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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação histológica da dentina e do cemento após diferentes tempos de inumação: estudo in vitro]]></article-title>
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<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1984-56852011000200003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1984-56852011000200003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1984-56852011000200003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[INTRODUÇÃO E OBJETIVO: Frequentemente são encontrados corpos em que a única peça disponível para o processo de identificação humana é o dente, uma das estruturas do corpo humano mais resistentes a alterações ambientais e fatores externos. O presente trabalho objetivou realizar um estudo histológico do elemento dentário e as alterações que podem acontecer no complexo dentina-polpa depois de passados diferentes períodos de inumação, bem como a sua utilidade na prática forense em Odontologia Legal, a fim de verificar a possibilidade de inferência quanto ao tempo decorrente e às modificações histológicas no elemento dentário. MATERIAL E MÉTODOS: Em recipientes de barro, cobertos por solo comum e mantidos ao ar livre, submeteram-se 48 terceiros molares extraídos a variados tempos de inumação (sete, 30, 60 e 180 dias). Após, os dentes foram retirados e analisados por descalcificação e realizaram-se cortes longitudinais de 6 µm de espessura, corados com hematoxilina-eosina. Depois da montagem dos cortes nas lâminas, efetuaram-se análises histológicas da dentina e do cemento. RESULTADOS: A análise qualitativa em microscópio de luz possibilitou ver que as partes mineralizadas dos dentes apresentavam bom estado de conservação (cemento e dentina). No entanto tecidos moles, como polpa dentária e ligamento periodontal, estavam fragmentados e, na maioria das vezes, ausentes. CONCLUSÃO: A dentina e o cemento não tiveram alterações histológicas significativas, não permitindo nenhuma inferência quanto ao tempo decorrente da inumação.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION AND OBJECTIVE: Frequently, bodies are found, in which the only piece available for the human identification process is the tooth, one of the structures most resistant to the environmental changes and external factors to the human body. This research aimed to perform a histological study of the dental elements and the changes that may occur in the dentin-pulp complex after different periods of burial and its use in Forensic Dentistry, in order to verify the possibility of inferring the elapsed period of burial and the histological changes in the dental element. MATERIAL AND METHODS: Extracted third molar teeth (48) were submitted to different burial periods (7, 30, 60 and 180 days) after they were stored in ceramic containers, covered by common soil, and kept outdoors. Then, they were removed and analyzed by decalcification; longitudinal cuts of 6 µm thick were made and stained by hematoxylin-eosin. Histological sections were obtained, and the histological analysis of dentin and cementum were carried out. RESULTS: Qualitative analysis by optical microscope showed that the teeth's mineralized parts were in a good condition (cement and dentin). On the other hand, soft tissues, such as dental pulp and periodontal ligament, were fragmented, and in most cases, absent. CONCLUSION: Dentin and cement did not present significant histological changes, consequently it was not possible to infer the elapsed period of burial.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><B>ARTIGO ORIGINAL DE PESQUISA </B>ORIGINAL RESEARCH ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b><a name="tx"></a>Avalia&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica da dentina e do cemento ap&oacute;s diferentes tempos de inuma&ccedil;&atilde;o: estudo<I> in vitro </I></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Histological evaluation of dentine and cementum after different periods of burial: an <I>in vitro</I> study </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Livia Maria Liberali Menon<Sup>I</Sup>; Karina Fittipaldi Bombonato Prado<Sup>II</Sup>; Ricardo Henrique Alves da Silva<Sup>I </Sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Departamento de Cl&iacute;nica Infantil, Odontologia Preventiva e Social, &Aacute;rea de Odontologia Legal, Faculdade de Odontologia de Ribeir&atilde;o Preto, Universidade de S&atilde;o Paulo &#150; Ribeir&atilde;o Preto &#150; SP &#150; Brasil    <br>   <sup>II</sup>Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, Faculdade de Odontologia de Ribeir&atilde;o Preto, Universidade de S&atilde;o Paulo &#150; Ribeir&atilde;o Preto &#150; SP &#150; Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#nt">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>RESUMO</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O E OBJETIVO:</b> Frequentemente s&atilde;o encontrados corpos em que a &uacute;nica pe&ccedil;a dispon&iacute;vel para o processo de identifica&ccedil;&atilde;o humana &eacute; o dente, uma das estruturas do corpo humano mais resistentes a altera&ccedil;&otilde;es ambientais e fatores externos. O presente trabalho objetivou realizar um estudo histol&oacute;gico do elemento dent&aacute;rio e as altera&ccedil;&otilde;es que podem acontecer no complexo dentina&#45;polpa depois de passados diferentes per&iacute;odos de inuma&ccedil;&atilde;o, bem como a sua utilidade na pr&aacute;tica forense em Odontologia Legal, a fim de verificar a possibilidade de infer&ecirc;ncia quanto ao tempo decorrente e &agrave;s modifica&ccedil;&otilde;es histol&oacute;gicas no elemento dent&aacute;rio.    <br>   <B>MATERIAL E MÉTODOS: </B>Em recipientes de barro, cobertos por solo comum e mantidos ao ar livre, submeteram&#45;se 48 terceiros molares extra&iacute;dos a variados tempos de inuma&ccedil;&atilde;o (sete, 30, 60 e 180 dias). Ap&oacute;s, os dentes foram retirados e analisados por descalcifica&ccedil;&atilde;o e realizaram&#45;se cortes longitudinais de 6 </font><font>&#181;</font><font size="2" face="verdana">m de espessura, corados com hematoxilina&#45;eosina. Depois da montagem dos cortes nas l&acirc;minas, efetuaram&#45;se an&aacute;lises histol&oacute;gicas da dentina e do cemento.     <br>   <B>RESULTADOS: </B>A an&aacute;lise qualitativa em microsc&oacute;pio de luz possibilitou ver que as partes mineralizadas dos dentes apresentavam bom estado de conserva&ccedil;&atilde;o (cemento e dentina). No entanto tecidos moles, como polpa dent&aacute;ria e ligamento periodontal, estavam fragmentados e, na maioria das vezes, ausentes.    <br>   <B>CONCLUSÃO: </B>A dentina e o cemento n&atilde;o tiveram altera&ccedil;&otilde;es histol&oacute;gicas significativas, n&atilde;o permitindo nenhuma infer&ecirc;ncia quanto ao tempo decorrente da inuma&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras&#45;chave:</b> Antropologia Forense; elemento dent&aacute;rio; Odontologia Legal. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT </B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>INTRODUCTION AND OBJECTIVE: </b>Frequently, bodies are found, in which the only piece available for the human identification process is the tooth, one of the structures most resistant to the environmental changes and external factors to the human body. This research aimed to perform a histological study of the dental elements and the changes that may occur in the dentin&#45;pulp complex after different periods of burial and its use in Forensic Dentistry, in order to verify the possibility of inferring the elapsed period of burial and the histological changes in the dental element.    <br>   <B>MATERIAL AND METHODS: </B>Extracted third molar teeth (48) were submitted to different burial periods (7, 30, 60 and 180 days) after they were stored in ceramic containers, covered by common soil, and kept outdoors. Then, they were removed and analyzed by decalcification; longitudinal cuts of 6 </font><font>&#181;</font><font size="2" face="verdana">m thick were made and stained by hematoxylin&#45;eosin. Histological sections were obtained, and the histological analysis of dentin and cementum were carried out.    <br>   <B>RESULTS: </B>Qualitative analysis by optical microscope showed that the teeth's mineralized parts were in a good condition (cement and dentin). On the other hand, soft tissues, such as dental pulp and periodontal ligament, were fragmented, and in most cases, absent.    <br>   <B>CONCLUSION: </B>Dentin and cement did not present significant histological changes, consequently it was not possible to infer the elapsed period of burial. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords:</B> Forensic Anthropology; dental element; Forensic Dentistry. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Introdu&ccedil;&atilde;o </B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O ato pelo qual se estabelece a identidade de alguma pessoa ou coisa, pela presen&ccedil;a dos atributos que a caracterizam, recebe o nome de identifica&ccedil;&atilde;o &#91;16&#93;. A identifica&ccedil;&atilde;o humana visa ao estudo do homem no todo e nas suas partes componentes, analisando&#45;o nos seus aspectos morfol&oacute;gicos, fisiol&oacute;gicos e ps&iacute;quicos, com a ajuda dos quais se determina a identidade &#91;22&#93;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Sweet (2001) &#91;21&#93;, pelo fato de todos os seres humanos possu&iacute;rem uma identidade em vida, a sociedade requer que ela seja reconhecida ap&oacute;s a morte, tanto para o conforto dos familiares da v&iacute;tima quanto para a resolu&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es jur&iacute;dicas. Al&eacute;m disso, a identifica&ccedil;&atilde;o humana mostra&#45;se um problema de import&acirc;ncia legal, em virtude da necessidade de investiga&ccedil;&atilde;o, uma vez que as autoridades judici&aacute;rias procuram apurar a responsabilidade da morte, mesmo num caso de suic&iacute;dio. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Arbenz (1988) &#91;2&#93; dividiu, tecnicamente, o processo de identifica&ccedil;&atilde;o em duas partes: judici&aacute;ria ou policial e m&eacute;dico/odonto&#45;legal ou antropol&oacute;gica. A primeira independe de conhecimento m&eacute;dico e objetiva a caracteriza&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos por meio de processos r&aacute;pidos, realizados por t&eacute;cnicos cujo saber m&eacute;dico n&atilde;o &eacute; relevante, tais como voz, retrato falado, fotografias, impress&otilde;es digitais etc. J&aacute; a segunda demanda de quem a pratique conhecimentos de Medicina Legal, Odontologia Legal e &aacute;reas afins. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo Galv&atilde;o (1996) &#91;6&#93;, a Odontologia Legal emergiu da causalidade e tornou&#45;se indispens&aacute;vel ap&oacute;s alguns acidentes, que apontaram para a import&acirc;ncia de t&eacute;cnicas de identifica&ccedil;&atilde;o das v&iacute;timas. Uma das alternativas usadas foi o reconhecimento dos corpos pelos dentes. Nesse sentido, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Odontologia Legal, Arbenz (1988) &#91;2&#93; afirma: "Os dentes e os arcos dent&aacute;rios podem fornecer, em certas circunst&acirc;ncias, subs&iacute;dios de real valor para solu&ccedil;&atilde;o de problemas m&eacute;dicolegais e criminol&oacute;gicos, de sorte a constituir, &agrave;s vezes, os &uacute;nicos elementos com os quais pode contar o perito". </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo dos elementos dent&aacute;rios no processo de identifica&ccedil;&atilde;o humana &eacute; capaz de elucidar casos periciais em que se desconhece o indiv&iacute;duo por falta de hist&oacute;ria jur&iacute;dica e/ou familiar, m&eacute;dica e/ou odontol&oacute;gica. Por isso, o emprego dos m&eacute;todos de identifica&ccedil;&atilde;o tornou&#45;se importante tanto em indiv&iacute;duos vivos como em cad&aacute;veres, remanescentes cadav&eacute;ricos, esqueletos, ossada e at&eacute; mesmo em objetos, armas e vestes &#91;13&#93;. As caracter&iacute;sticas dent&aacute;rias t&ecirc;m alta probabilidade de jamais serem as mesmas em duas pessoas &#91;11&#93;. Gra&ccedil;as ao alto grau de resist&ecirc;ncia dos dentes, do osso em que estes est&atilde;o fixados e dos materiais restauradores utilizados, os elementos dentais resistem melhor do que qualquer tecido humano &agrave; degrada&ccedil;&atilde;o <I>post mortem</I>, como varia&ccedil;&otilde;es de temperatura e press&atilde;o &#91;20&#93;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Usualmente s&atilde;o encontrados cad&aacute;veres ou parte deles carbonizados, submersos ou enterrados, sofrendo, portanto, a&ccedil;&atilde;o de fatores ambientais, o que pode interferir em informa&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas: quantidade de DNA recuperado, condi&ccedil;&otilde;es dent&aacute;rias, crescimento de microrganismos, degrada&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, qu&iacute;mica e biol&oacute;gica &#91;3, 18&#93;. Assim, o objetivo do presente estudo foi realizar avalia&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica da dentina e do cemento em dentes submetidos a diferentes per&iacute;odos de inuma&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Material e m&eacute;todos </B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A fim de cumprir todos os requisitos exigidos pela Resolu&ccedil;&atilde;o n.º 196/96, enviou&#45;se o projeto ao Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Ribeir&atilde;o Preto da Universidade de S&atilde;o Paulo (Forp&#45;USP), sendo aprovado sob o Processo n.º 2009.1.387.58.4 (CAAE n.º 0030.0.138.000&#45;09). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Coletaram&#45;se 48 elementos dent&aacute;rios (terceiros molares inclusos e semi&#45;inclusos, &iacute;ntegros e n&atilde;o expostos &agrave; atua&ccedil;&atilde;o de qualquer estado patol&oacute;gico, n&atilde;o apresentando condi&ccedil;&otilde;es que levem &agrave; altera&ccedil;&atilde;o tecidual, como, por exemplo, degenera&ccedil;&atilde;o dos tecidos mineralizados) na Cl&iacute;nica de Cirurgia da Forp&#45;USP. Destes, 24 pertenciam a homens e 24 a mulheres. Feita a extra&ccedil;&atilde;o, os dentes foram limpos com aux&iacute;lio de gaze est&eacute;ril e curetas odontol&oacute;gicas esterilizadas, para posterior conserva&ccedil;&atilde;o em geladeira (4ºC) at&eacute; o momento de sua inuma&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em grupos de seis dentes obtidos de cada g&ecirc;nero, formando um total de 12 dentes por grupo de inuma&ccedil;&atilde;o, inumaram&#45;se quatro grandes grupos, em solo comum, por per&iacute;odos de sete, 30, 60 e 180 dias. O procedimento de inuma&ccedil;&atilde;o foi realizado em vasos de barro de 16 cm de altura, onde se colocou uma primeira camada de solo com altura de 4 cm. Os elementos dent&aacute;rios foram ent&atilde;o depositados e cobertos por 12 cm de solo comum. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considera&#45;se solo comum aquele presente no <I>campus </I>de Ribeir&atilde;o Preto da USP. Trata&#45;se do tipo latossolo roxo, predominante em 63% de toda a &aacute;rea do munic&iacute;pio de Ribeir&atilde;o Preto, de caracter&iacute;stica espessa e homog&ecirc;nea, colora&ccedil;&atilde;o avermelhada, textura argilosa (a argila constitui 64% de toda a composi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica desse solo), com alto teor de &oacute;xido de ferro (em torno de 3,4%) em compara&ccedil;&atilde;o aos demais do tipo latossolo, sendo classificado como &aacute;crico. Al&eacute;m disso, tem baixa capacidade de armazenamento de &aacute;gua (em m&eacute;dia esta atinge 6,5% da composi&ccedil;&atilde;o total do solo), baixa quantidade de mat&eacute;ria org&acirc;nica, teor de carbono org&acirc;nico por volta de 2%, pH 5,3 &#150; o qual varia de acordo com a profundidade, em cent&iacute;metros, da camada de solo escavada, podendo atingir valores em torno de 6,4 &#150;, possui dispers&atilde;o de caulinita (argilomineral predominante em solos &aacute;cricos) e capacidade de forma&ccedil;&atilde;o de agregados est&aacute;veis em &aacute;gua, quando da ocorr&ecirc;ncia de intemp&eacute;ries como chuva &#91;1&#93;. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Tal caracteriza&ccedil;&atilde;o do solo &eacute; relevante, uma vez que as especificidades f&iacute;sico&#45;qu&iacute;micas do meio ambiente da inuma&ccedil;&atilde;o influenciam na conserva&ccedil;&atilde;o e nas propriedades da dentina. Inuma&ccedil;&otilde;es em solos secos e alcalinos ou em valores pr&oacute;ximos do pH alcalino facilitam a preserva&ccedil;&atilde;o dos remanescentes esquel&eacute;ticos, em contraste a solos &uacute;midos, &aacute;cidos e que contenham f&oacute;sforo &#91;23&#93; em valores significativos. No solo aqui empregado a quantidade de f&oacute;sforo presente alcan&ccedil;ou 0,06 e.mg/100 ml de solo seco &#91;7&#93;. N&atilde;o &eacute;, portanto, um valor digno de nota para gerar alguma altera&ccedil;&atilde;o nos tecidos mineralizados nem tem condi&ccedil;&otilde;es pr&oacute;ximas &#150; estas anteriormente citadas, como presen&ccedil;a de umidade e acidez no solo &#150; que favore&ccedil;am altera&ccedil;&atilde;o tecidual, sem compacta&ccedil;&atilde;o do solo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os vasos sofreram a a&ccedil;&atilde;o do tempo (sol, chuva e outras condi&ccedil;&otilde;es) em local aberto, no Centro de Medicina Legal da Faculdade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto da USP (Cemel&#45;FMRP/USP). Terminados os tempos de inuma&ccedil;&atilde;o de cada grupo, os esp&eacute;cimes foram exumados e fez&#45;se o processamento histol&oacute;gico do material (durante o per&iacute;odo m&aacute;ximo de inuma&ccedil;&atilde;o &#150; 180 dias &#150; a temperatura m&eacute;dia em Ribeir&atilde;o Preto chegou a 25,4ºC e o &iacute;ndice pluviom&eacute;trico em torno de 1.500 mm) &#91;10&#93;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dentes foram fixados por imers&atilde;o em solu&ccedil;&atilde;o de formol a 10% durante 48 horas e descalcificados com solu&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido f&oacute;rmico a 5% associada a um descalcificador el&eacute;trico de ossos (m&eacute;todo eletrol&iacute;tico) &#91;8&#93;. Ap&oacute;s verifica&ccedil;&atilde;o de total descalcifica&ccedil;&atilde;o dos elementos dent&aacute;rios (tempo m&eacute;dio de descalcifica&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 20 dias), estes foram retirados da solu&ccedil;&atilde;o descalcificadora e lavados em &aacute;gua corrente por 1 hora. As pe&ccedil;as foram desidratadas em solu&ccedil;&otilde;es de alco&oacute;is, diafanizadas, inclu&iacute;das em parafina e orientadas de modo a permitir cortes longitudinais de 6 </font><font>&#181;</font><font size="2" face="verdana">m de espessura, corados com hematoxilina&#45;eosina. Obtiveram&#45;se 20 cortes por bloco, correspondendo a um intervalo de dez cortes distanciados um do outro por uma medida de 60 </font><font>&#181;</font><font size="2" face="verdana">m. Em l&acirc;minas os cortes foram cobertos por lam&iacute;nulas e analisados em microsc&oacute;pio de luz Leica DM4000B (Wetzlar, Hessen, Alemanha). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Resultados </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Avaliou&#45;se a dentina com suas linhas incrementais e canal&iacute;culos dentin&aacute;rios. Apenas em algumas amostras puderam&#45;se observar pequenos fragmentos de polpa dent&aacute;ria associados &agrave; pr&eacute;dentina. O cemento tamb&eacute;m se apresentou &iacute;ntegro na an&aacute;lise de todos os per&iacute;odos, com camadas de deposi&ccedil;&atilde;o e lacunas dos cement&oacute;citos vis&iacute;veis (<a href="#fig01">figuras de 1 a 4</a>). </font></p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v8n2/a03fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v8n2/a03fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v8n2/a03fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v8n2/a03fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Discuss&atilde;o </B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Por meio da an&aacute;lise qualitativa das l&acirc;minas obtidas com os elementos dent&aacute;rios inumados em variados per&iacute;odos, percebeu&#45;se que, em todas as amostras, as partes mineralizadas dos dentes (cemento e dentina) estavam em bom estado de conserva&ccedil;&atilde;o. De acordo com a literatura consultada, os dentes resistem melhor a diversos tipos de agentes de degrada&ccedil;&atilde;o <I>post mortem </I>&#91;5&#93;. <I>In vivo </I>notou&#45;se a presen&ccedil;a de &aacute;cidos liberados pela bact&eacute;ria da c&aacute;rie dent&aacute;ria <I>Streptococcus mutans </I>capazes de dissolver o esmalte dent&aacute;rio, facilitando a entrada de outras bact&eacute;rias &#91;19&#93;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A metodologia usada neste trabalho n&atilde;o possibilitou analisar o tecido pulpar, uma vez que, segundo Duffy <I>et al</I>. (1991) &#91;5&#93;, o tempo de preserva&ccedil;&atilde;o da estabilidade da polpa dent&aacute;ria varia de quatro dias a duas semanas, dependendo das mudan&ccedil;as ambientais. Tr&ecirc;s itens interferem na conserva&ccedil;&atilde;o da polpa dent&aacute;ria: condi&ccedil;&otilde;es de degrada&ccedil;&atilde;o do DNA <I>post mortem</I>, condi&ccedil;&otilde;es em que foi feito o sepultamento e <I>causa mortis</I>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dentes, como todo remanescente esquel&eacute;tico, sofrem altera&ccedil;&otilde;es <I>post mortem </I>gra&ccedil;as a fatores f&iacute;sico&#45;qu&iacute;micos relacionados ao processo de putrefa&ccedil;&atilde;o ou &agrave; a&ccedil;&atilde;o de agentes biol&oacute;gicos pela infiltra&ccedil;&atilde;o de fungos e bact&eacute;rias &#91;12&#93;. No entanto, no presente estudo, as imagens deixam claro que a dentina e o cemento, independentemente do g&ecirc;nero (masculino ou feminino) e dos tempos averiguados, apresentaram bom estado de conserva&ccedil;&atilde;o, sem altera&ccedil;&otilde;es histol&oacute;gicas expressivas. Isso demonstra que, em virtude da sua resist&ecirc;ncia (as estruturas dent&aacute;rias representam os mais duros e resistentes tecidos do corpo humano), podem suportar a putrefa&ccedil;&atilde;o, o calor, os traumatismos e a a&ccedil;&atilde;o de certos agentes qu&iacute;micos &#91;4&#93;. A dentina e o cemento tamb&eacute;m constituem uma particularidade do sujeito (cada arco dental &eacute; &uacute;nico, n&atilde;o h&aacute; duas pessoas ou mais com as mesmas caracter&iacute;sticas dent&aacute;rias) e destacam&#45;se, portanto, como essenciais ao processo de identifica&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A verifica&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a de agentes biol&oacute;gicos capazes de interferir em materiais &iacute;ntegros &eacute; de suma import&acirc;ncia, pois pode haver contamina&ccedil;&otilde;es que, conforme a severidade, ocasionam altera&ccedil;&otilde;es e perdas que inviabilizam uma an&aacute;lise de investiga&ccedil;&atilde;o ou diagn&oacute;stico, haja vista o material aparentemente &iacute;ntegro conter em suas estruturas internas modifica&ccedil;&otilde;es e perdas &#91;12&#93;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os esp&eacute;cimes desta pesquisa estiveram submetidos a um processo de inuma&ccedil;&atilde;o, aspecto ainda mais relevante &#91;12&#93;. Conforme descrevem alguns autores, nos dentes a infiltra&ccedil;&atilde;o de fungos na dentina n&atilde;o se apresenta nos primeiros 50 anos ap&oacute;s a morte do indiv&iacute;duo e a presen&ccedil;a de tais fungos indica que o material n&atilde;o tem origem recente, embora seja poss&iacute;vel haver hifas filamentosas entremeadas pelos t&uacute;bulos dentin&aacute;rios em cad&aacute;veres de pessoas com tempo de morte bastante reduzido &#91;11&#93;. A presen&ccedil;a de microrganismos n&atilde;o foi determinada, uma vez que m&eacute;todos microbiol&oacute;gicos devem ser realizados para verificar se h&aacute; fungos ou bact&eacute;rias, n&atilde;o sendo esse o escopo do presente trabalho. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Gustafson (1969) &#91;9&#93; considera que o processo de identifica&ccedil;&atilde;o humana se desenvolve em tr&ecirc;s fases principais, cuja sequ&ecirc;ncia l&oacute;gica &eacute; a seguinte: quando aparece um cad&aacute;ver desconhecido, procedese &agrave; observa&ccedil;&atilde;o e &agrave; descri&ccedil;&atilde;o cuidadosas de todas as suas caracter&iacute;sticas que possam ser &uacute;teis para a posterior identifica&ccedil;&atilde;o. Em seguida recolhem&#45;se informa&ccedil;&otilde;es de tipo semelhante e relacionadas com a pessoa desaparecida. Por fim, faz&#45;se uma compara&ccedil;&atilde;o dos dados obtidos do cad&aacute;ver com aqueles recolhidos em rela&ccedil;&atilde;o ao sujeito desaparecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Rothwell <I>et al</I>. (1989) &#91;15&#93; esclarecem que a Odontologia Forense exerce um papel preponderante na identifica&ccedil;&atilde;o de restos cadav&eacute;ricos, para certifica&ccedil;&atilde;o da identidade de pessoas falecidas, e tem grande utilidade nas investiga&ccedil;&otilde;es de homic&iacute;dios. Al&eacute;m disso, o estudo e o reconhecimento da Tanatologia Forense s&atilde;o muito importantes na Odontologia, pois se trata de uma das compet&ecirc;ncias do especialista em Odontologia Legal &#91;17&#93;, bem como na Medicina e no Direito, estreitamente relacionados com o tema discutido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observa&#45;se que a interface entre a Odontologia Legal e a Tanatologia Forense se mostra fundamental para um efetivo desempenho de atividades periciais, por interm&eacute;dio do estudo de caracter&iacute;sticas odontol&oacute;gicas associadas aos efeitos <I>post mortem</I>. Ainda que altera&ccedil;&otilde;es no tratamento dent&aacute;rio possam desafiar os m&eacute;todos de identifica&ccedil;&atilde;o, a Odontologia Legal permanece um instrumento imprescind&iacute;vel para identificar uma pessoa morta cuja identidade &eacute; desconhecida &#91;14&#93;. O crescente avan&ccedil;o da biologia molecular no processo de identifica&ccedil;&atilde;o humana vem desempenhando um papel crucial em situa&ccedil;&otilde;es nas quais os vest&iacute;gios biol&oacute;gicos s&atilde;o quase inexistentes. Em tais casos, a utiliza&ccedil;&atilde;o dos dentes como fonte vi&aacute;vel para obten&ccedil;&atilde;o de amostras biol&oacute;gicas demonstra o valor da Odontologia Legal nesse processo. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Conclus&atilde;o </B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A inuma&ccedil;&atilde;o de dentes por per&iacute;odos de sete, 30, 60 e 180 dias mostrou boa conserva&ccedil;&atilde;o de tecidos mineralizados dos dentes e fragmenta&ccedil;&atilde;o da polpa dent&aacute;ria. De acordo com a t&eacute;cnica usada, a dentina e o cemento mantiveram os aspectos histol&oacute;gicos est&aacute;veis. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Alleoni LRF, Camargo OA. Atributos f&iacute;sicos de latossolos &aacute;cricos do norte paulista. Sci Agr. 1994;51(2):321&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289596&pid=S1984-5685201100020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Arbenz GO. Medicina Legal e Antropologia Forense. S&atilde;o Paulo: Atheneu; 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289598&pid=S1984-5685201100020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Bender K, Farf&aacute;n MJ, Schneider PM. Preparation of degraded human DNA under controlled conditions. Forensic Sci Int. 2004;139:135&#45;40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289600&pid=S1984-5685201100020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Bowers MC, Bell G. Manual of Forensic Odontology. 3. ed. ASFO; 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289602&pid=S1984-5685201100020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Duffy JB, Skinner MF, Waterfield JD. Rates putrefaction of dental pulp in the Northwest Coast environment. Forensic Sci Int. 1991;36(5):1492&#45;502.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289604&pid=S1984-5685201100020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Galv&atilde;o LCC. Identifica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dico&#45;legal atrav&eacute;s da ficha dent&aacute;ria anterior. Estudos M&eacute;dico&#45;legais. Porto Alegre: Sagra; 1996. p. 35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289606&pid=S1984-5685201100020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Gargantini H, Baumgartner JG. N&iacute;vel m&iacute;nimo de f&oacute;sforo dispon&iacute;vel num latossolo roxo, necess&aacute;rio ao desenvolvimento do milho. Rev Bragantia. 1972;31:43&#45;8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289608&pid=S1984-5685201100020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Gon&ccedil;alves RP. Electrical descalcification of bone. Mikroskopie. 1965;20:154&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289610&pid=S1984-5685201100020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Gustafson C. Odonto &#150; Stomatologie m&eacute;dicol&eacute;gale. Bruxelas; 1969.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289612&pid=S1984-5685201100020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Martorano L, Angelocci LR, Vettorazzi CA, Valente ROA. Zoneamento agroecol&oacute;gico para a regi&atilde;o de Ribeir&atilde;o Preto utilizando um sistema de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas. Sci Agric. 1999;56(3):739&#45;47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289614&pid=S1984-5685201100020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Miyajima F, Daruge E, Daruge&#45;J&uacute;nior E. A import&acirc;ncia da Odontologia na identifica&ccedil;&atilde;o humana: relato de um caso pericial. Arq Odontol. 2001;37(2):133&#45;42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289616&pid=S1984-5685201100020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Oliveira RN, Silva SFS, Uchoa DP, Mesquita RA, Nunes FD. Presen&ccedil;a de fungos na dentina humana: implica&ccedil;&otilde;es arqueol&oacute;gicas e forenses. Ci&ecirc;nc Odontol Bras. 2004;7(3):87&#45;90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289618&pid=S1984-5685201100020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Rissech C, Garc&iacute;a M, Malgosa A. Sex and age diagnosis by ischium morphometric analysis. Forensic Sci Int. 2003;135(3):188&#45;96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289620&pid=S1984-5685201100020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Rothwell BR. Principles of dental identification. Dent Clin North Am. 2001;45(2):253&#45;70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289622&pid=S1984-5685201100020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Rothwell BR, Haglund W, Morton&#45;Junior TH. Dental identification in serial homicides: the Green River murders. J Am Dent Assoc. 1989;119(3):373&#45;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289624&pid=S1984-5685201100020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Rumjanek FD, Rinzler CMC. Os exames de DNA nos tribunais. Ci&ecirc;nc Hoje. 2001;169(29):24&#45;30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289626&pid=S1984-5685201100020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Sales&#45;Peres A, Silva RHA, Lopes&#45;Junior C, Carvalho SPM. Forensic tanatology: biological and legal aspects. Braz J Oral Sci. 2006;5(19):1198&#45;202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289628&pid=S1984-5685201100020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p> <font size="2" face="Verdana">18. Schwartz TR, Schwartz EA, Mieszerski L, McNally L, Kobilinsky L. Characterization of deoxyribonucleic acid (DNA) obtained from teeth subjected to environmental conditions. J Forensic Sci. 1991;36(4):979&#45;90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289630&pid=S1984-5685201100020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Silva LAB, Perassi FT, Ito IY, Yamashita JC, Bonif&aacute;cio KC, Tanomaru Filho M. A presen&ccedil;a de fungos nas infec&ccedil;&otilde;es endod&ocirc;nticas. Rev Fac Odontol Lins. 2000;12(1/2):62&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289632&pid=S1984-5685201100020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Silveira EMSZSF. Odontologia Legal: a import&acirc;ncia do DNA para as per&iacute;cias e peritos. Sa&uacute;de &Eacute;tica Just. 2006;11(1/2):8&#45;12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289634&pid=S1984-5685201100020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Sweet D. Why a dentist for identification? Dent Clin North Am. 2001;45(2):237&#45;51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289636&pid=S1984-5685201100020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22.Vieira SJA, Billerbeck AEC, Iwamura ESM, Cardoso LA, Munoz DR. Port&#45;mortem forensic identity testing: application of PCR to the identification of fire victim. S&atilde;o Paulo Med J. 2000;118(3):75&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289638&pid=S1984-5685201100020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23. Whittaker DK. The principles of forensic dentistry. 2. Non&#45;accidental injury, bite marks and archaeology. Dental Update. 1990;17:386&#45;90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=289640&pid=S1984-5685201100020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/rsbo/v8n2/seta.jpg" border="0"></a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</B>    <br>   Ricardo Henrique Alves da Silva     <br>   Universidade de S&atilde;o Paulo    <br>   Faculdade de Odontologia de Ribeir&atilde;o Preto &#150; Departamento de Cl&iacute;nica Infantil, Odontologia Preventiva e Social    <br>   Avenida do Caf&eacute;, s/n.º Monte Alegre     <br>   CEP 14040&#45;904 &#150; Ribeir&atilde;o Preto &#150; SP    <br>   E&#45;mail: <a href="mailto:ricardohenrique@usp.br">ricardohenrique@usp.br</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 21/9/2010    <br>   Aceito em 13/12/2010.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Received for publication: September, 21, 2010    <br>   Accepted for publication: December 13, 2010. </font></p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[Alleoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[LRF]]></given-names>
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<surname><![CDATA[Camargo]]></surname>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atributos físicos de latossolos ácricos do norte paulista]]></article-title>
<source><![CDATA[Sci Agr]]></source>
<year>1994</year>
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<page-range>321-6</page-range></nlm-citation>
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<source><![CDATA[Medicina Legal e Antropologia Forense]]></source>
<year>1988</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
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