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<journal-title><![CDATA[Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Reconstrução mandibular com prótese de resina acrílica após ressecção de ameloblastoma. Relato de caso e avaliação da qualidade de vida]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mandibular reconstruction with an acrylic resin prosthesis after resection of an ameloblastoma: a case report and review of quality of life]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The multicystic ameloblastoma is an odontogenic lesion that mainly affects patients aged 20 to 49 years. Despite being a benign tumor it often presents an aggressive behavior that may require radical interventional therapy. Cases of extensive resections may represent the loss of a large portion of bone segment, producing severe aesthetic and functional sequelae, in addition to a diminished quality of life for the patient. Mandibular reconstruction represents an important stage in the rehabilitation of patients undergoing resection of large tumors. The use of titanium prostheses is a clinically reliable alternative, but is still inaccessible to most patients due to its high cost. It is therefore necessary to examine the use of affordable alternative materials. This paper presents a case of a 56-year-old male patient who came to the outpatient clinic of Oral and Maxillofacial Surgery of Hospital Restauração, complaining of pain and swelling on the right hemiface for about two years. The patient underwent a hemimandibulectomy following the diagnosis of ameloblastoma, followed by immediate rehabilitation with a custom prosthesis made of acrylic resin. The perceived needs of the patient, and the gain in quality of life were assessed before and after treatment using the questionnaire Oral Health Impact Profile - OHIP-14, because it is one of the most widely used instruments in the assessment of quality of life. The use of alternative materials such as acrylic resin in the rehabilitation of patients represents a safe, rapid and low-cost alternative option that may afford the patient a satisfactory functionality and a considerable improvement in quality of life in all areas]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Neoplasias Maxilomandibulares]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Reconstru&ccedil;&atilde;o mandibular com pr&oacute;tese de resina acr&iacute;lica ap&oacute;s ressec&ccedil;&atilde;o de ameloblastoma. Relato de caso e avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Mandibular reconstruction with an acrylic resin prosthesis after resection of an ameloblastoma: a case report and review of quality of life.</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ivson Souza Catunda<sup>I</sup>; Hugo Franklin Lima de Oliveira<sup>II</sup>; Belmiro Cavalcanti do Egito Vasconcelos<sup>II</sup>; &Iacute;caro Luan Cordeiro da Costa Moura<sup>III</sup>; Nat&aacute;lia Evangelista Barros<sup>III</sup>; Luiz Alcino Monteiro Gueiros<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> DDS. Aluno de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial pela Faculdade de Odontologia de Pernambuco (FOP/UPE), Camaragibe/PE.    <br> <sup>II</sup> DDS, MsC, PhD. Professor Adjunto e Diretor da Faculdade de Odontologia da Universidade de Pernambuco &ndash; FOP/UPE. Coordenador do Mestrado e Doutorado em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial da FOP/UPE, Recife-PE/ Brasil.    <br> <sup>III </sup>Acad&ecirc;mico de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE/ Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV </sup>DDS, MsC, PhD. Professor adjunto de Estomatologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE/ Brasil. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ameloblastoma multic&iacute;stico &eacute; uma les&atilde;o de origem odontog&ecirc;nica, que acomete, principalmente, pacientes entre a terceira e a quinta d&eacute;cada de vida. Apesar de ser um tumor benigno, muitas vezes, apresenta-se com comportamento agressivo, o que pode exigir interven&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas radicais. Casos de ressec&ccedil;&otilde;es extensas podem representar a perda de uma grande por&ccedil;&atilde;o de segmento &oacute;sseo, produzindo graves sequelas est&eacute;ticas e funcionais, al&eacute;m da diminui&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida do doente. A reconstru&ccedil;&atilde;o mandibular representa um importante est&aacute;gio na reabilita&ccedil;&atilde;o de pacientes submetidos &agrave; ex&eacute;rese de tumores extensos. A utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses de tit&acirc;nio se traduz numa alternativa confi&aacute;vel, mas ainda inacess&iacute;vel &agrave; grande maioria dos pacientes devido ao seu alto custo. Para tanto, o estudo de materiais alternativos vi&aacute;veis se faz necess&aacute;rio. Nosso trabalho apresenta o caso de um paciente do sexo masculino, 56 anos, que compareceu ao ambulat&oacute;rio de CTBMF do Hospital da Restaura&ccedil;&atilde;o, com queixa de dor e aumento de volume em hemiface direita h&aacute; mais ou menos dois anos, sendo submetido &agrave; hemimandibulectomia ap&oacute;s firmado diagn&oacute;stico de ameloblastoma mustic&iacute;stico e reabilita&ccedil;&atilde;o imediata feita por pr&oacute;tese personalizada, confeccionada em resina acr&iacute;lica. As necessidades do paciente percebidas e o ganho em qualidade de vida foram analisados antes e ap&oacute;s o tratamento por meio da aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio "perfil de impacto de sa&uacute;de bucal" (Oral Health Impact Profile &ndash; OHIP-14), por se tratar de um dos instrumentos mais amplamente utilizados na avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida. A utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais alternativos na reabilita&ccedil;&atilde;o de pacientes, como a resina acr&iacute;lica, traduz-se numa alternativa segura, r&aacute;pida e com menor custo, podendo levar ao paciente funcionalidade satisfat&oacute;ria, numa melhora consider&aacute;vel em sua qualidade de vida em todos os &acirc;mbitos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Neoplasias Maxilomandibulares; Ameloblastoma; Recupera&ccedil;&atilde;o de Fun&ccedil;&atilde;o Fisiol&oacute;gica.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The multicystic ameloblastoma is an odontogenic lesion that mainly affects patients aged 20 to 49 years. Despite being a benign tumor it often presents an aggressive behavior that may require radical interventional therapy. Cases of extensive resections may represent the loss of a large portion of bone segment, producing severe aesthetic and functional sequelae, in addition to a diminished quality of life for the patient. Mandibular reconstruction represents an important stage in the rehabilitation of patients undergoing resection of large tumors. The use of titanium prostheses is a clinically reliable alternative, but is still inaccessible to most patients due to its high cost. It is therefore necessary to examine the use of affordable alternative materials. This paper presents a case of a 56-year-old male patient who came to the outpatient clinic of Oral and Maxillofacial Surgery of Hospital Restaura&ccedil;&atilde;o, complaining of pain and swelling on the right hemiface for about two years. The patient underwent a hemimandibulectomy following the diagnosis of ameloblastoma, followed by immediate rehabilitation with a custom prosthesis made of acrylic resin. The perceived needs of the patient, and the gain in quality of life were assessed before and after treatment using the questionnaire Oral Health Impact Profile - OHIP-14, because it is one of the most widely used instruments in the assessment of quality of life. The use of alternative materials such as acrylic resin in the rehabilitation of patients represents a safe, rapid and low-cost alternative option that may afford the patient a satisfactory functionality and a considerable improvement in quality of life in all areas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Jaw Neoplasms; Ameloblastoma; Recovery of Function</font> </p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O termo "ameloblastoma" surgiu por volta de 1930, quando foi descrito um tumor odontog&ecirc;nico de m&uacute;ltiplos cord&otilde;es e l&acirc;minas celulares interconectadas, hom&oacute;logas com a l&acirc;mina dento &ndash; gengival do in&iacute;cio da odontog&ecirc;nese.<sup>1</sup> Trata-se de uma neoplasia epitelial benigna, localmente invasiva, que apresenta crescimento lento e cont&iacute;nuo, representando cerca de 1% de todos os tumores odontog&ecirc;nicos dos maxilares.<sup>2</sup>  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A classifica&ccedil;&atilde;o do ameloblastoma ocorre de acordo com as suas caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas e radiogr&aacute;ficas, ocorrendo em tr&ecirc;s tipos: multic&iacute;stico (tamb&eacute;m denominado de ameloblastoma comum ou s&oacute;lido); unic&iacute;stico (caracteriza-se pela presen&ccedil;a de ameloblastoma internamente a uma c&aacute;psula c&iacute;stica e quase sempre est&aacute; associado a um dente impactado) e perif&eacute;rico (variante extra&oacute;ssea do ameloblastoma, apresenta crescimento tecidual em mucosa gengival, sem envolvimento &oacute;sseo direto).<sup>2</sup>  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Existe, ainda, a classifica&ccedil;&atilde;o do ameloblastoma de acordo com as suas caracter&iacute;sticas histol&oacute;gicas, estabelecida pela OMS.<sup>3</sup> (<a href="#quad01">Quadro 1</a>) </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v12n4/a08quad01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto ao tratamento do ameloblastoma, este &eacute; norteado por alguns fatores como tipo cl&iacute;nico, variante histol&oacute;gica, tamanho e localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica do tumor.<sup>1</sup> Diversos tipos de tratamento s&atilde;o relatados na literatura, variando desde o mais conservador (enuclea&ccedil;&atilde;o ou curetagem) at&eacute; o mais radical, como as grandes ressec&ccedil;&otilde;es.<sup>10</sup> Dentre todos os tratamentos propostos, a ressec&ccedil;&atilde;o segmentar com margem de seguran&ccedil;a de 1 a 3 cm foi a que mostrou menor &iacute;ndice de recidivas, sendo tida como o m&eacute;todo de tratamento mais eficaz e seguro para o Ameloblastoma s&oacute;lido/multic&iacute;stico em adultos.<sup>6,11-13</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por&eacute;m, em casos de ressec&ccedil;&otilde;es muito extensas, com a perda de grande segmento &oacute;sseo, como numa hemimandibulectomia, podem ocorrer graves complica&ccedil;&otilde;es para o paciente, tais como altera&ccedil;&atilde;o oclusal, limita&ccedil;&atilde;o dos movimentos e desvio mandibular, al&eacute;m, &eacute; claro, da deformidade est&eacute;tica, o que leva a uma grande perda na qualidade de vida do indiv&iacute;duo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todo esses fatores implicam a necessidade da reconstru&ccedil;&atilde;o mandibular e a corre&ccedil;&atilde;o das defici&ecirc;ncias de tecido mole e &oacute;sseo local, para que se obtenham resultados est&eacute;ticos favor&aacute;veis e melhora dos aspectos funcionais, diminuindo a morbidade do paciente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A escolha pelo tipo de reconstru&ccedil;&atilde;o a ser empregada depende principalmente do tamanho do defeito. Segmentos mandibulares maiores que cinco cent&iacute;metros tratados com enxertos &oacute;sseos convencionais tendem a um maior &iacute;ndice de complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias.<sup>14</sup> Tais defeitos devem ser preferencialmente reconstru&iacute;dos com retalhos micro-cir&uacute;rgicos de f&iacute;bula ou crista il&iacute;aca por pr&oacute;teses de tit&acirc;nio (traduz-se numa alternativa confi&aacute;vel, mas ainda pouco acess&iacute;vel pelo seu alto custo), ou pela reconstru&ccedil;&atilde;o com materiais alopl&aacute;sticos, como a resina acr&iacute;lica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">QUALIDADE DE VIDA</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O conceito de necessidade percebida de sa&uacute;de se originou no movimento da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, em 1974 e desvinculou a no&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de de aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a. Sa&uacute;de e doen&ccedil;a passaram a ser compreendidas como entidades distintas, pluridimensionais e, portanto, n&atilde;o mensur&aacute;veis por escala linear unidimensional. Sa&uacute;de foi definida como uma dimens&atilde;o da qualidade de vida.<sup>15</sup> A preocupa&ccedil;&atilde;o com o conceito de "qualidade de vida" refere-se a um movimento dentro das ci&ecirc;ncias humanas e biol&oacute;gicas, no sentido de valorizar par&acirc;metros mais amplos que o controle de sintomas, a diminui&ccedil;&atilde;o da mortalidade ou o aumento da expectativa de vida. A avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida tem sido, inclusive, acrescentada em alguns ensaios cl&iacute;nicos randomizados, como uma terceira dimens&atilde;o a ser avaliada, al&eacute;m da efic&aacute;cia e da seguran&ccedil;a de certo tratamento.<sup>16,17</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante da necessidade de se conhecer a condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de percebida subjetivamente e o impacto dos problemas de sa&uacute;de bucal sobre a qualidade de vida, foram desenvolvidos instrumentos para mensura&ccedil;&atilde;o das necessidades percebidas. Dentre eles, o question&aacute;rio "oral health impact profile" - OHIP-, foi desenvolvido para fornecer uma mensura&ccedil;&atilde;o abrangente de disfun&ccedil;&atilde;o, desconforto e incapacidade atribu&iacute;da &agrave; condi&ccedil;&atilde;o bucal. O question&aacute;rio constitui-se de catorze perguntas, duas para cada uma das sete dimens&otilde;es do instrumento: limita&ccedil;&atilde;o funcional, dor f&iacute;sica, desconforto psicol&oacute;gico, inabilidade f&iacute;sica, inabilidade psicol&oacute;gica, inabilidade social e incapacidade. Os aspectos levantados nas quest&otilde;es aplicadas seguem o modelo conceitual proposto por Locker,<sup>9</sup> que aborda as condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, em que est&atilde;o inclu&iacute;dos fatores relacionados &agrave; locomo&ccedil;&atilde;o e movimenta&ccedil;&atilde;o, &agrave; dor, &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, ao autocuidado e ao descanso; as condi&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas, que englobam o comportamento emocional, o grau de preocupa&ccedil;&atilde;o e a comunica&ccedil;&atilde;o e as condi&ccedil;&otilde;es de intera&ccedil;&atilde;o social, em que se observam fatores relacionados ao trabalho, &agrave; intera&ccedil;&atilde;o social, &agrave; rotina di&aacute;ria e ao entretenimento. Tal abrang&ecirc;ncia de abordagem &eacute; importante e adequada, considerando-se que &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel uma doen&ccedil;a produzir impacto em uma ou mais dimens&otilde;es da vida das pessoas, ou eventualmente, em todas elas.<sup>9</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CASO CL&Iacute;NICO</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Paciente J.I.A., do sexo masculino, 55 anos de idade e natural de S&atilde;o Louren&ccedil;o da Mata &ndash; PE compareceu ao Ambulat&oacute;rio de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do Hospital da Restaura&ccedil;&atilde;o, com queixa de um aumento de volume em regi&atilde;o mandibular posterior do lado direito, com sintomatologia dolorosa h&aacute; mais ou menos 02 anos. Ao exame intraoral, apresentava tumefa&ccedil;&atilde;o local, mas sem altera&ccedil;&otilde;es na mucosa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo radiogr&aacute;fico e tomogr&aacute;fico revelou a presen&ccedil;a de uma grande &aacute;rea radiol&uacute;cida unilocular, medindo aproximadamente 7,0 X 5,0 X 5,0cm e que acometia praticamente toda a regi&atilde;o de corpo, estendendo-se pelo ramo mandibular, com envolvimento do processo coronoide, j&aacute; causando reabsor&ccedil;&atilde;o do t&uacute;ber maxilar, sem invas&atilde;o para o seio maxilar. Sob anestesia local, foi feita bi&oacute;psia incisional da les&atilde;o e confirmado o diagn&oacute;stico de ameloblastoma s&oacute;lido, variante plexiforme.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v12n4/a08fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Diante do diagn&oacute;stico definitivo, planejou-se a ressec&ccedil;&atilde;o de toda por&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea envolvida pelo tumor, com 01 cm al&eacute;m dos limites radiogr&aacute;ficos da les&atilde;o como margem de seguran&ccedil;a, juntamente com a reabilita&ccedil;&atilde;o imediata do paciente por meio da instala&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese personalizada em resina acr&iacute;lica e fixa&ccedil;&atilde;o com placa de reconstru&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Todo o planejamento cir&uacute;rgico foi realizado por meio da prototipagem r&aacute;pida em resina fabricada em parceria com o Centro de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o Renato Archer (CTIRA), unidade do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, que atua no desenvolvimento de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o custeada pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). A prototipagem r&aacute;pida foi confeccionada em dois modelos, um com a presen&ccedil;a do tumor para facilitar o planejamento da osteotomia e outro com o lado sadio espelhado, possibilitando a confec&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese em resina acr&iacute;lica termopolimeriz&aacute;vel, uma vez que esta produz menor rea&ccedil;&atilde;o tecidual do que a resina convencional quimicamente ativada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram feitos todos os ensaios pr&eacute;-operat&oacute;rios de modelagem e a instala&ccedil;&atilde;o da placa de recontru&ccedil;&atilde;o no modelo de prototipagem. Ap&oacute;s todo o planejamento, o paciente foi submetido &agrave; anestesia geral e intuba&ccedil;&atilde;o naso-traqueal. Pela extens&atilde;o da les&atilde;o, optou-se por um acesso submandibular estendido para o l&aacute;bio, de forma a fend&ecirc;-lo, para melhor acesso e manipula&ccedil;&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o t&ecirc;mporo- mandibular e posterior da maxila. Foi feita a ressec&ccedil;&atilde;o do segmento &oacute;sseo at&eacute; a desarticula&ccedil;&atilde;o posteriormente ao bloqueio maxilomandibular para estabilizar a articula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o afetada e, logo em seguida, a coloca&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese em resina acr&iacute;lica fixada pela placa de reconstru&ccedil;&atilde;o e parafusos do sistema 2.4 mm lock previamente modelada. (Figuras <a href="#fig02">2</a> e <a href="#fig03">3</a>). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v12n4/a08fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v12n4/a08fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Previamente ao ato cir&uacute;rgico, o paciente foi submetido ao question&aacute;rio OHIP-14, para avalia&ccedil;&atilde;o do impacto bucal da doen&ccedil;a e avalia&ccedil;&atilde;o posterior da qualidade de vida do paciente ap&oacute;s 06 meses do tratamento. A cada pergunta foi atribu&iacute;do um valor de zero a cinco, relacionado &agrave; intensidade de cada sintoma abordado, sendo o valor m&aacute;ximo de cada dimens&atilde;o dez. O <a href="#graf01">gr&aacute;fico 1</a> mostra os valores obtidos para cada dimens&atilde;o ap&oacute;s a apura&ccedil;&atilde;o das respostas.</font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v12n4/a08graf01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O caso apresentado caracteriza-se como um ameloblastoma s&oacute;lido para o qual se indicou ressec&ccedil;&atilde;o segmentar com margem de seguran&ccedil;a de um cent&iacute;metro, al&eacute;m dos limites radiogr&aacute;ficos da les&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o imediata com pr&oacute;tese personalizada confeccionada em resina acr&iacute;lica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por se tratar de um tumor agressivo e de alta taxa de recidiva, muitos autores preconizam a ressec&ccedil;&atilde;o segmentar com margem de seguran&ccedil;a como tratamento para o ameloblastoma s&oacute;lido, uma vez que permitem a remo&ccedil;&atilde;o total da les&atilde;o.<sup>7,14,18</sup> Considerando que a n&atilde;o reconstru&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o amputada acarreta deformidades est&eacute;ticas e dist&uacute;rbios funcionais da mastiga&ccedil;&atilde;o, fona&ccedil;&atilde;o e degluti&ccedil;&atilde;o, tal modalidade terap&ecirc;utica implica a fixa&ccedil;&atilde;o de enxertos ou retalhos com tecido &oacute;sseo, para que se possa atenuar a perda em qualidade de vida do doente. A escolha do tipo de reconstru&ccedil;&atilde;o a ser empregada depende principalmente do tamanho do defeito. Segmentos mandibulares maiores que cinco cent&iacute;metros tratados com enxertos &oacute;sseos tendem a um maior &iacute;ndice de complica&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m da morbidade de um local doador. Tais defeitos devem ser preferencialmente reconstru&iacute;dos com retalhos micro-cir&uacute;rgicos de f&iacute;bula ou crista il&iacute;aca, distra&ccedil;&atilde;o osteog&ecirc;nica, entre outros,<sup>7,14</sup> o que demanda a necessidade de uma equipe de cirurgi&otilde;es experientes com esses procedimentos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reconstru&ccedil;&atilde;o utilizando-se de pr&oacute;teses de tit&acirc;nio, se traduz numa alternativa confi&aacute;vel, por&eacute;m o seu alto custo torna-a de dif&iacute;cil acesso ao servi&ccedil;o p&uacute;blico, setor de maior demanda. Tais dificuldades implicam o esfor&ccedil;o em se descobrirem materiais alternativos de baixo custo, para que cada vez mais pacientes tratados com grandes ressec&ccedil;&otilde;es mandibulares possam usufruir de modalidades terap&ecirc;uticas reconstrutoras que minimizem o impacto do tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> N&atilde;o &eacute; de conhecimento dos autores outros trabalhos que analisem a rela&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida e os tratamentos de reconstru&ccedil;&atilde;o mandibular seja com as pr&oacute;teses de resina ou outras formas de reabilita&ccedil;&atilde;o, o que impossibilita a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados. No entanto, apesar de se tratar de um relato de caso, sem aplica&ccedil;&otilde;es estat&iacute;sticas, ficou evidente a melhora na qualidade de vida do paciente, principalmente no aspecto psicossocial e funcional, pois a pr&oacute;tese mandibular possibilitou a confec&ccedil;&atilde;o de uma pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel suportada pelo rebordo rec&eacute;m criado. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em s&iacute;ntese, o tratamento cir&uacute;rgico dos ameloblastomas, por meio de reconstru&ccedil;&atilde;o com enxertos &oacute;sseos, pr&oacute;teses em tit&acirc;nio ou pr&oacute;teses em resina acr&iacute;lica, deve ser tentado a fim de proporcionar ao paciente mudan&ccedil;as na qualidade de vida cada vez mais t&ecirc;nues, frente a interven&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas t&atilde;o radicais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Acreditamos que, desde que os protocolos sejam seguidos, a reconstru&ccedil;&atilde;o imediata ap&oacute;s uma ressec&ccedil;&atilde;o em bloco com margem de seguran&ccedil;a &eacute; a melhor alternativa de tratamento do ameloblastoma s&oacute;lido, j&aacute; que promove remo&ccedil;&atilde;o completa da les&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica e funcional do paciente no mesmo procedimento cir&uacute;rgico, o que diminuir&aacute; a perda de qualidade de vida do paciente. Al&eacute;m disso, a descoberta de materiais alternativos de baixo custo, como a resina acr&iacute;lica faz-se necess&aacute;ria para que, cada vez mais, pacientes sejam beneficiados por tais modalidades terap&ecirc;uticas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AGRADECIMENTO</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os autores gostariam de agradecer &agrave; Profa. Dra. Maria do Socorro Orestes Cardoso pelo apoio, pelo planejamento e pela confec&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese mandibular, indispens&aacute;vel na condu&ccedil;&atilde;o desse caso.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;1&#93; Lunardi DV, Fava AS, Martins RH, Homem MGN, de Carvalho MB. Tratamento cir&uacute;rgico do ameloblastoma com reconstru&ccedil;&atilde;o de mand&iacute;bula com enxerto de crista il&iacute;aca n&atilde;o vascularizado - estudo de sete casos. Revista do Col&eacute;gio Brasileiro de Cirurgi&otilde;es 2001;28(1-9). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;2&#93; da Silva BF, dos Santos J&uacute;nior JF, Abrah&atilde;o M, Cervantes O, de Miranda SL. Revista Brasileira de Cirurgia de Cabe&ccedil;a e Pesco&ccedil;o, Vol. 33, N&ordm; 1 (2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#91;3&#93; Kramer IRH, Pindborg JJ, Shear M. Histological typing of odontogenic tumours: Springer: 1992. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;4&#93; Takahashi K, Miyauchi K, Sato K. Treatment of ameloblastoma in children. The British journal of oral &amp; maxillofacial surgery 1998 Dec;36(6):453-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;5&#93; Gurol M, Burkes EJ, Jr. Peripheral ameloblastoma. J Periodontol 1995 Dec;66(12):1065-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#91;6&#93; J&uacute;nior OR, de Gouveia MM, Alves CAF, J&uacute;nior JG. Princ&iacute;pios da reconstru&ccedil;&atilde;o mandibular com enxerto &oacute;sseo vascularizado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;7&#93; Chapelle KA, Stoelinga PJ, de Wilde PC, Brouns JJ, Voorsmit RA. Rational approach to diagnosis and treatment of ameloblastomas and odontogenic keratocysts. The British journal of oral &amp; maxillofacial surgery 2004 Oct;42(5):381- 90.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#91;8&#93; Okada H, Davies JE, Yamamoto H. Malignant ameloblastoma: a case study and review. Journal of oral and maxillofacial surgery : official journal of the American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons 1999 Jun;57(6):725- 30. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;9&#93; Locker D. Measuring oral health: a conceptual framework. Community dental health 1988;5(1):3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;10&#93; Gardner DG, Corio RL. The relationship of plexiform unicystic ameloblastoma to conventional ameloblastoma. Oral surgery, oral medicine, and oral pathology 1983 Jul;56(1):54-60. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;11&#93; Williams TP. Management of ameloblastoma: a changing perspective. Journal of oral and maxillofacial surgery : official journal of the American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons 1993 Oct;51(10):1064-70. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;12&#93; Olaitan AA, Adekeye EO. Unicystic ameloblastoma of the mandible: a long-term follow-up. Journal of oral and maxillofacial surgery: official journal of the American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons 1997 Apr;55(4):345-8; discussion 9-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;13&#93; Ferretti C, Polakow R, Coleman H. Recurrent ameloblastoma: report of 2 cases. Journal of oral and maxillofacial surgery: official journal of the American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons 2000 Jul;58(7):800-4. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;14&#93; Montoro JRMC, Tavares MG, Melo DH, Franco RL, Mello-Filho FV, Xavier SP, et al. Mandibular ameloblastoma treated by bone resection and imediate reconstruction. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia 2008;74(1):155-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;15&#93; Locker D. Subjective indicators of oral health status. In: Slade GD, editor. Measuring oral health and quality of life. Chapel Hill: University of North Carolina. Dental Ecology 1997;15:3-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;16&#93; Silva MES, Villa&ccedil;a &Ecirc;L, Magalh&atilde;es CS, Ferreira E. Impact of tooth loss in quality of life. Ci&ecirc;ncia &amp;amp; Sa&uacute;de Coletiva 2010;15(3):841-50.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#91;17&#93; Ferreira CA, Loureiro CA, Ara&uacute;jo VE. Propriedades psicom&eacute;tricas de indicador subjetivo aplicado em crian&ccedil;as. Rev sa&uacute;de p&uacute;blica 2004;38(3):445-52. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#91;18&#93; Bataineh AB. Effect of preservation of the inferior and posterior borders on recurrence of ameloblastomas of the mandible. Oral surgery, oral medicine, oral pathology, oral radiology, and endodontics 2000 Aug;90(2):155-63.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rctbmf/v12n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Belmiro Cavalcanti do Egito Vasconcelos    <br>   Faculdade de Odontologia da Universidade    <br>   de Pernambuco. Programa de Mestrado e    <br>   Doutorado em Cirurgia e Traumatologia Buco    <br>   MaxiloFacial.    <br>   Av. General Newton Cavalcanti, 1650    <br>   Camaragibe &ndash; PE    <br>   CEP: 54.753-220.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:belmiro@pesquisador.cnpq.br" target="_blank">belmiro@pesquisador.cnpq.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body>

</article>
