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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Metodologias ativas de ensino aprendizagem na graduação em Odontologia e a contribuição da monitoria - relato de experiência]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the health field, different ways of teachinglearning and curricular organization are being adopted in the perspective to integrating theory with practice and teaching with the service, and to develop the reflective capacity about real problems, as well as planning creative and original actions that are capable to change the social reality. In the curricular component Supervised Internship II, at the State University of Paraíba - Dentistry Course, the teachers have been using the active methodologies, such as the questioning, which is the use of triggers of the teachinglearning process to establish the debate. As a way of assessing learning, a reflective critical portfolio is used with photographic records, with the positive and negative impressions of the experience during the supervised internship. In addition, the internet is used as a technology of information and communication, in which the component has a group on social network, Facebook, which is used for communication between teachers, students and monitors for mailing articles, documentaries and issues related to classes. The monitoring of the Supervised Internship has contributed to the creation of a criticalreflective student profile and stimulated the monitors' skills for teaching. Thus, the use of active teaching-learning methodologies has aroused the interest of the student to think, to question, to learn and to take their role as future transformer of the social reality, which has contributed greatly to the teaching practice innovation and encouraged, in monitoring, the development of the skills of the teaching profile required nowadays.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ">&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/><B>Metodologias ativas de ensino aprendizagem na gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia e a contribui&ccedil;&atilde;o da monitoria - relato de experi&ecirc;ncia</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Active teaching-learning methods for graduation in Dentistry and contribution of monitoring - an experience report</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Mar&iacute;lia Ara&uacute;jo Reul<sup>I</sup>; Elisa Diniz de Lima<sup>I</sup>; K&eacute;ssia do Nascimento Irineu<sup>I</sup>;</b></font> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Rilva Suely de Castro Cardoso Lucas<sup>II</sup>;</b></font> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Edja Maria Melo de Brito Costa<sup>II</sup>;</b></font> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Renata Cardoso Rocha Madruga<sup>II</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Aluna de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, UEPB    <br>   <sup>II</sup> Professora do Departamento de Odontologia, UEPB</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia para:</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na &aacute;rea da sa&uacute;de est&atilde;o sendo adotadas formas diferenciadas de ensino-aprendizagem e de organiza&ccedil;&atilde;o curricular na perspectiva de integrar a teoria com a pr&aacute;tica e o ensino com o servi&ccedil;o, al&eacute;m de desenvolver capacidade reflexiva acerca de problemas reais, assim como, o planejamento de a&ccedil;&otilde;es originais e criativas capazes de modificar a realidade social. No Componente Curricular Est&aacute;gio Supervisionado II, do curso de Odontologia da Universidade Estadual da Para&iacute;ba, os docentes v&ecirc;m utilizando as Metodologias Ativas, a exemplo da problematiza&ccedil;&atilde;o, que consiste na utiliza&ccedil;&atilde;o de disparadores do processo de ensino-aprendizagem para estabelecer o debate. Como forma de avalia&ccedil;&atilde;o da aprendizagem, o portf&oacute;lio cr&iacute;tico reflexivo &eacute; utilizado com registros fotogr&aacute;ficos, impress&otilde;es positivas e negativas da viv&ecirc;ncia durante o Est&aacute;gio Supervisionado. Al&eacute;m destas, a internet &eacute; utilizada como tecnologia de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o, em que o componente possui um grupo em rede social, o facebook, que &eacute; utilizado para comunica&ccedil;&atilde;o entre os docentes, discentes e monitores para discuss&atilde;o de artigos, document&aacute;rios e temas relacionados &agrave;s aulas. A monitoria do Est&aacute;gio Supervisionado vem contribuindo para a cria&ccedil;&atilde;o de um perfil discente cr&iacute;tico reflexivo e estimulando a voca&ccedil;&atilde;o dos monitores para a doc&ecirc;ncia. Sendo assim, o uso de metodologias ativas de ensino-aprendizagem tem despertado o interesse do aluno para o pensar, questionar, aprender a aprender e assumir seu papel como futuro transformador da realidade social, o que tem contribu&iacute;do sobremaneira na inova&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas docentes e estimulado, na monitoria, o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias do perfil docente requerido na atualidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores:</B> Aprendizagem. Educa&ccedil;&atilde;o Superior. Curr&iacute;culo. Docentes.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">In the health field, different ways of teachinglearning and curricular organization are being adopted in the perspective to integrating theory with practice and teaching with the service, and to develop the reflective capacity about real problems, as well as planning creative and original actions that are capable to change the social reality. In the curricular component Supervised Internship II, at the State University of Para&iacute;ba - Dentistry Course, the teachers have been using the active methodologies, such as the questioning, which is the use of triggers of the teachinglearning process to establish the debate. As a way of assessing learning, a reflective critical portfolio is used with photographic records, with the positive and negative impressions of the experience during the supervised internship. In addition, the internet is used as a technology of information and communication, in which the component has a group on social network, Facebook, which is used for communication between teachers, students and monitors for mailing articles, documentaries and issues related to classes. The monitoring of the Supervised Internship has contributed to the creation of a criticalreflective student profile and stimulated the monitors' skills for teaching. Thus, the use of active teaching-learning methodologies has aroused the interest of the student to think, to question, to learn and to take their role as future transformer of the social reality, which has contributed greatly to the teaching practice innovation and encouraged, in monitoring, the development of the skills of the teaching profile required nowadays.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors:</B> Learning. Education, Higher. Curriculum. Faculty.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>  1 INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na &aacute;rea da sa&uacute;de, t&ecirc;m-se apontado caminhos inovadores para a capacita&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais. Adotam-se, ent&atilde;o, formas diferenciadas de ensino-aprendizagem e de organiza&ccedil;&atilde;o curricular na perspectiva de interligar a teoria com a pr&aacute;tica e o ensino com o servi&ccedil;o, al&eacute;m de desenvolver a capacidade reflexiva acerca de problemas reais e a formula&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es originais e criativas capazes de modificar a realidade social<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; preciso modernizar a educa&ccedil;&atilde;o de modo que acompanhe as transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas no mundo. Os m&eacute;todos e os recursos do processo de ensino e aprendizagem s&atilde;o variados<sup>2</sup>. Como as teorias precisam ser renovadas ou confirmadas permanentemente, para conduzir esta din&acirc;mica, &eacute; necess&aacute;rio realizar uma cont&iacute;nua avalia&ccedil;&atilde;o, a fim de acompanhar as descobertas cient&iacute;ficas<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre as metodologias ativas destacam-se a problematiza&ccedil;&atilde;o, a aprendizagem baseada em problemas / problem based learning (ABP/ PBL), o portf&oacute;lio cr&iacute;tico reflexivo (PCR) e as tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o (TICs), as quais v&ecirc;m ganhando destaque. A problematiza&ccedil;&atilde;o e a ABP, embora distintas, apresentam semelhan&ccedil;as e ambas se prop&otilde;em a romper com os m&eacute;todos tradicionais de ensino-aprendizagem<sup>4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A problematiza&ccedil;&atilde;o se op&otilde;e ao ensino tradicional por n&atilde;o operar na l&oacute;gica do repasse de informa&ccedil;&otilde;es ou conhecimentos, mas em movimentos que concebem possibilidades para a sua constru&ccedil;&atilde;o ou produ&ccedil;&atilde;o. Ademais, tem por finalidade provocar o aparecimento de outras formas de ensinar e de aprender, nas quais os estudantes e professores s&atilde;o coparticipantes do processo<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ABP propicia aos discentes o desenvolvimento de perfil cr&iacute;tico reflexivo, pois os estudantes devem procurar o conhecimento por si mesmos ao se depararem com uma situa&ccedil;&atilde;o problema ou um caso cl&iacute;nico<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O PCR representa uma ferramenta &uacute;til n&atilde;o somente para avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho. &Eacute;, sobretudo, uma estrat&eacute;gia para estimular a aprendizagem baseada nas compet&ecirc;ncias na perspectiva de "se aprende o que se faz e o que se faz se aprende"<sup>6</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As TICs s&atilde;o importantes aliadas no processo de ensino &ndash; aprendizagem, pois atingiram para al&eacute;m da vida sociocultural das pessoas, chegando, da mesma forma, nas escolas e universidades, impondo aos alunos e professores, novos paradigmas no cen&aacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o. Deve-se ter clareza de que os processos pedag&oacute;gicos sejam tratados de forma associativa e n&atilde;o separadamente, fazendo com que o dom&iacute;nio das t&eacute;cnicas aconte&ccedil;a por necessidade e exig&ecirc;ncia, constituindo um verdadeiro pacto de aprendizagem ascendente na sua complexidade<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante destas mudan&ccedil;as pedag&oacute;gicas, n&atilde;o se pode falar em aprendizagem sem ressaltar o papel do docente frente ao uso destas metodologias ativas de forma apropriada e contextualizada, mantendo-se em constante atualiza&ccedil;&atilde;o para desempenhar sua fun&ccedil;&atilde;o na constru&ccedil;&atilde;o de um ensino de qualidade<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Al&eacute;m disso, com o uso das metodologias ativas, o componente curricular vem tentando desenvolver o perfil discente exigido pelas diretrizes curriculares para o curso de Odontologia e estimulando nos monitores a voca&ccedil;&atilde;o para doc&ecirc;ncia, tendo em vista que promove a coopera&ccedil;&atilde;o entre os corpos docente e discente, em benef&iacute;cio da qualidade do ensino, ministrado pela Institui&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Face ao exposto, pretende-se com este artigo delinear as metodologias ativas utilizadas durante o componente curricular Est&aacute;gio Supervisionado II, do curso de Odontologia da Universidade Estadual da Para&iacute;ba, centrada no estudante, cabendo ao professor o papel de facilitador no processo de constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento, enfatizando os novos desafios existentes para um aluno que visa uma carreira docente.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 2 RELATO DE EXPERI&Ecirc;NCIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  O componente curricular Est&aacute;gio Supervisionado II busca, por interm&eacute;dio de metodologias ativas, a exemplo da problematiza&ccedil;&atilde;o e do PCR, desenvolver nos discentes compet&ecirc;ncias que possam convergir com as necessidades do perfil profissional esperado para atuar com qualidade e resolutividade no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na problematiza&ccedil;&atilde;o, os docentes t&ecirc;m utilizado disparadores do processo ensinoaprendizagem, a exemplo de narrativas de uma situa&ccedil;&atilde;o problema (SP), artigos cient&iacute;ficos que abordem o tema da aula, al&eacute;m de outras ferramentas como filmes, curtasmetragens e document&aacute;rios que, de forma l&uacute;dica, t&ecirc;m contribu&iacute;do para suscitar o debate e identificar quest&otilde;es de aprendizagem a serem aprofundadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ABP consiste em uma SP identificada a ser discutida, servindo para potencializar o debate e apontar estrat&eacute;gias a fim de responder as quest&otilde;es inerentes &agrave; mesma, de forma que todos reflitam sob dada circunst&acirc;ncia e aprendam juntos a apontar sa&iacute;das para tal. Como forma de responder ao problema, estimula-se que os discentes fa&ccedil;am buscas bibliogr&aacute;ficas, leiam textos, busquem artigos cient&iacute;ficos, cap&iacute;tulos de livros e, a partir do aprofundamento te&oacute;rico, desenvolvam respostas e socializem em uma roda de di&aacute;logo o percurso de sua aprendizagem. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O componente curricular disponibiliza orienta&ccedil;&otilde;es para a elabora&ccedil;&atilde;o do PCR, que consiste na produ&ccedil;&atilde;o escrita da viv&ecirc;ncia no Est&aacute;gio Supervisionado II nos diversos cen&aacute;rios de pr&aacute;tica em Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (UBSFs) com registros escritos e fotogr&aacute;ficos de todas as impress&otilde;es, opini&otilde;es, d&uacute;vidas, aprofundamento te&oacute;rico da equipe, de forma a se ter um produto do percurso hist&oacute;rico de todos os fatos e situa&ccedil;&otilde;es vivenciadas no est&aacute;gio, para al&eacute;m de um relato (<a href="#fig01">figura 1</a>), tamb&eacute;m utilizado como forma de avalia&ccedil;&atilde;o do processo ensino-aprendizagem.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v16n2/a09fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m dos recursos citados anteriormente, a internet tem sido uma outra ferramenta utilizada como TIC, possibilitando aos acad&ecirc;micos o acesso a diversos artigos, links, al&eacute;m de facilitar a comunica&ccedil;&atilde;o entre os docentes, discentes e monitores do componente curricular por meio de e-mails coletivos e "Grupo da Monitoria" criado em rede social (Facebook) em que participam ativamente das discuss&otilde;es e socializa&ccedil;&atilde;o das refer&ecirc;ncias (fontes de pesquisa). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na inten&ccedil;&atilde;o de otimizar o tempo, o componente curricular &eacute; contemplado com monitores que auxiliam os docentes e os discentes em suas atribui&ccedil;&otilde;es intra e extraclasse. Neste sentido, os monitores fazem uso de assessoria presencial e n&atilde;o presencial, sendo estas o atendimento a alunos propriamente dito e o atendimento utilizando ferramentas ofertadas pelas TICs. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas atividades realizadas em sala de aula, parte-se do pressuposto de que o estudante &eacute; sujeito ativo do processo ensinoaprendizagem. Em um primeiro momento, os alunos s&atilde;o divididos em grupos e apresentam semin&aacute;rios sobre as Confer&ecirc;ncias de Promo&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de realizadas at&eacute; ent&atilde;o, al&eacute;m de uma resenha cr&iacute;tica sobre o livro "Sa&uacute;de para todos, j&aacute;!" da autora Lana Bleicher. Ap&oacute;s a entrega da atividade, estudam temas como: Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria a Sa&uacute;de e Estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, Escolas Promotoras de Sa&uacute;de, al&eacute;m de outros, tais como Ambientes Saud&aacute;veis, Cidades Saud&aacute;veis. Ao final, constroem um plano de a&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; posteriormente aplicado no est&aacute;gio de viv&ecirc;ncia em uma UBSF. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No semestre seguinte, as professoras do componente curricular acessam a Secretaria de Sa&uacute;de do munic&iacute;pio de Campina Grande (PB), buscando apoio e consentimento para a realiza&ccedil;&atilde;o do est&aacute;gio. Posteriormente, acontece uma reuni&atilde;o entre as professoras, a coordena&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de Bucal e Apoiadores dos Distritos Sanit&aacute;rios para a sele&ccedil;&atilde;o das Unidades de Sa&uacute;de e a efetiva&ccedil;&atilde;o dos est&aacute;gios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a escolha das Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de (UBS), os cirurgi&otilde;es dentistas (preceptores) das UBSs s&atilde;o convidados a irem &agrave; Universidade para que haja um contato pr&eacute;vio entre eles e os alunos. &Eacute; neste momento que h&aacute; uma sensibiliza&ccedil;&atilde;o e os futuros estagi&aacute;rios apresentam seus planos de a&ccedil;&atilde;o, realizando uma troca de experi&ecirc;ncias e expectativas de como ser&aacute; o desenvolvimento do est&aacute;gio. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os alunos dividem-se em duplas ou trios e realizam o est&aacute;gio nas UBSFs, entrando em contato com os profissionais e comunidade durante dez semanas em que realizam atividades socioeducativas, explorando todo o conhecimento trabalhado previamente em sala de aula. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao final de dez encontros nestes cen&aacute;rios de pr&aacute;tica, os discentes apresentam em semin&aacute;rios sua viv&ecirc;ncia no Est&aacute;gio Supervisionado II, enfocando o servi&ccedil;o e sua articula&ccedil;&atilde;o entre o preceptor, os estagi&aacute;rios, os demais profissionais da unidade e a comunidade. Neste contexto, exp&otilde;em as atribui&ccedil;&otilde;es dos profissionais e estagi&aacute;rios, dificuldades enfrentadas, conquistas na realiza&ccedil;&atilde;o das atividades, experi&ecirc;ncias positivas e negativas, e necessidade de adequa&ccedil;&atilde;o das propostas &agrave; realidade encontrada na comunidade no per&iacute;odo de aplica&ccedil;&atilde;o do plano de a&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De forma semelhante &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o dos semin&aacute;rios, os discentes tamb&eacute;m preparam um PCR deste per&iacute;odo de viv&ecirc;ncias, registrando suas impress&otilde;es, dificuldades, conquistas e o trabalho realizado na comunidade e na UBSF. Estes s&atilde;o entregues aos docentes, compondo uma das avalia&ccedil;&otilde;es formativas da disciplina. Outro segmento de avalia&ccedil;&atilde;o (avalia&ccedil;&atilde;o somativa) se d&aacute; por interm&eacute;dio de instrumentos em que os preceptores avaliam os alunos. Estes, por sua vez, avaliam a si pr&oacute;prios e as professoras do componente curricular, ponderam suas avalia&ccedil;&otilde;es aos preceptores e aos alunos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao final das apresenta&ccedil;&otilde;es s&atilde;o discutidos os pontos abordados e se estimula posicionamento cr&iacute;tico reflexivo quanto &agrave; realidade vivenciada por cada aluno. Posteriormente s&atilde;o escolhidos dois discentes que ser&atilde;o respons&aacute;veis por sintetizar estas viv&ecirc;ncias e apresent&aacute;-las na forma de semin&aacute;rio aos preceptores e t&eacute;cnicos da Secretaria Municipal de Sa&uacute;de, fornecendo para o servi&ccedil;o e gest&atilde;o feedback para melhor planejamento e desenvolvimento das a&ccedil;&otilde;es futuras.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3 CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A necessidade de rompimento com o modelo de forma&ccedil;&atilde;o tradicional (cl&aacute;ssico ou cartesiano) que vem h&aacute; d&eacute;cadas sendo utilizado para a forma&ccedil;&atilde;o de profissionais da sa&uacute;de, explica a amplitude e inova&ccedil;&atilde;o que ganharam as discuss&otilde;es relacionadas ao emprego das metodologias ativas de ensinoaprendizagem nesse campo<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O modelo tradicional desconsidera as necessidades do SUS e forma profissionais despreparados para lidar com a sua realidade, sem adquirir um perfil cr&iacute;tico-reflexivo e sem capacidades de desenvolver trabalho em grupo<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Freitas<sup>3</sup>, os m&eacute;todos de ensino ultrapassados podem n&atilde;o privilegiar a intelig&ecirc;ncia e a criatividade dos jovens, assim como, a efici&ecirc;ncia da aprendizagem nas Universidades e na capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais. Ent&atilde;o, &eacute; preciso modernizar a educa&ccedil;&atilde;o para acompanhar as transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas no mundo. H&aacute; uma imperiosa necessidade de mudan&ccedil;as no ensino para acompanhar as transforma&ccedil;&otilde;es na pr&aacute;tica cient&iacute;fica e na realidade contempor&acirc;nea. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O emprego das metodologias ativas na Odontologia pode ser influenciado pelo tipo da popula&ccedil;&atilde;o-alvo, pela disponibilidade dos alunos para a aprendizagem e pela habilidade do professor em escolher uma metodologia apropriada ao que pretenda ensinar<sup>10</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso da problematiza&ccedil;&atilde;o como uma metodologia de ensino est&aacute; indicado quando os temas a serem trabalhados estejam relacionados com a vida em sociedade, apresentando os problemas e estimulando os discentes a aprender a resolv&ecirc;-los. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao contr&aacute;rio das pr&aacute;ticas educativas individuais, a problematiza&ccedil;&atilde;o torna-se uma metodologia de ensino que concebe a educa&ccedil;&atilde;o como um exerc&iacute;cio social. E na medida em que vivemos em um mundo de r&aacute;pidas mudan&ccedil;as, o essencial n&atilde;o s&atilde;o apenas os conhecimentos e as ideias, mas, sobretudo, o aumento da capacidade do estudante para detectar os problemas reais e buscar solu&ccedil;&otilde;es criativas e originais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As metodologias ativas s&atilde;o um desafio para os educadores, visto que para sua utiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio apenas conhecer os modos de operacionaliza&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m, os princ&iacute;pios da pedagogia cr&iacute;tica<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o se pode falar em aprendizagem sem falar no professor. O contexto social na atualidade imp&otilde;e a pr&aacute;tica educativa um n&uacute;mero de demandas muito grande, levando ao educador do s&eacute;culo XXI a repensar a sua atua&ccedil;&atilde;o em sala de aula, trazendo em considera&ccedil;&atilde;o os enormes desafios profissionais que enfrenta a fim de atingir as expectativas do contexto atual<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pedagogia cr&iacute;tica afirma que o docente ter&aacute; o papel de mediador no processo de ensino-aprendizagem, tendo fun&ccedil;&atilde;o de conduzir os discentes a observa&ccedil;&atilde;o da realidade e apreens&atilde;o do conte&uacute;do que dela extraem a partir dos temas apresentados<sup>9</sup>. O docente n&atilde;o ser&aacute; o &uacute;nico determinante para o sucesso de tal metodologia, nesse processo de educa&ccedil;&atilde;o os discentes devem se tornar aut&ocirc;nomos e respons&aacute;veis pela aprendizagem, portanto o processo educativo tem aspectos de corresponsabilidade entre docente e discente<sup>8-9,11</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atualmente, &eacute; necess&aacute;rio que o professor ultrapasse a fundamenta&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e fragmentada, para que possa agir em situa&ccedil;&otilde;es novas e problem&aacute;ticas. O processo de atualiza&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o docente se prolonga por todo seu trajeto profissional, mediante uma rela&ccedil;&atilde;o dial&eacute;tica na qual &eacute; defendida por Freire<sup>13</sup> quando se coloca: "Quem ensina aprende ao ensinar quem aprende ensina ao aprender". </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nessa rela&ccedil;&atilde;o o monitor atua como elo entre o docente e os discentes, corroborando de forma favor&aacute;vel para um maior aproveitamento do tempo, do conte&uacute;do e do conhecimento gradualmente constru&iacute;do. O mesmo tamb&eacute;m estar&aacute; se relacionando de forma mais &iacute;ntima com a viv&ecirc;ncia de um docente e desenvolvendo compet&ecirc;ncias que posteriormente lhe ser&atilde;o indispens&aacute;veis para ser um profissional mais &uacute;til &agrave; sociedade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Atrav&eacute;s da experi&ecirc;ncia das atividades que competem ao monitor, tais como participa&ccedil;&atilde;o nas discuss&otilde;es, atualiza&ccedil;&atilde;o das aulas, suporte em d&uacute;vidas presenciais e online (e-mail e grupo em rede social), aprofundamento te&oacute;rico dos temas, busca de refer&ecirc;ncias para fundamenta&ccedil;&atilde;o de resumos, apresenta&ccedil;&atilde;o de trabalho em eventos, etc. Todas estas atividades t&ecirc;m proporcionado aos monitores uma maior integra&ccedil;&atilde;o com a doc&ecirc;ncia e com esta metodologia de ensinoaprendizagem. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A monitoria tem despertado nos monitores o interesse pela doc&ecirc;ncia. O contato com as metodologias ativas de ensinoaprendizagem tem proporcionado uma vis&atilde;o mais cr&iacute;tica da realidade da sala de aula e potencializado o desejo no monitor de se tornar um profissional que busque desenvolver as compet&ecirc;ncias de questionar, construir, discutir, trabalhar em grupo e constantemente est&aacute; se reinventando, assim como foi observado no per&iacute;odo desta experi&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As metodologias ativas de ensinoaprendizagem s&atilde;o um desafio para o docente, assim como para o discente e as institui&ccedil;&otilde;es, por n&atilde;o favorecerem o seu desenvolvimento por interm&eacute;dio de uma grade curricular tradicional em que h&aacute; a fragmenta&ccedil;&atilde;o do saber e a dicotomia entre os aspectos te&oacute;ricos e pr&aacute;ticos. Este mesmo modelo tamb&eacute;m persiste em decorr&ecirc;ncia de haver uma ampla gera&ccedil;&atilde;o de docentes que corroboram com esse modelo e o aplicam e o estimulam em sala de aula. Estas metodologias devem ser instigadas dentro e fora da sala de aula e discutidas nas coordena&ccedil;&otilde;es dos cursos, para que possa haver uma maior aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos demais docentes da institui&ccedil;&atilde;o, entendendo que nem todos os componentes curriculares podem fazer uso das mesmas ferramentas. No entanto, sempre h&aacute; uma forma de adequa&ccedil;&atilde;o ao conte&uacute;do ao qual se pretende trabalhar. &Eacute; indispens&aacute;vel que o profissional (docente ou n&atilde;o), esteja continuamente se reinventando para que assim possa haver um resultado mais efetivo de suas a&ccedil;&otilde;es e pretens&otilde;es. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em conclus&atilde;o, a experi&ecirc;ncia na monitoria de Est&aacute;gio Supervisionado permitiu que os monitores tivessem um olhar mais cr&iacute;tico-reflexivo da realidade, contribuindo de forma positiva para a propaga&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento dessa metodologia e de uma vis&atilde;o cr&iacute;tica sobre as suas atribui&ccedil;&otilde;es, assim como, o despertar para a doc&ecirc;ncia.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Marin MJS, Lima EFG, Paviotti AB, Matsuyama DT, Silva LKD, Gonzalez K, et al. Aspectos das fortalezas e fragilidades no uso das metodologias ativas de aprendizagem. Rev Bras Educ M&eacute;d. 2010, 34 (1):13-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=392988&pid=S1679-5954201600020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Santos A. Tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o: limites e possibilidades no ensino superior. Anu&aacute;rio da produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica docente. 2011, 5(12):129-50.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Freitas VP, Carvalho RB, Gomes MJ, Figueiredo MC, Faustino-Silva DD. Mudan&ccedil;a no processo ensinoaprendizagem nos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em odontologia com utiliza&ccedil;&atilde;o de metodologias ativas de ensino e aprendizagem. RFO. 2009, 14(2):163-67. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Smolka MLRM, Gomes AP, Siqueira- Batista R. Autonomia no Contexto Pedag&oacute;gico: Percep&ccedil;&atilde;o de Estudantes de Medicina acerca da Aprendizagem Baseada em Problemas. Rev Bras Educ M&eacute;d. 2014, 38(1):5-14. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Gomes MPC, Ribeiro VMB, Monteiro DM, Leher EMT, Louzada RCR. O uso de metodologias ativas no ensino de gradua&ccedil;&atilde;o nas ci&ecirc;ncias sociais e da sa&uacute;de &ndash; Avalia&ccedil;&atilde;o dos estudantes. Ci&ecirc;nc Educ. 2010, 16(1):181-98. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Cotta RMM, Costa GD, Mendon&ccedil;a ET. Portf&oacute;lio reflexivo: uma proposta de ensino e aprendizagem orientada por compet&ecirc;ncias. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2013, 18(6):1847-56. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Leite C, Ramos K. Forma&ccedil;&atilde;o para a doc&ecirc;ncia universit&aacute;ria: uma reflex&atilde;o sobre o desafio de humanizar a cultura cient&iacute;fica. Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o. 2012, 25(1):7-27.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Sobral FR, Campos CJG. The use of active methodology in nursing care and teaching in national productions: an integrative review. Rev Esc Enferm USP. 2012, 46(1):202-11.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Prado ML, Velho MB, Esp&iacute;ndola DS, Sobrinho SH, Backes VMS. Arco de Charles Maguerez: refletindo estrat&eacute;gias de metodologia ativa na forma&ccedil;&atilde;o de profissionais de sa&uacute;de. Esc Anna Nery. 2012, 16(1):172-77. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Silva KASR. A doc&ecirc;ncia e seus desafios: um olhar cr&iacute;tico acerca da comercializa&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o. Rev Ci&ecirc;nc Hum. 2013, 6(1):107-19. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Cotta RMM, Reis RS, Campos AAO, Gomes AP, Antonio VE, Siqueira-Batista R. Debates atuais em humaniza&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de: quem somos n&oacute;s?. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2013, 18(1):171-79. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Finkler M, Caetano JC, Ramos FRS. A dimens&atilde;o &eacute;tica da forma&ccedil;&atilde;o profissional em sa&uacute;de: estudo de caso com cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em odontologia. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2011, 16(11):4481-92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Freire P. Pedagogia da Autonomia &ndash; Saberes Necess&aacute;rios &agrave; Pr&aacute;tica Educativa.43th ed. S&atilde;o Paulo: Paz e Terra, 2011.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/abeno/v16n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Correspond&ecirc;ncia para:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Renata Cardoso Rocha Madruga    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   R. Jos&eacute; Aranha, n&deg; 509 - Nova Bras&iacute;lia     <br>58406-885 Campina Grande/PB</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:renata.rocha@oi.com.br" target="_blank">renata.rocha@oi.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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