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<publisher-name><![CDATA[Universidade de Pernambuco]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Lesão de tecido mole em pacientes vítimas de trauma buco-maxilo-facial]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Soft tissue injury in victims of bucco-maxillo-facial trauma]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Object: This paper set out to evaluate the prevalence and components of facial soft tissue injuries in patients treated at Hospital da Restauração - HR from September 2011 to July 2012. Method: The sample comprised 160 patients, who were interviewed using a questionnaire to obtain data on their personal particulars, time and location of the trauma event, use of safety devices, driver's license and alcoholic beverage intake. Result: Facial trauma occurred mainly in men (81.9%), 34.4% of whom were young adults. Most of facial traumas were due to a motor vehicle accident (46.2%) and interpersonal violence (22.5%). The most common anatomical locations of the injuries were the frontal region (43.8%) and the upper and lower lips (20.6%). The size of the lesion ranged from 0.2 to 24 cm, with 58.6% of patients having injuries ranging from 1.01 to 5 cm and 31.7% with injuries from 0.01 to 1 cm. Conclusion: Facial soft tissue injuries occur mainly in men and are due mostly to motor vehicle accidents. The injuries ranged from 0.2 to 10 cm, with an average occurrence of one injury per case, the frontal region being the most affected]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Les&atilde;o de tecido mole em pacientes v&iacute;timas de trauma buco-maxilo-facial</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Soft tissue injury in victims of bucco-maxillo-facial trauma</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Camila Lins Vieira<sup>I</sup>; Daniella Cristina da Costa Ara&uacute;jo<sup>II</sup>; Maria Lu&iacute;sa Soares Ribeiro<sup>II</sup>; Jos&eacute; Rodrigues Laureano Filho<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial pelo Hospital das Cl&iacute;nicas, Universidade Federal de Pernambuco, UFPe    <br> <sup>II</sup> Cirurgi&atilde; Dentista    <br> <sup>III </sup>Professor Doutor da &Aacute;rea de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, Faculdade de Odontologia de Pernambuco, Universidade de Pernambuco, FOP/UPe</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: este artigo teve como objetivo avaliar a preval&ecirc;ncia e o perfil de les&otilde;es de tecido mole na face de   pacientes atendidos no Hospital da Restaura&ccedil;&atilde;o- HR, no per&iacute;odo de setembro/2011 &ndash; julho/2012. Metodologia: Para compor a amostra, foram selecionados 160 pacientes, tendo os dados sido obtidos com base em question&aacute;rio, referentes aos dados pessoais e &agrave;s circunst&acirc;ncias do trauma. a outra parte da coleta de dados aconteceu por meio do exame f&iacute;sico para se verificar a presen&ccedil;a das les&otilde;es nos tecidos moles faciais,   sendo sua localiza&ccedil;&atilde;o e aspecto registrados e documentados. Resultado: Os traumatismos faciais ocorreram,   preferencialmente, em homem (81,9%) na fase adulto jovem (34,4%), sendo a maioria decorrente de acidente automobil&iacute;stico (46,2%) e viol&ecirc;ncia interpessoal (22,5%). Os locais anat&ocirc;micos mais comuns foram a regi&atilde;o frontal (43,8%) e os l&aacute;bios superior e inferior (20,6%). O tamanho das les&otilde;es em tecido mole variaram em 58,6% dos pacientes que apresentaram les&atilde;o de 1,01- 5cm, 31,7% de 0,01- 1 cm. Conclus&atilde;o: Neste estudo, verificou-se que as les&otilde;es de tecido mole acometem, principalmente, homens em decorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito, sendo essas les&otilde;es vari&aacute;veis de 0,2 cm a 10 cm de tamanho, com predomin&acirc;ncia de uma les&atilde;o por paciente. verificou-se, ainda, que a regi&atilde;o mais acometida foi a frontal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Traumatismos Faciais; Ossos Faciais; acidentes de Tr&acirc;nsito.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Object: This paper set out to evaluate the prevalence and components of facial soft tissue injuries in patients   treated at Hospital da Restaura&ccedil;&atilde;o &ndash; HR from September 2011 to July 2012. Method: The sample comprised 160 patients, who were interviewed using a questionnaire to obtain data on their personal particulars,   time and location of the trauma event, use of safety devices, driver's license and alcoholic beverage intake.   Result: Facial trauma occurred mainly in men (81.9%), 34.4% of whom were young adults. Most of facial   traumas were due to a motor vehicle accident (46.2%) and interpersonal violence (22.5%). The most   common anatomical locations of the injuries were the frontal region (43.8%) and the upper and lower lips   (20.6%). The size of the lesion ranged from 0.2 to 24 cm, with 58.6% of patients having injuries ranging   from 1.01 to 5 cm and 31.7% with injuries from 0.01 to 1 cm. Conclusion: Facial soft tissue injuries occur   mainly in men and are due mostly to motor vehicle accidents. The injuries ranged from 0.2 to 10 cm, with an average occurrence of one injury per case, the frontal region being the most affected.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Facial Injuries; Facial Bones; accidents, Traffic.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os ferimentos dos tecidos moles da face assumem um papel de destaque no atendimento a pacientes politraumatizados nas emerg&ecirc;ncias gerais, j&aacute; que essas les&otilde;es podem comprometer, definitivamente, a vida do ser humano. Isso porque, quando mal abordadas, deixam sequelas, marginalizando o indiv&iacute;duo do conv&iacute;vio social e resultando, muitas vezes, em incapacidade de trabalho que o cordenam ao segregamento econ&ocirc;mico<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Os traumatismos, sob todos os aspectos, s&atilde;o de grande import&acirc;ncia na sociedade atual, estando entre as principais causas de morbi-mortalidade. Dentre as in&uacute;meras les&otilde;es ocorridas em centros de traumas urbanos, o traumatismo facial &eacute; um dos mais prevalentes<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Em vista da alta preval&ecirc;ncia e incid&ecirc;ncia dos traumatismos faciais, &eacute; preciso ter uma clara compreens&atilde;o dos padr&otilde;es das les&otilde;es que acometem a face, para que se possa auxiliar na assist&ecirc;ncia emergencial, a fim de propiciar condutas e tratamentos adequados e efetivos<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Existem poucos estudos sendo publicados sobre les&otilde;es no tecido mole. A maioria dos estudos sobre trauma facial direciona a um ou outro grupo espec&iacute;fico de idade e etiologia<sup>3</sup>. A pele da face e os ossos faciais, devido a sua proje&ccedil;&atilde;o anterior corporal, s&atilde;o extremamente expostos a essas agress&otilde;es. Os tecidos moles, ao serem comprimidos entre os ossos e as for&ccedil;as de agress&atilde;o externa, podem ter in&uacute;meras les&otilde;es (cortes, lacera&ccedil;&otilde;es, hemorragias, hematomas, etc.)<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Este estudo tem como objetivo analisar a preval&ecirc;ncia das les&otilde;es de tecidos moles na face e seus aspectos etiol&oacute;gicos e demogr&aacute;ficos correlacionados, em pacientes v&iacute;timas de trauma bucomaxilofacial atendidos na Emerg&ecirc;ncia do Hospital da Restaura&ccedil;&atilde;o em Recife-PE, determinando o perfil das les&otilde;es, al&eacute;m de avaliar as caracter&iacute;sticas anat&ocirc;micas e topogr&aacute;ficas desses ferimentos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo fundamentou-se em uma pesquisa do tipo transversal, observacional e prospectivo. A amostra foi obtida na Unidade de Trauma do Hospital da Restaura&ccedil;&atilde;o- PE, no per&iacute;odo de setembro de 2011 a julho de 2012. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (CEP) do Hospital de Restaura&ccedil;&atilde;o (CAAEAAEAAE&ordm; n&ordm; 0062.0.102.000-11).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  O question&aacute;rio compunha-se de 4 partes: identifica&ccedil;&atilde;o do paciente, perfil do trauma (local, hora, etiologia), diagn&oacute;stico/les&atilde;o adjacente e caracteriza&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es (tamanho, apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, localiza&ccedil;&atilde;o). Na caracteriza&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es, utilizou-se uma figura do livro "Clinical Facial Analysis"<sup>5</sup> (<a href="#fig01">Figura 1</a>), o qual delimita as regi&otilde;es da face por meio de n&uacute;meros que remetem &agrave; &aacute;rea lesionada. Entre os dados demogr&aacute;ficos, foram coletados sexo, idade e grau de instru&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v13n1/a15fig01.jpeg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  O exame cl&iacute;nico, composto por anamnese e exame f&iacute;sico, foi realizado em ambiente hospitalar. Para diagn&oacute;stico das les&otilde;es, foram utilizados os crit&eacute;rios adotados pelos autores citados na revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica<sup>2</sup>. Depois de avaliadas as les&otilde;es, elas foram medidas com r&eacute;gua milimetrada e desenhadas na figura correspondente, de acordo com seu respectivo tamanho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Para an&aacute;lise dos dados, foi utilizado o m&eacute;todo de estat&iacute;stica descritiva. Os dados foram digitados na planilha Excel 2007, e os c&aacute;lculos estat&iacute;sticos, foram realizados por meio do Software STATA/SE 9.0. Os resultados est&atilde;o apresentados em forma de tabela e/ou gr&aacute;ficos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RESULTADOS</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Nos dados cl&iacute;nicos obtidos, observa-se que a maioria (81,9%) da amostra &eacute; do sexo masculino. De acordo com os dados socioecon&ocirc;micos, 64,3% dos pacientes possuem ensino fundamental, e a faixa et&aacute;ria dos pacientes prevalece entre a 2&deg; e a 3&deg; d&eacute;cada de vida com, respectivamente, 34,4% e 24,4% da amostra (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v13n1/a15tab01.jpeg">     <p>&nbsp; </p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dos dados apresentados, pode-se afirmar que o principal fator etiol&oacute;gico foi de acidentes de tr&acirc;nsito que comprometiam os condutores (34,9%), seguido de viol&ecirc;ncia interpessoal (22,5%) e quedas (11,9%). Ainda houve casos de acidentes que comprometiam os passageiros (11,3%) e atropelamentos (5%). Os locais onde mais ocorreram os traumas foram no tr&acirc;nsito (51,8%), na resid&ecirc;ncia (15,3%), no trabalho (1,3%), na escola (1,3%) e em outras localidades (30%). Nos acidentes de tr&acirc;nsito, 68,5% estavam em uma motocicleta, 15,8%, em um carro, 11,8% de bicicleta, 2,6% em &ocirc;nibus ou caminh&atilde;o, e 1,3% em outros ve&iacute;culos. Nos ve&iacute;culos que possuem cinto de seguran&ccedil;a, 64,3% faziam uso dele, e 35,7% n&atilde;o. E entre os motoqueiros e ciclistas, 16,4% usavam capacetes abertos na face, enquanto 42,6%, capacetes completos, 21,3% n&atilde;o usavam capacetes, e 19,7% n&atilde;o souberam informar. Por fim, 56,9% dos acidentes, em geral, ocorreram sob o efeito da ingest&atilde;o de &aacute;lcool, enquanto 41,2% das v&iacute;timas n&atilde;o ingeriram bebidas alco&oacute;licas antes do acidente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Dos pacientes que apresentaram alguma les&atilde;o na face, representados no <a href="#graf01">Gr&aacute;fico 1</a>, 31,7% continham feridas que possu&iacute;am at&eacute; 1cm de comprimento; 58,6%, as les&otilde;es tinham de 1,01- 5 cm; 7,9% de 5,01-10cm, e apenas 1,8% com les&otilde;es maiores que 10cm. Pela quantidade de les&otilde;es por paciente (<a href="#graf02">Gr&aacute;fico 2</a>) a maioria apresentou apenas 1 les&atilde;o em face (63,1%), seguida de 2 les&otilde;es (18,8%), 3 les&otilde;es (12,5%) e, por fim, 4 ou mais les&otilde;es (5,6%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  De acordo com as &aacute;reas representadas na <a href="#fig01">figura 1</a>, utilizada como refer&ecirc;ncia topogr&aacute;fica das les&otilde;es dos tecidos moles faciais, as mais afetadas foram: Regi&atilde;o Frontal (43,8%), Regi&atilde;o Oral (20,6%), Regi&atilde;o Orbit&aacute;ria (19,4%), Regi&atilde;o Nasal (16,9%), Regi&atilde;o Mentual (11,9%), Regi&atilde;o Malar (11,3%) e Regi&atilde;o Temporal (8,1%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v13n1/a15graf01.jpeg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v13n1/a15graf02.jpeg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na distribui&ccedil;&atilde;o da faixa et&aacute;ria, observou-se que a maioria dos pacientes atendidos (34,4%) foi de adultos jovens, com idade entre 20 e 29 anos<sup>6,7</sup>, e mais da metade da amostra (58,8%) se encontra entre a segunda e a terceira d&eacute;cada de vida. Isso pode ser explicado pelo fato de indiv&iacute;duos nessa faixa et&aacute;ria serem mais ativos e possu&iacute;rem uma natureza mais agressiva. Como consequ&ecirc;ncia exp&otilde;em-se mais a fatores de risco e apresentam perfil menos prudente. Do ponto de vista fisiol&oacute;gico, com o passar do tempo, a pele vai perdendo a elasticidade e distens&atilde;o, e isso explica o fato de as crian&ccedil;as terem menos solu&ccedil;&atilde;o de continuidade quando sofrem algum trauma que os adultos e menos ainda que os idosos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em rela&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero, houve predomin&acirc;ncia do g&ecirc;nero masculino (4,5: 1)<sup>8,9,6,3,7,10</sup>. As mulheres atualmente vivenciaram uma mudan&ccedil;a de perfil na sociedade, por come&ccedil;arem a assumir um papel importante no mercado de trabalho. No entanto, ainda mant&ecirc;m boa parte do seu tempo confinada a fun&ccedil;&otilde;es dom&eacute;sticas e, por isso, n&atilde;o dirigem ve&iacute;culos com tanta frequ&ecirc;ncia nem se exp&otilde;em aos perigos das ruas. Enquanto os homens conduzem mais os meios de transporte, por ser uma profiss&atilde;o eminentemente masculina est&atilde;o mais sujeitos aos traumas faciais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Com rela&ccedil;&atilde;o ao grau de instru&ccedil;&atilde;o dos pacientes atendidos, houve a predomin&acirc;ncia do ensino fundamental completo com 64,3%<sup>7,11</sup>. Esses dados comprovam a correla&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico e o trauma, pois a popula&ccedil;&atilde;o economicamente desvaforecida n&atilde;o possui renda suficiente para investir na compra e no uso de autom&oacute;veis, pois, este chega a custar 10 a 20 vezes mais que uma motocicleta e a 30 a 40 vezes que a aquisi&ccedil;&atilde;o da bicicleta. Com isso, para se locomoverem facilmente nos grandes centros urbanos, adquirirem esses ve&iacute;culos que n&atilde;o possuem a seguran&ccedil;a adequada, muitas vezes n&atilde;o usando os meios adicionais de prote&ccedil;&atilde;o, tornando-se mais vulner&aacute;veis ao sistema do tr&aacute;fego.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Os acidentes de tr&acirc;nsito com o envolvimento do condutor apresentaram-se como o principal fator etiol&oacute;gico de trauma neste estudo, seguido de viol&ecirc;ncia interpessoal (22,5 %), quedas (11,9%), acidentes de tr&acirc;nsito com o envolvido sendo passageiro (11,3%). O principal fator etiol&oacute;gico est&aacute; de acordo com v&aacute;rios estudos da literatura<sup>12,6,13,9,8</sup>, discordando de alguns estudos que mostram a queda como sendo a principal etiologia do trauma<sup>14,3,15,16</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Os acidentes de tr&acirc;nsito envolvendo tanto condutores como passageiros comp&otilde;em praticamente a metade da amostra obtida, reiterando a classifica&ccedil;&atilde;o do Brasil, segundo a OMS, em que o pa&iacute;s ocupa o 5&deg; lugar em mortes no tr&acirc;nsito. Tanto o aumento do volume do tr&aacute;fego, resultado de uma expans&atilde;o econ&ocirc;mica, e como o da densidade da popula&ccedil;&atilde;o urbana podem ser fatores respons&aacute;veis pelo aumento dos acidentes de tr&acirc;nsito nos tempos recentes<sup>17</sup>. Segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em 2010, totalizou 40.610 o n&uacute;mero de mortes em acidentes de tr&acirc;nsito no Brasil. O pa&iacute;s vive atualmente um momento em que o investimento em campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o no tr&acirc;nsito s&oacute; aumenta, no entanto a cria&ccedil;&atilde;o de leis mais severas e o aumento na fiscaliza&ccedil;&atilde;o do tr&acirc;nsito n&atilde;o surtiram efeito ainda nos n&uacute;meros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Dos acidentes de tr&acirc;nsito presentes em nosso estudo, 68,5% utilizavam motocicletas na hora do acidente, 15,8%, carro, e 11,8%, bicicletas. O principal ve&iacute;culo em uso nos pacientes com les&otilde;es corrobora o que foi encontrado<sup>6,16</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  De acordo com o Mapa da Viol&ecirc;ncia de 201218, o que realmente impressionou foi o ritmo de crescimento do n&uacute;mero de aquisi&ccedil;&atilde;o de motocicletas. Segundo ele, nos anos iniciais da d&eacute;cada 2000/2010, esse ritmo foi em torno de 20% ao ano, ultrapassando, largamente, o aumento do n&uacute;mero de autom&oacute;veis. Se, entre 1998 e 2010, no Brasil, a frota de motocicletas cresceu 491,1%, isto &eacute;, quase seis vezes, a de autom&oacute;veis s&oacute; cresceu 118%, duplicando seu n&uacute;mero.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Bem mais preocupante &eacute; a frota de motocicletas que cresceu 491% no per&iacute;odo, e as mortes de motociclistas cresceram 610%. Portanto o aumento da mortalidade deve-se ao aumento dr&aacute;stico da frota de motocicletas. Mas o restante &ndash; 119% (a diferen&ccedil;a entre ambas as porcentagens) &ndash; s&oacute; pode ser interpretado como um aumento do "risco motocicleta" no tr&acirc;nsito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  O uso de &aacute;lcool associado com a falta de elementos de prote&ccedil;&atilde;o, constitui-se no maior fator de risco em rela&ccedil;&atilde;o ao uso de motocicleta por ser um ve&iacute;culo no qual maior parte do corpo fica exposta sugerindo, portanto, que o trauma, decorrente desses acidentes, possua uma maior gravidade. Apoiando esses dados, existe o fato de a motocicleta ser ve&iacute;culo de duas rodas, que exige um maior equil&iacute;brio, alcan&ccedil;a uma alta velocidade e, com isso, necessita de um controle absoluto do homem sobre a m&aacute;quina. N&atilde;o permite um maior descuido por parte do condutor, se comparado ao carro devido &agrave; prote&ccedil;&atilde;o proporcionada pela carroceria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Em consequ&ecirc;ncia disso, percebe-se que 56,9% dos pacientes atendidos haviam consumido bebidas alco&oacute;licas no momento do traumatismo, refor&ccedil;ando, assim, que esse h&aacute;bito apresenta-se como um fator agravante para o acidente de tr&acirc;nsito<sup>10,7,19,17</sup>. O efeito do &aacute;lcool no corpo humano comprovadamente diminui a coordena&ccedil;&atilde;o motora, os reflexos e altera a percep&ccedil;&atilde;o, ocorrendo, tamb&eacute;m, uma depress&atilde;o do SNC. Podem tamb&eacute;m causar sonol&ecirc;ncia e desaten&ccedil;&atilde;o, e, portanto, impedir o indiv&iacute;duo de conduzir algum ve&iacute;culo com seguran&ccedil;a. O efeito do &aacute;lcool n&atilde;o s&oacute; provoca acidentes no tr&acirc;nsito como tamb&eacute;m aumenta o n&uacute;mero de casos de viol&ecirc;ncia interpessoal devido &agrave; maior euforia, agressividade e excesso de autoconfian&ccedil;a.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  De acordo com os dados em rela&ccedil;&atilde;o ao uso de capacete nos pacientes que pilotavam motocicletas ou bicicletas, 42,6% apresentavam capacete completo, 21,3% n&atilde;o apresentavam nenhum capacete e 16,4% possu&iacute;am capacetes abertos na face, discordando de Zagar et al. (2004), que apresentavam apenas 0,3% dos atendidos, utilizando o capacete. O uso do dispositivo de seguran&ccedil;a para o cr&acirc;nio e a face diminui as chances de les&otilde;es de tecido mole e fraturas em face como tamb&eacute;m protege o cr&acirc;nio contra as diferentes modalidades dos traumatismos cr&acirc;nio-encef&aacute;lico (TCE) e do pesco&ccedil;o. Desse modo, &eacute; f&aacute;cil entender que as frequ&ecirc;ncias de inj&uacute;rias no cr&acirc;nio e na face s&atilde;o inversamente proporcionais ao uso de capacete<sup>20</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Portanto, deve haver maior aten&ccedil;&atilde;o e preparo no uso desse tipo de ve&iacute;culo por parte dos condutores, e melhores fiscaliza&ccedil;&otilde;es no uso do capacete precisam que ser colocadas em pr&aacute;tica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  A absten&ccedil;&atilde;o em reala&ccedil;&atilde;o ao uso do cinto de seguran&ccedil;a tanto do piloto como do passageiro nos que estavam ou n&atilde;o conduzindo carro ou caminh&atilde;o totalizou 35,7% da amostra. Mediante com as pol&iacute;ticas nacionais do uso do cinto de seguran&ccedil;a, tem-se percebido que a realidade est&aacute; se modificando, embora ainda haja o descaso, principalmente dos passageiros, e sobretudo dos que est&atilde;o no banco traseiro. O cinto diminui, drasticamente, o impacto do trauma sobre o corpo, impedindo que este seja lan&ccedil;ado de encontro com o parabrisas ou outras partes do autom&oacute;vel, protegendo, assim, a face de fraturas e les&otilde;es nos tecidos moles. Apesar de v&aacute;rias mudan&ccedil;as j&aacute; terem sido feitas, ainda se faz necess&aacute;rio surgirem pol&iacute;ticas para conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o sobre o uso dos dispositivos de seguran&ccedil;a nos autom&oacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  De acordo com a distribui&ccedil;&atilde;o dos pacientes, segundo o tamanho das les&otilde;es, 58,6% apresentaram les&otilde;es de 1,01-5,0cm e 31,7% com les&otilde;es at&eacute; 1cm constatamos que a elasticidade e o modo de dissipa&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a em algumas regi&otilde;es faciais podem ter reduzido o tamanho das les&otilde;es e, tamb&eacute;m, que o uso do dispositivo de seguran&ccedil;a protegeu e diminuiu a energia do trauma nos pacientes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Entre os pacientes atendidos, 63,1% apresentaram somente uma les&atilde;o na face, enquanto que 28 pacientes (18,8%), apresentaram 2 les&otilde;es; 20 pacientes (12,5%) apresentaram 3 les&otilde;es, e 5,6%, 4 les&otilde;es ou mais. Oliveira et al. (2008), em seu estudo, declaram que todos os seus pacientes tamb&eacute;m apresentavam pelo menos um tipo de les&atilde;o em tecido mole.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Alguns estudos<sup>3,16</sup> mostraram maior preval&ecirc;ncia de acometimento do tecido mole no ter&ccedil;o superior da face, corroborando com o que foi encontrado neste estudo, em que as regi&otilde;es mais afetadas foram: regi&atilde;o frontal (43,8%), regi&atilde;o oral (20,6%), regi&atilde;o orbit&aacute;ria (19,4%), regi&atilde;o nasal (16,9%). A regi&atilde;o mais prevalente est&aacute; em conson&acirc;ncia com os estudos na literatura<sup>3</sup>. Entretanto, os resultados encontrados est&atilde;o discordantes de autores6, em que o ter&ccedil;o inferior apresentou uma significativa preval&ecirc;ncia de envolvimento, principalmente na regi&atilde;o oral e mentual.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>CONCLUS&Atilde;O  </B></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Diante dos resultados encontrados, pode-se concluir que:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Houve maior preval&ecirc;ncia das les&otilde;es de tecidos moles nos indiv&iacute;duos envolvidos, pertencentes do g&ecirc;nero masculino, com predomin&acirc;ncia da segunda d&eacute;cada de vida que conclu&iacute;ram o ensino fundamental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  A   etiologia mais frequente dessas les&otilde;es continua sendo os acidentes de tr&acirc;nsito que tem como v&iacute;tima o condutor, seguidos da viol&ecirc;ncia interpessoal e a queda. A motocicleta &eacute; o ve&iacute;culo que mais produz esse tipo de les&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o estudada.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  As regi&otilde;es anat&ocirc;micas mais acometidas na face foram a regi&atilde;o frontal e os l&aacute;bios superior e inferior, que apresentavam dimens&otilde;es entre 1,0 a 1-5 cm e uma les&atilde;o por paciente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Leite Segundo AVAV, Gondim DGA, Caubi AF. Tratamento dos ferimentos faciais. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-fac. 2007 jan/mar;7(1):9-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450882&pid=S1808-5210201300010001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Carvalho TB, Cancian LR, Marques CG, Piatto VB, Maniglia JV, Molina FD. Six years of facial trauma care: an epidemiological analysis of 355 cases. 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Montovani JC, Campos LMP, Gomes MA, Moares VRS, Ferreira FD, Nogueira EA . Etiologia e incid&ecirc;ncia das fraturas faciais em adultos e crian&ccedil;as: experi&ecirc;ncia em 513 casos. Rev Bras Otorrinolaringol. 2006;72(2):235-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450888&pid=S1808-5210201300010001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Meneghini F. Clinical Facial Analysis. Germany: Spriger; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450890&pid=S1808-5210201300010001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Hussaini HM, Rahman NA, Rahman RA, Nor GM, Alidrus SM, Ramil R. Maxillofacial trauma whit epmphasis on soft-tissue injuries in Malaysia. Int J Oral Maxillofac Surg. 2007;36:797-801.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450892&pid=S1808-5210201300010001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Brasileiro BF, Vieira JM, Silveira CES. Avalia&ccedil;&atilde;o de traumatismos faciais por acidentes motocicl&iacute;sticos em Aracaju/SE. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-fac. 2010 abr/jun;10(2):97-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450894&pid=S1808-5210201300010001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Down KE, Boot DA, Gorman DF. Maxillofacial and associated injuries in severely traumatized patients: implications of a regional survey. Int J Oral Maxillofac Surg. 1995 Dec;24(6):409-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450896&pid=S1808-5210201300010001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Zargar M, Khaji A, Karbakhsh M, Zarei MR. Epidemiology study of facial injuries during a 13 month of trauma registry in Tehran. Indian J Med Sci. 2004 Mar;58(3):109-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450898&pid=S1808-5210201300010001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 10. Gagov L, Rubiev M, Deliverska E. The role of alcohol involvement in maxillofacial trauma. Jornal IMAB. 2012;18(2):147-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450900&pid=S1808-5210201300010001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Oliveira CMCS, Santos JS, Brasileiro BF, Santos TS. Epidemiologia dos traumatismos buco-maxilo-faciais por agress&otilde;es em Aracaju/SE. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-fac. 2008 jul/set;8(3):57-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450902&pid=S1808-5210201300010001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Krishna GP, Jonathan MS. Management of soft-tissue trauma to the face. Operative Techniques in Otolaryngology Head and Neck Surgery. 2008;19(2):90-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450904&pid=S1808-5210201300010001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Lee KH. Interpersonal violence and facial fractures. J Oral Maxillofac Surg. 2009;67:1878-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450906&pid=S1808-5210201300010001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Lopes ALC, Rangel CLG, Paiva KRG, Camara THQ, Ferreira MAF. Preval&ecirc;ncia dos traumas buco-faciais em pacientes atendidos no Hospital Walfredo Gurgel (Natal- Rio Grande do Norte). Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-Fac. 2011 abr/jun;11 (2):123-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450908&pid=S1808-5210201300010001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Ong TK, Dudley M. Craniofacial trauma presenting at an adult accident and emergency department with an emphasis on soft tissue injuries. Injury. 1999 Jun;30(5):357-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450910&pid=S1808-5210201300010001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Key SJ, Thomas DW, Shepherd JP. The management of soft tissue facial wounds. Br J Oral Maxillofac Surg. 1995 Apr;33(2):76-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450912&pid=S1808-5210201300010001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Chandra Shekar BR, Reddy C. A five-year retrospective statistical analysis of maxillofacial injuries in patients admitted and treated at two hospitals of Mysore city. Indian J Dent Res. 2008 Oct-Dec;19(4):304-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450914&pid=S1808-5210201300010001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. Waiselfisz JJ. Mapa da Viol&ecirc;ncia 2012. Os novos padr&otilde;es da viol&ecirc;ncia homicida no Brasil. S&atilde;o Paulo: Instituto Sangari; 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450916&pid=S1808-5210201300010001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. Murphy DA, Shetty V, Resell J, Zigler C, Yamashita DD. Substance use in vulnerable patients with orofacial injury: prevalence, correlates, and unmet service needs. J Trauma. 2009 Feb;66(2):477-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=450918&pid=S1808-5210201300010001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Alicio&#287;lu B, Yalniz E, E&#351;kin D, Yilmaz B. &#91;Injuries associated with motorcycle accidents&#93;. Acta Orthop Traumatol Turc. 2008 Mar-Apr;42(2):106-11.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rctbmf/v13n1/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Prof. Jos&eacute; Rodrigues Laureano Filho    <br>   Faculdade de Odontologia de Pernambuco - FOP/UPE    <br>   Av. Gal. Newton Cavalcanti 1.650    <br>   Camaragibe/PE    <br>   54753-220</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>      e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:laureanofilho@gmail.com" target="_blank">laureanofilho@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>        ]]></body>
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