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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de sintomas de disfunção temporomandibular e hábitos parafuncionais em estudantes universitários]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective This study assessed the prevalence of temporomandibular dysfunction symptoms and parafunctional habits in students from the Federal University of Paraíba health courses. Methods A questionnaire was administered to 347 undergraduate students in the first and last years of dentistry, medicine, physiotherapy, pharmacy and nursing courses. The data were analyzed descriptively and when possible, the statistical analysis was done by the chi-square test and Fisher's exact test, with significance set at 5%. Results Most individuals presented mild dysfunction (54.5%) and only 2.6% presented severe dysfunction. The most common parafunctional habits in females were holding the chin (36.31%) and sleeping on one side (32.27%). Most individuals with severe dysfunction (44.4%) were nursing students, older students (100%), students who reported having some habit (100%) and who reported being emotionally tense (88.9%); 30.6% of the individuals who reported habits also reported experiencing some degree of emotional tension. Conclusion Most of the studied individuals presented mild dysfunction. Need of treatment was associated with gender, course, course year, presence of habits and presence of emotional tension. The prevalence of parafunctional habits was high and the most common habit was to hold the chin. An association was found between the presence of habits and emotional tension]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Hábitos]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Transtornos da articulação temporomandibular]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Temporomandibular joint disorders]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Preval&ecirc;ncia de sintomas de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular e h&aacute;bitos parafuncionais em estudantes universit&aacute;rios</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Prevalence of temporomandibular dysfunction symptoms and oral parafunctional habits in university students</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Su&eacute;llen Peixoto de MEDEIROS <sup>I</sup>; Andr&eacute; Ulisses Dantas BATISTA <sup>I</sup>; Franklin Delano Soares FORTE <sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I </sup>Universidade Federal da Para&iacute;ba, Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Departamento de Odontologia Restauradora    <br> <sup>II</sup> Universidade Federal da Para&iacute;ba, Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Departamento de Cl&iacute;nica e Odontologia </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objetivo</b>     <br> Verificar a preval&ecirc;ncia de sintomas de disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares e h&aacute;bitos parafuncionais em estudantes da &aacute;rea de sa&uacute;de da Universidade Federal da Para&iacute;ba.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>M&eacute;todos</b>     <br> Aplicou-se um question&aacute;rio para 347 alunos da gradua&ccedil;&atilde;o do primeiro e &uacute;ltimo ano dos cursos de Odontologia, Medicina, Farm&aacute;cia, Fisioterapia e Enfermagem. Os dados foram analisados de forma descritiva, e, quando poss&iacute;vel, a an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada pelo Teste do qui-quadrado e Exato de Fisher com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 95%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   A maior parte dos indiv&iacute;duos apresentou disfun&ccedil;&atilde;o leve (54,5%), e apenas 2,6% disfun&ccedil;&atilde;o severa. Os h&aacute;bitos parafuncionais mais frequentes foram colocar a m&atilde;o no queixo (36,31%) e dormir de um lado (32,27%). Observou-se que o sexo feminino foi mais prevalente em todos os graus de disfun&ccedil;&atilde;o avaliados. A maior parte dos casos de disfun&ccedil;&atilde;o severa (44,4%) apresentava-se entre os estudantes de Enfermagem, entre aqueles de faixa et&aacute;ria mais elevada (100,0%), entre os indiv&iacute;duos que relataram praticar algum h&aacute;bito (100,0%) e que se consideravam tensos emocionalmente (88,9%). Dos indiv&iacute;duos que apresentavam h&aacute;bitos, 30,6% relataram serem pessoas com algum grau de tens&atilde;o emocional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b>    <br> Concluiu-se que a maior parte dos indiv&iacute;duos avaliados apresentou disfun&ccedil;&atilde;o leve; a necessidade de tratamento estava associada ao sexo, curso, momento do curso, presen&ccedil;a de h&aacute;bitos e presen&ccedil;a de tens&atilde;o emocional; a preval&ecirc;ncia de h&aacute;bitos parafuncionais foi elevada, sendo o h&aacute;bito mais predominante colocar a m&atilde;o no queixo; houve associa&ccedil;&atilde;o entre a presen&ccedil;a de h&aacute;bitos e tens&atilde;o emocional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Termos de indexa&ccedil;&atilde;o: </B>H&aacute;bitos. Preval&ecirc;ncia. Transtornos da articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objective </b>    <br> This study assessed the prevalence of temporomandibular dysfunction symptoms and parafunctional habits in students from the Federal University of Para&iacute;ba health courses.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Methods</b>    <br> A questionnaire was administered to 347 undergraduate students in the first and last years of dentistry, medicine, physiotherapy, pharmacy and nursing courses. The data were analyzed descriptively and when possible, the statistical analysis was done by the chi-square test and Fisher's exact test, with significance set at 5%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Results </b>    <br> Most individuals presented mild dysfunction (54.5%) and only 2.6% presented severe dysfunction. The most common parafunctional habits in females were holding the chin (36.31%) and sleeping on one side (32.27%). Most individuals with severe dysfunction (44.4%) were nursing students, older students (100%), students who reported having some habit (100%) and who reported being emotionally tense (88.9%); 30.6% of the individuals who reported habits also reported experiencing some degree of emotional tension. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclusion </b>    <br> Most of the studied individuals presented mild dysfunction. Need of treatment was associated with gender, course, course year, presence of habits and presence of emotional tension. The prevalence of parafunctional habits was high and the most common habit was to hold the chin. An association was found between the presence of habits and emotional tension.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Indexing terms: </B>Habits. Prevalence. Temporomandibular joint disorders.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As disfun&ccedil;&otilde;es do sistema mastigat&oacute;rio t&ecirc;m alcan&ccedil;ado um papel de destaque na &aacute;rea de Oclus&atilde;o nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, em fun&ccedil;&atilde;o da demanda na cl&iacute;nica, o que demonstra uma grande preval&ecirc;ncia desses problemas entre a popula&ccedil;&atilde;o<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular (DTM) &eacute; um termo que engloba uma s&eacute;rie de disfun&ccedil;&otilde;es e desordens que afetam a articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular (ATM) e/ ou os m&uacute;sculos mastigat&oacute;rios e estruturas associadas2. Essas desordens se caracterizam por um conjunto de sinais e sintomas peculiares, que podem incluir ru&iacute;dos articulares, como estalidos e crepita&ccedil;&atilde;o, dor nos m&uacute;sculos mastigat&oacute;rios, limita&ccedil;&atilde;o dos movimentos mandibulares, dores faciais, dores de cabe&ccedil;a e dores na articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular, al&eacute;m de dores na regi&atilde;o periauricular<sup>3-6</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudos epidemiol&oacute;gicos mostram presen&ccedil;a de sinais e sintomas de DTM em todas as faixas et&aacute;rias, e sua incid&ecirc;ncia geralmente cresce com a idade<sup>7-8</sup>. Tais estudos mostram que uma ampla parcela da popula&ccedil;&atilde;o apresenta sinais e/ou sintomas de disfun&ccedil;&atilde;o em n&iacute;veis subcl&iacute;nicos ou cl&iacute;nicos, encontrando, assim, uma alta preval&ecirc;ncia de disfun&ccedil;&atilde;o em indiv&iacute;duos considerados n&atilde;o pacientes, ou seja, aqueles que n&atilde;o procuram por tratamento<sup>9-10</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ao longo do tempo, algumas teorias foram propostas para explicar a etiologia das DTM. Estas teorias geralmente consideravam um &uacute;nico fator como causador de tais disfun&ccedil;&otilde;es. Com o passar dos anos, entidades voltadas especificamente para o estudo das DTM foram criadas, surgindo novos trabalhos cient&iacute;ficos que atribu&iacute;am a multifatoriedade para as desordens temporomandibulares<sup>11-13</sup>, envolvendo fatores anat&ocirc;micos, como a oclus&atilde;o e a ATM, fatores neuromusculares, como a hiperatividade muscular, desvios posturais, fatores psicol&oacute;gicos (ansiedade, estresse e depress&atilde;o), traumatismos e h&aacute;bitos parafuncionais<sup>5,8,14-15</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> H&aacute;bitos parafuncionais s&atilde;o muito comuns, e t&ecirc;m sido considerados causas poss&iacute;veis de DTM<sup>16-17</sup>. As parafun&ccedil;&otilde;es, em contraste com os comportamentos funcionais, como mastiga&ccedil;&atilde;o, degluti&ccedil;&atilde;o e fala, parecem n&atilde;o ter prop&oacute;sito funcional. Esses h&aacute;bitos delet&eacute;rios seriam um meio de libera&ccedil;&atilde;o inconsciente das tens&otilde;es emocionais5. As parafun&ccedil;&otilde;es geralmente n&atilde;o causam danos ao sistema estomatogn&aacute;tico<sup>7,17</sup>. No entanto, quando tal atividade excede a toler&acirc;ncia fisiol&oacute;gica do indiv&iacute;duo, ela pode causar danos &agrave; denti&ccedil;&atilde;o, &agrave; musculatura ou &agrave; ATM.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os h&aacute;bitos parafuncionais podem acontecer em vig&iacute;lia ou durante o sono. Os h&aacute;bitos que ocorrem em vig&iacute;lia incluem o apertamento dent&aacute;rio, morder l&aacute;bio, bochecha ou outros objetos, suc&ccedil;&atilde;o digital, mascar chicletes, apoiar a m&atilde;o ou objetos sob o queixo, movimentar a mand&iacute;bula sem prop&oacute;sito definido e sem contatos dent&aacute;rios (jaw play), assim como outros h&aacute;bitos que o indiv&iacute;duo realiza de maneira consciente ou n&atilde;o<sup>18-21</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tendo em vista a import&acirc;ncia do diagn&oacute;stico precoce das disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares, procurou-se fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o de sua preval&ecirc;ncia e grau de severidade, al&eacute;m da preval&ecirc;ncia de h&aacute;bitos parafuncionais, que podem estar envolvidos em sua etiologia, em uma popula&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos jovens e n&atilde;o pacientes. Estas informa&ccedil;&otilde;es podem proporcionar que seja estabelecido um tratamento adequado no momento correto, evitando a interven&ccedil;&atilde;o numa fase mais evolu&iacute;da da disfun&ccedil;&atilde;o, onde les&otilde;es irrevers&iacute;veis poder&atilde;o estar estabelecidas. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar a preval&ecirc;ncia de sintomas de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular e h&aacute;bitos parafuncionais em estudantes da &aacute;rea de sa&uacute;de da Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>M&Eacute;TODOS</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo foi realizado no Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da Universidade Federal da Para&iacute;ba, Campus Jo&atilde;o Pessoa, envolvendo 347 estudantes universit&aacute;rios, matriculados nos primeiros e &uacute;ltimos anos dos cursos de Odontologia, Medicina, Farm&aacute;cia, Fisioterapia e Enfermagem. A amostra foi selecionada por conveni&ecirc;ncia a partir de listas obtidas junto &agrave;s coordena&ccedil;&otilde;es dos respectivos cursos. Os estudantes que estavam realizando tratamento ortod&ocirc;ntico ou possu&iacute;am pr&oacute;tese dent&aacute;ria durante o per&iacute;odo da coleta de dados foram exclu&iacute;dos da pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram coletados por meio de um question&aacute;rio, constitu&iacute;do por perguntas sobre alguns dados pessoais e um &iacute;ndice anamn&eacute;sico, tendo sido desenvolvido a partir do trabalho de Fonseca et al.<sup>21</sup>, contendo perguntas relativas &agrave; sintomas de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular, o que permitiu a classifica&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; presen&ccedil;a e &agrave; severidade da disfun&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para cada pergunta havia tr&ecirc;s respostas poss&iacute;veis: "sim", "n&atilde;o" ou "&agrave;s vezes"; &agrave;s quais foram atribu&iacute;dos valores, respectivamente, de "10", "0", "5". A somat&oacute;ria dos valores atribu&iacute;dos &agrave;s respostas foram </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">comparadas com o &iacute;ndice preconizado por Fonseca et al.<sup>21</sup>. Este &iacute;ndice permite a classifica&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o segundo o grau de DTM, se ausente, leve, moderada ou severa. Foram estabelecidos valores de 0-15 (aus&ecirc;ncia de DTM), de 20-40 (DTM leve), de 45-65 (DTM moderada) e de 70-100 (DTM severa). Al&eacute;m disso, foi poss&iacute;vel classificar a amostra segundo a necessidade ou n&atilde;o de tratamento. Fonseca et al.<sup>21</sup> e Oliveira et al.<sup>22</sup> apontam que nem todo paciente portador de DTM necessariamente necessita ser tratado. Por esse motivo e por finalidade estat&iacute;stica, a amostra foi dividida em dois grupos: os indiv&iacute;duos classificados como "ausente" ou "DTM leve" foram agrupados como "sem necessidade de tratamento", e os que apresentaram "DTM moderada" ou "DTM severa" foram agrupados como "com necessidade de tratamento".</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para verificar quais os h&aacute;bitos parafuncionais mais frequentes, a uma das perguntas do question&aacute;rio foi acrescentado uma lista de h&aacute;bitos parafuncionais que deveriam ser assinalados pelo estudante, caso estivessem presentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os participantes foram informados dos objetivos da pesquisa, preencheram o question&aacute;rio e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, pertinente ao projeto aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da UFPB, protocolo n&ordm; 1119/07, no momento da entrega dos mesmos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com a finalidade de an&aacute;lise estat&iacute;stica, algumas modifica&ccedil;&otilde;es foram aplicadas aos dados coletados. Al&eacute;m da j&aacute; citada classifica&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; necessidade de tratamento, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade, os sujeitos foram tamb&eacute;m divididos em dois grupos: um grupo composto pelos participantes com at&eacute; 20 anos de idade, e outro de 21 anos em diante. Em rela&ccedil;&atilde;o aos h&aacute;bitos parafuncionais, foram divididos em outros dois grupos: os que relataram qualquer h&aacute;bito ("presen&ccedil;a de h&aacute;bitos"), e outro, de indiv&iacute;duos que n&atilde;o apresentavam h&aacute;bitos ("aus&ecirc;ncia de h&aacute;bitos"). O mesmo se deu em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; tens&atilde;o emocional ("com tens&atilde;o" e "sem tens&atilde;o").</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os dados coletados foram digitados no banco de dados do programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), vers&atilde;o 13.0 (SPSS. INC, U.S.A). A seguir foram analisados de maneira descritiva, calculando-se a frequ&ecirc;ncia e percentagens das vari&aacute;veis. Para analisar a poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis, utilizou-se o Teste de qui-quadrado (x2), com exce&ccedil;&atilde;o da associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">h&aacute;bitos e necessidade ou n&atilde;o de tratamento, onde se utilizou o Teste Exato de Fisher. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia utilizado foi de 95%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Avaliando-se o grau de severidade de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular, verificou-se que a maior parte dos indiv&iacute;duos apresentou DTM leve (54,5%), enquanto que 25,1% dos indiv&iacute;duos foram classificados como livres de DTM (DTM ausente), 17,9% possu&iacute;a DTM moderada e 2,6% DTM severa (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para analisar a associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis, aplicou-se o teste estat&iacute;stico de qui-quadrado, com exce&ccedil;&atilde;o da associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de h&aacute;bitos e necessidade ou n&atilde;o de tratamento, utilizando o teste exato de Fisher. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia utilizado foi de 95% (p&lt;0,05).</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab02">Tabela 2</a> mostra a associa&ccedil;&atilde;o entre necessidade de tratamento e as vari&aacute;veis estudadas. Verificou-se que houve rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre a necessidade de tratamento e os fatores sexo, curso, ano do curso, presen&ccedil;a de tens&atilde;o emocional e de h&aacute;bitos parafuncionais (p&lt;0.05)" </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dos estudantes com necessidade de tratamento, 59,2% encontravam-se no &uacute;ltimo ano de seus respectivos cursos. Esse dado pode estar relacionado com o maior grau de tens&atilde;o apresentado por esses estudantes, que pode agir como um importante fator etiol&oacute;gico de disfun&ccedil;&atilde;o, contribuindo para o surgimento ou agravamento da condi&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A <a href="#tab03">Tabela 3</a> mostra a frequ&ecirc;ncia percentual das respostas ao question&aacute;rio. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab04">Tabela 4</a> mostra a frequ&ecirc;ncia percentual de cada um dos h&aacute;bitos parafuncionais investigados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab05">Tabela 5</a> relaciona a presen&ccedil;a ou n&atilde;o de h&aacute;bitos parafuncionais com as vari&aacute;veis: sexo, curso, momento do curso, idade e tens&atilde;o emocional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A an&aacute;lise estat&iacute;stica n&atilde;o encontrou rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre a presen&ccedil;a de h&aacute;bitos parafuncionais e as vari&aacute;veis estudadas, com exce&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel tens&atilde;o emocional. Desta forma pode-se dizer que a presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de h&aacute;bitos n&atilde;o foi associada ao g&ecirc;nero, curso, momento de curso ou idade dos pesquisados, entretanto, estava associado &agrave; presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de tens&atilde;o. Verificou-se que dos indiv&iacute;duos que apresentavam h&aacute;bitos, 30,6% relataram ser pessoas com algum grau de tens&atilde;o emocional. Apenas 14,5% dos indiv&iacute;duos sem h&aacute;bitos apresentavam tens&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n2/a05tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n2/a05tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n2/a05tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n2/a05tab04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab05"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n2/a05tab05.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O question&aacute;rio utilizado para classifica&ccedil;&atilde;o dos sujeitos quanto ao grau de DTM foi baseado no &Iacute;ndice Anamn&eacute;sico preconizado por Fonseca et al.<sup>21</sup>. Esse &iacute;ndice fornece uma grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es em um tempo r&aacute;pido, mostrando ser uma ferramenta interessante e simples, de f&aacute;cil entendimento por parte dos indiv&iacute;duos<sup>13</sup>.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Vale salientar ainda que o &iacute;ndice anamn&eacute;sico utilizado nesse estudo leva em considera&ccedil;&atilde;o o n&uacute;mero de respostas positivas ou negativas do indiv&iacute;duo. No entanto, sabe-se que podem ocorrer casos em que alguns poucos sintomas possam ser extremamente graves, caracterizando uma DTM severa, e que este &iacute;ndice anamn&eacute;sico poderia classificar como leve ou moderada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Da mesma forma, um indiv&iacute;duo com um grande n&uacute;mero de sintomas leves poderia ser classificado como portador de DTM severa<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outra quest&atilde;o &eacute; que n&atilde;o foram levantados indicadores cl&iacute;nicos de sa&uacute;de bucal dos sujeitos participantes do estudo como tipo de oclus&atilde;o, perdas de dentes e alguns outros fatores relacionados a presen&ccedil;a de prematuridades e interfer&ecirc;ncias oclusais. Sugere-se o estudo de associa&ccedil;&atilde;o desses indicadores cl&iacute;nicos e as respostas do question&aacute;rio e inclus&atilde;o de estudantes de outras unidades acad&ecirc;micas como tecnologia, humanas, agr&aacute;rias, ci&ecirc;ncias jur&iacute;dicas e da natureza.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Maior percentagem de indiv&iacute;duos com DTM leve em rela&ccedil;&atilde;o aos demais graus de DTM foi igualmente encontrada por Dekon et al.<sup>11</sup>, Pedroni et al.<sup>13</sup> e Oliveira et al.<sup>22</sup>, que tamb&eacute;m utilizaram o question&aacute;rio de Fonseca et al.<sup>21</sup> para avaliar a preval&ecirc;ncia de sinais e sintomas de DTM em estudantes brasileiros. Conti et al.<sup>1</sup> e Lima et al.<sup>23</sup> encontraram valores bem superiores ao do presente estudo de indiv&iacute;duos sem disfun&ccedil;&atilde;o, que foram de 58,00% e 41,61%, respectivamente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conti et al.<sup>1</sup> obtiveram que 16,08% dos indiv&iacute;duos apresentaram DTM moderada, aproximando-se dos achados do presente estudo. Maia et al.20 encontraram resultado semelhante ao dessa pesquisa em rela&ccedil;&atilde;o aos indiv&iacute;duos com DTM severa (2,79%). J&aacute; Oliveira et al.22 encontraram uma percentagem maior de indiv&iacute;duos com esse grau de disfun&ccedil;&atilde;o (4,30%). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A maioria dos indiv&iacute;duos portadores de DTM era do sexo feminino. Outros estudos<sup>1,13,16,22,24</sup> encontraram valores ainda maiores correspondentes a indiv&iacute;duos do sexo feminino. Pedroni et al.<sup>13</sup> encontraram que a preval&ecirc;ncia de DTM em mulheres foi aproximadamente quatro vezes maior que em homens.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para Pereira et al.<sup>4</sup> e Otuemy et al.<sup>8</sup> essa maior preval&ecirc;ncia pelo sexo feminino deve-se ao fato de que as mulheres procuram tratamento com maior frequ&ecirc;ncia, ou seja, s&atilde;o mais cuidadosas e atenciosas com a sa&uacute;de que os indiv&iacute;duos do sexo masculino. Oliveira et al.<sup>22</sup>atribuem tamb&eacute;m a uma maior percep&ccedil;&atilde;o feminina ao est&iacute;mulo doloroso. Miyake et al.<sup>16</sup> dizem ainda que as estruturas articulares das mulheres possuem maior suscetibilidade &agrave; apresentarem problemas. Por outro lado, alguns estudos<sup>3,13</sup> afirmaram que a maior preval&ecirc;ncia de DTM em mulheres deve estar relacionada a diferen&ccedil;as fisiol&oacute;gicas do sexo, tais como varia&ccedil;&otilde;es hormonais, estrutura muscular e limiar de dor mais baixo, enfatizando que h&aacute; necessidade de maiores investiga&ccedil;&otilde;es sobre o assunto. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Levando em considera&ccedil;&atilde;o o grau de DTM e a idade, observou-se que dos indiv&iacute;duos com DTM moderada, 64,5% pertenciam &agrave; faixa et&aacute;ria mais elevada (21 anos em diante), e dentre os indiv&iacute;duos com DTM severa, 100,0% se enquadravam nessa faixa et&aacute;ria. Esses resultados corroboram com os achados de Lima et al.<sup>23</sup>, que encontraram, dentre portadores de DTM moderada e severa, porcentagem maior de indiv&iacute;duos com faixa et&aacute;ria mais elevada, em rela&ccedil;&atilde;o aos indiv&iacute;duos pertencentes ao grupo de faixa et&aacute;ria mais jovem.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Fonseca et al.<sup>21</sup> afirmaram que os indiv&iacute;duos com DTM moderada e severa devem ser encaminhados para tratamento em centros especializados. Agrupando-se os sujeitos com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; necessidade ou n&atilde;o de tratamento, foi poss&iacute;vel obter dados relativos &agrave; associa&ccedil;&atilde;o entre a necessidade de tratamento e as vari&aacute;veis: curso, ano do curso, idade, h&aacute;bitos e tens&atilde;o emocional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo, um total de 20,50% dos indiv&iacute;duos necessitava de tratamento. Esse resultado est&aacute; bem pr&oacute;ximo do encontrado por Oliveira et al.<sup>22</sup>. J&aacute; Maia et al.<sup>20</sup> e Conti et al.<sup>1</sup> encontraram uma percentagem inferior de indiv&iacute;duos com necessidade de tratamento, com valores de 11,29% e 14,88%, respectivamente. H&aacute; uma concord&acirc;ncia na literatura de que, apesar da preval&ecirc;ncia de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular de uma maneira geral ser alta, a necessidade de tratamento (DTM moderada e severa) &eacute; pequena<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ao se analisar a associa&ccedil;&atilde;o entre necessidade de tratamento e sexo, obteve-se rela&ccedil;&otilde;es estat&iacute;sticas significativas, sendo que dentre os indiv&iacute;duos que necessitavam de tratamento, 73,2% pertenciam ao sexo feminino. Conti et al.<sup>25</sup> tamb&eacute;m encontraram maior percentagem de mulheres com necessidade de tratamento em rela&ccedil;&atilde;o aos homens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o ao curso frequentado, observou-se que a maior parte dos estudantes com necessidade de tratamento cursava Enfermagem. Considerando que a maior percentagem de indiv&iacute;duos que necessitavam de tratamento pertenceu ao sexo feminino, acredita-se que tal resultado deve-se possivelmente &agrave; predomin&acirc;ncia de mulheres frequentando esse curso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os h&aacute;bitos parafuncionais tamb&eacute;m s&atilde;o considerados fatores predisponentes ao aparecimento das disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares<sup>26-27</sup>. Relacionando a necessidade de tratamento com a presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de h&aacute;bitos, verificou-se que dos indiv&iacute;duos que n&atilde;o necessitavam de tratamento, uma grande percentagem praticava pelo menos um h&aacute;bito. Isso significa que, mesmo praticando </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">atividades parafuncionais, o indiv&iacute;duo n&atilde;o apresentar&aacute; necessariamente disfun&ccedil;&atilde;o em algum grau que necessite de tratamento. Os h&aacute;bitos parafuncionais podem, comumente, n&atilde;o afetar as estruturas do aparato mastigat&oacute;rio, desde que a toler&acirc;ncia fisioestrutural do indiv&iacute;duo n&atilde;o seja ultrapassada. No entanto, caso isso ocorra, as parafun&ccedil;&otilde;es podem se tornar altamente destrutivas<sup>13,27</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o dos sintomas de DTM ressaltou alguns poss&iacute;veis fatores etiol&oacute;gicos mais incidentes nesta amostra, e dentre estes, o mais prevalente foi a presen&ccedil;a de algum h&aacute;bito, tendo sido relatado por 62,8% dos pesquisados. Esse valor est&aacute; pr&oacute;ximo dos 68,3% encontrados por Maia et al.<sup>20</sup>, e &eacute; inferior ao obtido por Conti et al.<sup>25</sup>, que foi de 70,97%, assim como ao encontrado por Matheus et al.<sup>28</sup>, em cujo estudo 90% dos indiv&iacute;duos apresentavam pelo menos um h&aacute;bito parafuncional. O segundo poss&iacute;vel fator etiol&oacute;gico mais frequentemente apresentado foi a presen&ccedil;a de tens&atilde;o emocional (27,1%) e da presen&ccedil;a de ru&iacute;dos articulares (26,8%). Os dois primeiros sintomas mais encontrados foram os mesmos mais prevalentes em outros estudos onde os indiv&iacute;duos apresentavam algum h&aacute;bito, e consideravam-se pessoas tensas<sup>20,26</sup>. Esses resultados diferem dos achados de alguns estudos<sup>1,16,18,26</sup> que encontraram como sintoma subjetivo mais relatado os ru&iacute;dos articulares, apresentando valores de 26,72%, 20,97%, 43,5% e 41,7%, respectivamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As dores de cabe&ccedil;a s&atilde;o sintomas muito frequentemente relatados<sup>3,7,26</sup>. No presente estudo, esse sintoma foi apresentado por 20,5% dos indiv&iacute;duos. A dor de cabe&ccedil;a relatada por esses indiv&iacute;duos pode ter outras causas que n&atilde;o sobrecarga muscular ou articular, como fatores psicol&oacute;gicos (ansiedade, depress&atilde;o e estresse)<sup>3</sup>. No entanto, a presen&ccedil;a de disfun&ccedil;&atilde;o deve sempre ser considerada quando a dor de cabe&ccedil;a est&aacute; associada com outros sintomas, como dor de ouvido ou dificuldades para abrir a boca. O sintoma de dor durante a mastiga&ccedil;&atilde;o foi encontrado em 4,9% dos indiv&iacute;duos, enquanto Feteih3 observaram valor maior para tal sintoma (14,0%), correspondendo ao segundo sintoma mais frequente em seu estudo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Como h&aacute;bitos mais prevalentes, encontrou-se colocar a m&atilde;o no queixo e dormir de um lado, sendo relatados por 36,3% e 32,3% dos indiv&iacute;duos, respectivamente. Miyake et al.<sup>16</sup> encontraram os mesmos h&aacute;bitos como sendo mais prevalentes, por&eacute;m, em ordem inversa aos achados desse estudo, sendo o h&aacute;bito mais frequente dormir de um lado (60,2%), seguido de colocar a m&atilde;o no queixo (44,8%). Cau&aacute;s et al.<sup>24</sup> tamb&eacute;m encontraram como h&aacute;bito mais frequente colocar a m&atilde;o no queixo, sendo praticado por 73,5% dos indiv&iacute;duos pesquisados. Os resultados obtidos diferem dos resultados de Gavish et al.<sup>18</sup> que encontraram como mais prevalente o h&aacute;bito de mascar chicletes, que apresentou uma frequ&ecirc;ncia bastante elevada (92,3%). Winocur et al.<sup>17</sup> tamb&eacute;m encontraram o h&aacute;bito de mascar chicletes como o mais prevalente (62,4%), enquanto que no presente estudo, esse h&aacute;bito foi relatado por apenas 19,88% dos indiv&iacute;duos. A maior preval&ecirc;ncia encontrada por esses autores para o h&aacute;bito de mascar chicletes est&aacute; possivelmente relacionada com a faixa et&aacute;ria pesquisada (adolescentes), entre os quais esse h&aacute;bito se mostra bastante comum.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O h&aacute;bito de ranger os dentes (bruxismo) foi relatado por 8,3% da popula&ccedil;&atilde;o avaliada, aproximando-se do encontrados por Feteih<sup>3</sup>. Winocur et al.<sup>17</sup>obtiveram uma percentagem ainda menor para esse h&aacute;bito. Deve-se atentar para o fato de que a preval&ecirc;ncia de bruxismo tende a ser subestimada, uma vez que o indiv&iacute;duo pode n&atilde;o ter conhecimento que pratica esse h&aacute;bito, j&aacute; que este, na maioria das vezes, ocorre durante o sono. Entretanto, se as condi&ccedil;&otilde;es dos dentes forem analisadas clinicamente, a preval&ecirc;ncia pode apresentar-se mais elevada<sup>1-17,29</sup>. J&aacute; o h&aacute;bito de apertar os dentes foi relatado por uma porcentagem maior de indiv&iacute;duos, estando bem pr&oacute;ximo ao encontrado por Winocur et al.<sup>17</sup>. Esses autores afirmaram que o apertamento &eacute; mais f&aacute;cil de ser detectado que o bruxismo, uma vez que a pessoa o pratica geralmente em vig&iacute;lia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &Eacute; importante frisar que os trabalhos mencionados compreendem estudos epidemiol&oacute;gicos de adultos jovens e de uma popula&ccedil;&atilde;o aleat&oacute;ria, n&atilde;o indicada para o tratamento de DTM. Com a utiliza&ccedil;&atilde;o do instrumento de Fonseca et al.<sup>21</sup> observou-se uma preval&ecirc;ncia de DTM severa baixa, ao passo que a presen&ccedil;a de pelo menos algum sintoma &eacute; bastante comum<sup>1</sup>. Assim sendo, observa-se uma baixa porcentagem de sujeitos inteiramente livres de disfun&ccedil;&atilde;o, o que comprova a import&acirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o do sistema estomatogn&aacute;tico na rotina cl&iacute;nica<sup>21</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir dos dados coletados pela aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio observou-se que a maior parte dos indiv&iacute;duos apresentou DTM leve. Entre os indiv&iacute;duos portadores de algum grau de DTM, a maioria pertencia ao sexo feminino, tinha 21 anos de idade ou mais, apresentava pelo menos um h&aacute;bito parafuncional e relataram apresentar algum grau de tens&atilde;o emocional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A necessidade de tratamento esteve associada ao sexo, curso, momento do curso, presen&ccedil;a de h&aacute;bitos e presen&ccedil;a de tens&atilde;o emocional, sendo que entre os indiv&iacute;duos que necessitavam de tratamento, a maior parte era do sexo feminino, cursavam Enfermagem, estavam no &uacute;ltimo ano de seus cursos, apresentavam pelo menos um h&aacute;bito e relataram a presen&ccedil;a de tens&atilde;o emocional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A preval&ecirc;ncia de h&aacute;bitos parafuncionais foi elevada, sendo o h&aacute;bito mais predominante colocar a m&atilde;o no queixo, seguido de dormir de um lado; houve associa&ccedil;&atilde;o entre a presen&ccedil;a de h&aacute;bitos e tens&atilde;o emocional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>  <font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Colaboradores</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">SP MEDEIROS participou da elabora&ccedil;&atilde;o do projeto de pesquisa, coleta e tabula&ccedil;&atilde;o dos dados, discuss&atilde;o dos resultados, elabora&ccedil;&atilde;o da conclus&atilde;o e reda&ccedil;&atilde;o do texto. AUD BATISTA orientou o trabalho, executou corre&ccedil;&otilde;es no manuscrito e participou da discuss&atilde;o dos resultados e reda&ccedil;&atilde;o do artigo. FDS FORTE realizou a an&aacute;lise estat&iacute;stica do trabalho, executou corre&ccedil;&otilde;es finais no manuscrito e reda&ccedil;&atilde;o do artigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>  <font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Conti PCR, Ferreira PM, Pegoraro LF, Conti JV, Salvador MC. A cross-sectional study of prevalence and etiology of signs and symptoms of temporomandibular disorders in high school and university students. J Orofac Pain. 1996;10(3):254-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=216964&pid=S1981-8637201100020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Nassif NJ, Al-Salleeh F, Al-Admawi M. The prevalence and treatment needs of symptoms and signs of temporomandibular disorders among young adult males. J Oral Rehabil. 2003; 30(9):944-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Feteih RM. Signs and symptoms of temporomandibular disorders and oral parafunctions in urban Saudi Arabian adolescents: a research report. Head Face Med. 2006;25(2):1-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Pereira KN, Santos, L, Costa MLG, Portal T. Sinais e sintomas de pacientes com disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular. Rev CEFAC. 2005;7(2):221-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Venancio RA, Camparis CM. Estudo da rela&ccedil;&atilde;o entre fatores psicossociais e desordens t&ecirc;mporo-mandibulares. Rev Bras Odontol. 2002;59(3):152-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Manfredi APS, Silva AA, Vendite LL. Avalia&ccedil;&atilde;o da sensibilidade do question&aacute;rio de triagem para dor orofacial e desordens temporomandibulares recomendado pela Academia Americana de Dor Orofacial. Rev Bras Otorrinolaringol. 2001;67(6):763-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Farsi NMA. Signs and symptoms of temporomandibular disorders and oral parafunctions among Saudi children. J Oral Rehabil. 2003;30(12):1200-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Otuyemi OD, Owotabe FJ, Ugboko VI, Ndukwe KC, Olusile OA. Prevalence of signs and symptoms of temporomandibular disorders in young Nigerian adults. J Orthod. 2000;27(1):61-5.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Oliveira AS, Bermudez CC, Souza RA, Souza CMF, Dias EM, Castro CES, et al. Impacto da dor na vida de portadores de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular. J Appl Oral Sci. 2003;11(2):138- 43. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Almeida RAC, Vasconcelos, BCE, Cunha SC, Nogueira RVB, Duarte AP. &Iacute;ndices de Helkimo e Craniomandibular para diagn&oacute;stico de desordens t&ecirc;mporo-mandibulares: revis&atilde;o de literatura. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-Fac. 2005;5(3):9-16. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Dekon SFC, Zavanelli, AC, Baleeiro RP, Vidotti MA, Pelisser J. Estudo comparativo entre &iacute;ndice anamn&eacute;sico de DTM e an&aacute;lise oclusal funcional. J Bras Oclus ATM &amp; Dor Orofacial. 2002;2(6):135-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Miller VJ, Bookhan V, Cheshankova E, Moipolai P, Setzer S. Comparison of a short examination procedure with an extensive diagnostic protocol for the diagnosis of temporomandibular disorders. J Oral Rehabil. 2001;26(8):684-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Pedroni CR, Oliveira AS, Guaratini MI. Prevalence study of signs and symptoms of temporomandibular disorders in university students. J Oral Rehabil. 2003;30(2):283-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Alencar J&uacute;nior FGP. Oclus&atilde;o, dores orofaciais e cefal&eacute;ia. S&atilde;o Paulo: Santos; 2005. p. 5-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Serralta FB, Martins EA, &Aacute;vila JF. Adapta&ccedil;&atilde;o de um instrumento de triagem para problemas psicol&oacute;gicos em pacientes com disfun&ccedil;&atilde;o craniomandibular e dor orofacial J Bras Ortodon Ortop Facial. 2000;25(4):86-92.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Miyake R, Ohkubo R, Takehara J, Morita M. Oral parafunctions and association with symptoms of temporomandibular disorders in Japanese university students. J Oral Rehabil. 2004;31(6):518- 23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Winocur E, Gavish A, Finkelshtein T, Halachmi M, Gazit E. Oral habits among adolescent girls and their association with symptoms of temporomandibular disorders. J Oral Rehabil. 2001;28(7):624-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Gavish A, Halachmi M, Winocur E, Gazit E. Oral habits and their association with signs and symptoms of temporomandibular disorders in adolescent girls. J Oral Rehabil. 2000;27(1):22-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Mutlu N, Herken H, Gruray E, Oz F, Kalayci A. Evaluation of the prevalence of temporomandibular joint disorder syndrome in dental school students with psychometric analysis. Turk J Med Sci. 2001;32:345-50.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Maia EAV, Vasconcelos LMR, Silva AS. Preval&ecirc;ncia das desordens temporomandibulares. Uma abordagem sobre a influ&ecirc;ncia do estresse. Rev ABO Nac. 2002;10(4):225-9.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Fonseca DM, Bonfante G, Valle AL, Freitas SFT. Diagn&oacute;stico pela anamnese da disfun&ccedil;&atilde;o craniomandibular. RGO - Rev Ga&uacute;cha Odontol. 1994;42(1):23-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 22. Oliveira AS, Dias EM, Contato RG, Berzin F. Prevalence study of signs and symptoms of temporomandibular disorder in Brazilian college students. Braz Oral Res. 2006;20(1):3-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Lima DR, Brunetti RF, Oliveira W. Estudo da preval&ecirc;ncia de disfun&ccedil;&atilde;o craniomandibular segundo o &Iacute;ndice de Helkimo tendo como vari&aacute;veis: sexo, faixa et&aacute;ria e indiv&iacute;duos tratados ou n&atilde;o ortodonticamente. Rev Fac Odontol S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos. 1999;2(2):28-35.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 24. Cau&aacute;s M, Alves IF, Ten&oacute;rio K, HC Filho JB, Guerra CMF. Incid&ecirc;ncias de h&aacute;bitos parafuncionais e posturais em pacientes portadores de disfun&ccedil;&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o craniomandibular. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-Fac. 2004;4(2):121-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Conti PCR, Gon&ccedil;alves LF, Kan&ocirc; SC, Conti ACCF, Conti, JV. Avalia&ccedil;&atilde;o da preval&ecirc;ncia das dores de cabe&ccedil;a prim&aacute;rias e seu relacionamento com sintomas de desordens temporomandibulares no campus da USP, na cidade de Bauru / SP. Rev Dent Press Ortodon Ortop Facial. 2003;8(2):49-56. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Tosato JP, Caria PHF. Preval&ecirc;ncia de DTM em diferentes faixas et&aacute;rias. RGO - Rev Ga&uacute;cha Odontol. 2006;54(3):211-24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Pereira J&uacute;nior FJ, Vieira AR, Prado R, Miasato JM. Vis&atilde;o geral das desordens temporomandibulares. RGO - Rev Ga&uacute;cha Odontol. 2004;52(2):117-21. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Matheus RA, Ghelardi IR, Vega Neto DB, Tanaka EE, Almeida SM, Matheus AF. A rela&ccedil;&atilde;o entre os h&aacute;bitos parafuncionais e a posi&ccedil;&atilde;o do disco articular em pacientes sintom&aacute;ticos para disfun&ccedil;&atilde;o t&ecirc;mpero-mandibular. Rev Bras Odontol. 2001;62(1/2):9-29.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 29. Bonjardim LR, Gavi&atilde;o BD, Pereira LJ, Castelo PM, Garcia RCMR. Signs and symptoms of temporomandibular disorders in adolescents. Braz Oral Res. 2005;19(2):93-8.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n1/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">SP MEDEIROS    <br>   Universidade Federal da Para&iacute;ba,     <br>Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de,    <br> Departamento de Odontologia Restauradora.     <br>Campus Universit&aacute;rio I, Castelo Branco I,     <br>58051-900, Jo&atilde;o Pessoa, PB, Brasil.  </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:suellenpeixoto@yahoo.com.br" target="_blank">suellenpeixoto@yahoo.com.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 2/10/2009    <br> Aceito: 7/2/2010</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<source><![CDATA[J Orofac Pain]]></source>
<year>1996</year>
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<page-range>254-62</page-range></nlm-citation>
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