&aacute;ticas de est&aacute;gio e que se assegure infraestrutura e profissionais qualificados para o ensino nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Kress, Junior GC. Dental education in transition. In: Cohen LK, Gift HC. Dis-ease prevention and oral health promo-tion social-dental sciences in action. Co-penhagen: Munsksgaard; 1995 p. 387-416.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=385020&pid=S1679-5954201500010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Hobson RS. A view of European chal-lenges in dental education. Br Dent J. 2009 jan 24; 206(2):65-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Mcharg J, Kay EJ. Designing a dental curriculum for the twenty-fi rst century. Br Dent J. 2009 nov 28;207(10):493-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Davidson PL, Nakazono TT, Carreon DC, Gutierrez JJ, Shahedi S, Andersen, RM. Reforming dental workforce educa-tion and practice in the USA. Eur J Dent Educ. 2011; 15(2):73-9. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. Resolu&ccedil;&atilde;o CNE/CNS 3/2002. Diretrizes Curriculares Nacio-nais do Curso de Odontologia. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia, 4 de mar&ccedil;o de 2002. Se&ccedil;&atilde;o 1, p.10, Bras&iacute;lia, 2002. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Moys&eacute;s SJ. Pol&iacute;ticas de sa&uacute;de e forma-&ccedil;&atilde;o de recursos humanos em Odontolo-gia. Rev. ABENO. 2004;4(1):30-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Ramos MN. A pedagogia das compet&ecirc;n-cias: autonomia ou adapta&ccedil;&atilde;o? 4. ed. S&atilde;o Paulo: Cortez; 2011. 320p </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Silveira JLGC. Diretrizes curriculares nacionais para os cursos de Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia: historicidade, legalida-de e legitimidade. Pesq Bras Odontop Cl&iacute;n Int. 2004;4(2):151-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Zilbovicius C, Araujo ME, Botazzo C, Frias AC, Junqueira SR, Junqueira CR. A paradigm shift in predoctoral dental curricula in Brazil: evaluating the pro-cess of change. J Dent Educ. 2011;75(4):557-64. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Fewerwerker LM, Capozzolo AA. Mu-dan&ccedil;as na forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de: alguns referenciais de partida do eixo Trabalho em Sa&uacute;de. In.: Capozzolo AA, Henz AO, (Orgs.) Cl&iacute;nica Comum: itiner&aacute;rios de uma forma&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de. S&atilde;o Paulo: Hucitec; 2013. p. 35-58. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Pucca Jr GA, Costa JF, Chagas LD, Sil-vestre RM. Oral health policies in Brazil. Braz Oral Res. 2009;23 Suppl 1:S9-16. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Pucca Jr GA, Luvison I, Baldisserotto J, Warmling CM. Pol&iacute;tica Nacional de Sa-&uacute;de Bucal: metas e resultados. Bol. Sa&uacute;-de (RS) 2010 jan/jun;24(1):117-26. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Warmling CM, Rossoni E, Hugo FN, Toassi RF. Est&aacute;gios curriculares no SUS: experi&ecirc;ncias da Faculdade de Odontologia da UFRGS. Rev ABENO. 2011; 11(2), p. 63-70. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Manual de especialida-des em sa&uacute;de bucal. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2008 (S&eacute;rie A. Normas e Ma-nuais T&eacute;cnicos). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Schwartz Y. Uso de si e compet&ecirc;ncia. In Schwartz Y, Durrive L (Org.) Trabalho &amp; Ergologia: conversas sobre a atividade humana. Niter&oacute;i: Eduff, 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Yoder KM. A framework for service-learning in dental education. J Dent Educ. 2006;70(2):116-22. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Mello ALSF, Moys&eacute;s SJ, Carcereri DL. Ensino ou Servi&ccedil;o? A Universidade e o Curso de Odontologia na rede de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal. Mundo sa&uacute;de. 2011;35(4):364-72. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Costa ICC, Ara&uacute;jo, MNT. Defini&ccedil;&atilde;o do perfil de compet&ecirc;ncias em sa&uacute;de coletiva a partir da experi&ecirc;ncia de cirurgi&otilde;es-dentistas atuantes no servi&ccedil;o p&uacute;blico. Ci&ecirc;n Sa&uacute;de Colet. 2011; 16(Supl.1) p.1181-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Freitas SFT, Calvo MCM, Lacerda JT. Sa&uacute;de coletiva e novas diretrizes curricu-lares em Odontologia: uma proposta para gradua&ccedil;&atilde;o. Trab Educ Sa&uacute;de. 2012 jul/out;10(2):223-34. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Toassi RFC, Baumgarten A, Warmling CM, Rossoni E, Rosa AR, Slavutzky SMB. Teaching at primary healthcare services within the Brazilian national health system (SUS) in Brazilian healthcare professionals' training. Inter-face (Botucatu). 2013June; 17(45):385- 92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Grobe Hood, J. Reflections on the dental pipeline program's efforts regarding community-based dental education. J Dent Educ. 2010;74(10):S62-S66. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Bailit HL, Mcgowan TL. Senior dental students' impact on dental school clinic revenues: the effect of community-based dental education. J Dent Educ. 2011;75(10 SUPPL): p. S5-S7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Smith M, Lennon MA, Robinson PG. Students' clinical experience on outreach placements. Eur J Dent Educ. 2010;14(1):7-11. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Formicola AJ, Bailit HL. Community-based dental education: history, current status, and future. J Dent Educ. 2012;76(1):98-106. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Brasil. Lei n&ordm; 11.788, de 25 de setembro de 2008. Disp&otilde;e sobre o est&aacute;gio de estu-dantes e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia, 26 de set. 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Botti SHO, Rego S. Preceptor, supervi-sor, tutor e mentor: quais s&atilde;o seus pa-p&eacute;is? Rev Bras Educ Med. 2008 Sept;32(3):363-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. N&uacute;cleo T&eacute;cnico da Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o. Cl&iacute;-nica ampliada, equipe de refer&ecirc;ncia e projeto terap&ecirc;utico singular. 2. ed. Bra-s&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2007. 60 p. (S&eacute;rie B. Textos B&aacute;sicos de Sa&uacute;de). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Caregnato RCA, Mutti R. Pesquisa qua-litativa: an&aacute;lise de discurso versus an&aacute;li-se de conte&uacute;do. Texto Contexto Enferm. 2006 Out-Dez;15(4): 679-84. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Nandakumar C. Robinson PG. Teaching dental public health to undergraduates using community profiles and patient case studies. Community Dent Health. 2011;28(1):116-20. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Holmes RD, Waterhouse PJ, Maguire A, Hind V, Lloyd J, Tabari D, Lowry RJ. Developing an assessment in dental pub-lic health for clinical undergraduates at-tending a primary dental care outreach programme. Eur J Dent Educ. 2011 Feb;15(1):19-25. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31. Lynch, CD, Ash PJ, Chadwick BL. Stu-dent perspectives and opinions on their experience at an undergraduate outreach dental teaching centre at Cardiff: a 5-year study. Eur J Dent Educ. 2010;14(1):12-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">32. Smith M, Lennon MA, Brook AH, Rob-inson PG. A randomized controlled trial of outreach placement's effect on dental students' clinical confidence. J Dent Educ. 2006; 70(5):566-70. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">33. Bhayat A, Vergotine G, YengopaL V, Rudolph MJ. The impact of service-learning on two groups of south african dental students. J Dent Educ. 2011;75(11):1482-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">34. Arantes AC, Pinto RS, Ramos TCV, Palmier AC. Est&aacute;gio Supervisionado - qual a sua contribui&ccedil;&atilde;o para a forma&ccedil;&atilde;o do cirurgi&atilde;o-dentista de acordo com as diretrizes curriculares nacionais? Rev APS. 2009 abr/jun;12(2):150-60. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">35. Eriksen HM, Bergdahl M, Byrkjeflot LI, Crossner CG, Widstr&ouml;m E, Tillberg A. Evaluation of a dental outreach teaching programme Eur J Dent Educ. 2011;15(1):3&ndash;7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">36. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. Secretaria de Gest&atilde;o do Trabalho e da Educa&ccedil;&atilde;o na Sa&uacute;-de. Programa Nacional de Reorienta&ccedil;&atilde;o da Forma&ccedil;&atilde;o Profissional em Sa&uacute;de &ndash; Pr&oacute;-sa&uacute;de. Bras&iacute;lia; 2005. Dispon&iacute;vel em: http://www.saude.gov.br/sgtes Acesso em: 12 de abril de 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">37. Piskorowski WA, Fitzgerald M, Mastey J, Krell RE. Development of a sustaina-ble community-based dental education program. J Dent Educ. 2010;75(8):1038-43. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">38. Perez FA, Allareddy V, Howell H, Ka-rimbux N. Comparison of clinical productivity of senior dental students in a dental school teaching clinic versus community externship rotations. J Dent Educ. 2010;74 (10):1125-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">39. Arevalo O, Sama NDM, Rohall V. Measuring clinical productivity in com-munity-based dental education pro-grams. J Dent Educ. 2011;75(9):1200-7.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/bjos/v14n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a>    <b>Correspondencia para:</b> <br/>   Cristine Maria Warmling<br/>   Rua Ramiro Barcelos, 2492 - Santa Cecilia    <br>   90035-003 - Porto Alegre/RS     <br>   E-mail: <a href="mailto:cristinewarmling@yahoo.com.br">cristinewarmling@yahoo.com.br</a></font></p>      ]]></body>
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